Instituto Durmstrang
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Mensagem por Nerida Vulchanova em Dom Nov 08, 2015 10:52 am


GYEONGBOKGUNG




* NERIDA VULCHANOVA *
FUNDADORA DO INSTITUTO DURMSTRANG - STAFF MASTER




BULGARIA LADY
INSTITUTO DURMSTRANG
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Re: Gyeongbokgung

Mensagem por Moon Sun Hee em Qui Mar 30, 2017 9:41 pm


I will be back in time
Local: - Seoul- ◘ Ouvindo: -This-
◘ Vestindo: This ◘Post:-Único-

Moon Sun Hee sorria de maneira suave ao deixar o jardim da mansão onde prestava homenagens para sua falecida mãe. Era a primeira vez em quatro anos que voltava a Seoul, não ia para a capital por bons motivos, um deles uma briga com seus irmãos. Odiava fazer visitas aos mortos por ser doloroso, bem como detestava ter que ficar dando explicações aos irmãos.

Caminhava em silêncio até o templo onde prestaria um homenagem, seu tutor Song Min Ho havia falecido. Seu coração pesava um pouco por não estar por perto para ajuda-lo a passar por aquilo. Na carta que recebeu de Young Jae, soube que havia algo esquisito naquela doença. Mordeu o lábio pensando que não havia motivos pra se preocupar, mas no fundo lembrava de ter matado um dos culpados pela morte de sua mãe com um veneno que tinha as mesmas da doença que levou seu tutor.

Ia andando tranquilamente pelas ruas lotadas de sua cidade natal, respirou fundo e fechou os olhos. Havia tanta gente naquela região que se questionava se as aulas haviam acabado mais cedo aquele ano. Riu do próprio pensamento e atravessou a rua sem nem olhar pros lados, ignorou o motoqueiro reclamando. Passava pela rua que durante toda sua infância e adolescência foi especial, lá aprendeu diversas coisas com Min Ho e uma senhora que vendia perfumes e essências artesanais. Talvez devido a nostalgia seu corpo foi guiado para a lojinha, que era no sentido oposto ao templo.


Parou na frente de onde teoricamente deveria ser a loja e viu uma cafeteria no lugar, sentiu-se triste. Em apenas um minuto sua mente formulou uma ideia de que talvez ela ter se mudado tenha causado vários acontecimentos desastrosos para seu passado. Soltou um suspiro triste quando sentiu uma mão em seu ombro, ela gelou, virou cuidadosamente e sorriu aliviada ao ver a senhora que era dona da loja ali. Conversaram animadamente e foram em direção ao templo, onde havia uma casa de chá pequena e aconchegante. Se acomodaram e começaram a falar.

A jovem buscava informações sobre novos itens que estavam no mercado, muitos deles se usados da certa maneira viravam venenos mortais. Ouvia atentamente cada novidade, cada coisa que fosse pois amava ver o amor daquela senhora ao falar de ervas e flores. Sorriu e sentiu-se animada quando a mais velha começou a falar sobre algumas ervas usadas em chás que estavam na moda no momento. Foi então que um arrepio passou por sua espinha, uma delas foi usada pela medibruxa no passado.

Era a mesma erva que usou para envenenar Kang, quando precisou se livrar dele após a morte do padrasto. Misturado ao chá que servia a ele, havia um pouco de herbóreo, que se usado na medida certa demorava anos para começar a mostrar os sinais claros de envenenamento. Respirou fundo sentindo o arrepio voltar, vendo que os sintomas que aquele chá, em excesso, podiam causar. Seu coração pesou, agora ela sabia porque sentia que a morte de seu antigo mestre não havia lhe parecido estranha.

Assim que terminaram de beber um chá juntas partiram para o templo. Lá a família Song recebeu a moça com carinho e aquilo a fez sorrir. Para si era engraçado que alguém com um sobrenome igual ao dela, a tratasse melhor do que muitos em sua verdadeira família a tratavam. Já encontrava-se na quinta reverência em nome do falecido, enquanto isso movia as mãos em um movimento de oração. Parou assim que terminou de orar, ainda de olhos fechados ajoelhou-se e pediu que o guardião da alma de seu tutor cuida-se bem da passagem do mesmo.

Ergue-se e foi até a frente onde acendeu um incenso e sorriu de forma leve sentindo as lagrimas que inundavam seus olhos a pouco deixarem os mesmos. Com certa dificuldade escreveu o nome do homem que a ajudou a seguir em frente durante um período difícil e o de sua mãe em uma lanterna de papel. Seguiu junto com a família do falecido para fora do templo e via a noite cobrir a cidade, o céu limpo demonstrava que em breve a calmaria acabaria.

Soltou a lanterna, no exato momento em que rogava aos céus que iria vingar seu tutor. Respirou fundo, reverenciou a família do falecido e achou rapidamente alguém que podia ter causado aquilo. De forma suave passou pela cunhada de Song e bem baixo avisou que era melhor a mulher se preparar pois o pecado dela seria revelado, a falsa loira congelou. Logo a morena teve a certeza de ter achado o culpado por aquela tragédia. Sorriu de forma cruel, alcançando um taxi pois precisaria chegar a um lugar daquela cidade com certa velocidade e usar magia não era a melhor ideia. Partiu para longe dali vendo uma pequena nuvem se sobrepor a lua e achou aquilo no mínimo cômico.
“Baramcheoreom geureoke sarajyeoyo, meolli gijeogi ullimyeon. Nan teong bin i platforme. Honja namgiro haesseo.Doraboji malgo geunyeng tteonaga
jebal annyeong kiss me bye”




Moon Sun Hee
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