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1º Aula de Adivinhações

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1º Aula de Adivinhações

Mensagem por Nerida Vulchanova em Qui Ago 13, 2015 4:06 pm





1º AULA

ADIVINHAÇÕES




* NERIDA VULCHANOVA *
FUNDADORA DO INSTITUTO DURMSTRANG - STAFF MASTER




BULGARIA LADY
INSTITUTO DURMSTRANG
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Re: 1º Aula de Adivinhações

Mensagem por Joong Park em Qua Jan 25, 2017 8:39 pm

PRIMEIRA AULA DE ADIVINHAÇÃO - ACASO E PROBABILIDADE
۞ INTRODUÇÃO

Holla! Bienvenidos, chicos y chicas!

Chamo-me Joong Park e sou o novo professor de adivinhação. Espero transformar a forma supersticiosa com que encaram a disciplina, e provar que previsões não são uma ciência incerta. Bem vindos a classe, caríssimos, hasta la vista!

۞ PERSONAGEM

Sorridente, tagarela, só sabe falar alto e gesticulando muito. Joong formou-se em Ciências da Probabilidade na Universidad del Peru, e vem revolucionando o campo das previsões tanto no mundo trouxa quanto no bruxo. Pode ser usualmente encontrado pelos corredores com cabelos desgrenhados e vestes simples, portando algum frasco com bebida natureba e bem gelada. Apaixonado por cultura latina, adora comida mexicana e músicas para balançar o esqueleto, suas aulas sempre são ministradas com repertório latino ao fundo, que variam desde Rick Martin a Shakira. Dedicou sua carreira à análise de ritos Maias, Astecas e Incas, descobrindo como estes povos antigos eram capazes de acertar praticamente todas as previsões que faziam.

۞ TEORIA

A palavra aleatoriedade exprime imprevisibilidade em uma terminologia não científica. Na história antiga, os conceitos de chance e de aleatoriedade eram interligados ao conceito que era atribuído a destino. Várias pessoas da antiguidade jogavam dados para determinarem o destino, e posteriormente isso se desenvolveu em jogos de azar. A maioria das culturas usaram vários métodos de adivinhações para tentarem contornar a aleatoriedade e o destino, ou mesmo a dita sorte.

A teoria das probabilidades tenta quantificar a noção de provável (chance de um evento aleatório ocorrer). Trata-se um conjunto de regras matemáticas desenvolvidas para manipular a probabilidade, tirando-a do conceito de “sorte” para o conceito de “fato”.

Como podem perceber, eventos aleatórios acontecem, e sua previsão pode ser calculada de diversas formas, inclusive matematicamente. Entonces guapos, espero que não tenham vindo até aqui achando que vamos “ler o futuro” em borra de café, ou nas linhas das mãos do amiguinho, porque nossa aula não objetiva transformar ninguém em clarividente. Nosso objetivo é mostrar que, da mesma forma que ao olharmos para o céu nublado trovejante podemos “adivinhar” que irá chover, observando no próprio céu os indícios de uma possível chuva, diversos outros fatores também podem ser “adivinhados” ou “previstos”, contanto que saibamos quais indícios observar.

۞ MISSÃO

۞ Horário: 16h
۞ Clima: Ameno
۞ Local: Campo de quadribol

Chegando ao campo, cada aluno receberá um taco de rebatedor. O docente lhes explicará a teoria, e em seguida soltará alguns balaços enfeitiçados, que voarão aleatoriamente pelo local. Os balaços foram enfeitiçados para voar na direção dos alunos, cabendo a eles rebaterem-nos sempre que os mesmos forem em sua direção.
Sabendo que cada balaço voará na direção de cada aluno apenas uma vez, e que o docente soltou quatro balaços, “adivinhe” os eventos listados abaixo:

۞ Quantas rebatidas cada aluno dará?
۞ Se 15 alunos comparecerem à aula, quantas rebatidas serão dadas no total?
۞ Considerando a situação anterior, se um balaço rasgar após quatro rebatidas, quantos alunos rebaterão uma vez a menos que os demais?

Obs.: Alunos que comparecem à aula ganham uma calculadora de probabilidades, item capaz de calcular a probabilidade de eventos sem que precisem decorar fórmulas, além de uma caixa com deliciosos tacos mexicanos levemente apimentados.
Buena diversión, hermosos!

۞ REGRAS

۞ Pelo menos 15 linhas, guapos, aulinha mamão com açúcar, podem dispor.
۞ Conversem comigo, com seus amigos, até com o taco e com os balaços. Adoro ouvir vozes, podem cantar e dançar, perguntar, enfim, só não me tornem um cara chato.
۞ Não tenham medo de errar, a correção não leva em conta acertos e erros, mas o como a aula foi redigida e criativa.
۞ O prazo de resposta é de um mês a partir da data de hoje, ou seja, o prazo final é dia 25/02/2017 a meia noite.
۞ Estou aberto a sanar dúvidas e sugestões através de MP, ou chat.
۞ Minha visão não é muito boa, manerem nas cores vibrantes e não usem fontes menores que 12. Templates muito estreitos também não facilitam, pelo menos 500px de largura para nossa alegria.
۞ Desvios de conduta acarretarão em perda de pontos, e ninguém quer isto, certo?

Besos y arriba, guapíssimos!



Por muy larga que sea la tormenta, el sol siempre vuelve a brillar entre las nubes.
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Re: 1º Aula de Adivinhações

Mensagem por Faye E. Vulchanova em Qua Fev 22, 2017 11:55 am

Aula de adivinhações

A tarde chegava quase o fim, o frio vinha junto com o céu se tornando cada minuto mais alaranjado. A morena apertava o casaco contra seu corpo enquanto caminhava pela parte rochosa ainda próxima ao castelo em direção ao  campo de quadribol. O vento gelado naquela altura fazia suas bochechas ficarem ainda mais rosados destacando em sua pele bronzeada. Faye correu em direção de Mi que andava distraída mais a frente, possuíam a mesma idade, já haviam sido colegas de clube e ainda mais eram colegas de casa, ambas eram Wasser. – Buh! – Pulou na frente de Mi roubando a atenção da coreana que pulou antes de rir, a mesma colocou uma mecha atrás da orelha com seus cabelos negros – Não me assuste assim – Falou alto quase em um grito. Faye riu tomando o lado de Mi cruzando seus braços conforme cada uma caminhava ajudando uma a outra a não cair sobre as pedras. Desceu primeiro ajudando a amiga em seguida logo na entrada do campo. Ele era enorme, e em contraste das pedras a sua volta, ele tinha um gramado verde cegante e bem fofo. Mais da metade da turma já estava ali, o docente novo já estava sentado sobre o malão onde era guarado os materiais de quadribol – Ouvi dizer que ele veio da América do Sul... – Faye comentou em um sussurro.- Que ele se deu bem, por isso o diretor Jacob quis contratá-lo antes de qualquer outra escola. - Cada um tomava sua posição em um semi circulo. O Novo professor se apresentava, e para a alegria da líder das Valquirias, o vento ali não a incomodava e muito menos iria a fazer comer seus próprios cabelos.

- Essa vai ser fácil para você... – Comentou Mi com doçura, mas Faye segurou uma careta que insistia em querer voltar. Sim, adivinhações pareciam ser fácil para a jovem, mas era muito mais que isso, desde que nasceu sempre possuiu uma clarividência, algo que vinha de algum lado de parentesco da família de sua mãe, entretanto, já fazia longas semanas que formavam meses que Faye não conseguia ver nada, era como um véu negro caísse sobre seus olhos a impedindo de desenvolver, algo a bloqueava e isso era completamente frustrante. Ela negou com a cabeça. – Nada? – Perguntou a amiga com um pouco de preocupação. – Nada... Como uma cega na praça... – Suspirou a jovem. O docente chamou a atenção já com o bastão em suas mãos entregando para cada aluno um. Ele explicava o que queria, o garoto de Luft já se preparava, ao seu lado o outro da mesma casa brincava jogando o bastão para todos os lados que conseguia pegar com a mão.


- Cuidado com as cabeças – Avisou ele em uma aparência de esta brincando. Agora que complicaria, a mala era aberta e os balaços começavam a ir em diversas direções. Faye segurou seu bastão firme e então sentiu o impacto da bola contra o pedaço de madeira. “Um” contou, tentando analisar em sua volta, e foi ai que o outro veio em sua direção, ela acertou de canto, quase chegando.  “40..+4 e...” Distraída não via o próximo vim em sua direção, o choque fez com que seu corpo sentisse a vibração, a dor minha em sua cabeça  e seu corpo caindo no chão, por um instante antes de perder a consciência ela via tudo escurecer, a jovem não andava com tanta sorte assim, e este era outra de diversas provas.

Caida ao final da aula, o docente corria para socorrê-la, a pegava pelos braços instruindo que o ultimo a rebater ficava responsável por guardar o matéria, lamentos eram ouvidos para quem ainda não terminará de rebater. Faye gemeu levando a mão para trás da cabeça onde fora atingida – 4? – Perguntou respondendo a primeira pergunta que o professor havia feito no inicio da aula






respostas:
01 - Quatro.
02 - Sessenta.
03 - Quatorze?








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Re: 1º Aula de Adivinhações

Mensagem por Victoria K. Heck. Levine em Seg Fev 27, 2017 12:53 am

Aula de Adivinhação
Eu sou Videnvic e vou ver o seu futuro...


Catarina me encarou com aqueles incríveis orbes azuis, sério, eu era tão bonita daquele jeito? Mamãe e papai souberam fazer o serviço direitinho. Rolei os olhos e encolhi os ombros, ignorando totalmente as tentativas da gêmea mais velha de me fazer ir à aula. – Adivinhação? Sério? – Perguntei com um tom debochado preso a voz, sinceramente, o único motivo que me faria assistir algo tão inútil séria para saber quando ficarei bilionária. — Victoria, estamos no começo do ano letivo. Você não pode simplesmente ficar faltando às aulas desse jeito... – Comentou a garota, pousando a destra em meu ombro. Por vezes minha metadinha se comportava como se fosse anos luz mais velha do que eu. Sempre tão preocupada com os estudos, em orgulhar nossos pais, simplesmente ser a nota dez em tudo.  

Franzi o cenho e bati com a mão em seu braço, fazendo-a me soltar de maneira abrupta e nada educada. — Maninha, olha esse sol! – Apontei para a esfera brilhante com um sorriso maroto preso aos lábios. — Acha mesmo que vou perder um dia lindo desses para ficar escutando um bando de baboseiras? – Meneei a cabeça como se a resposta fosse a mais óbvia do mundo, o que era verdade. Catarina, insistente como sempre, bateu com um pé no chão e puxou-me pelo braço sem aviso prévio, arrastando-me como um saco de batatas pelos corredores da escola. — Você vai e pronto! – Foram suas últimas palavras antes de começar a caminhar, acredite, eu teria resmungado caso ela não estivesse exageradamente assustadora.    

Fomos as primeiras a chegar ao campo de quadribol, antes até mesmo do professor. Catarina e sua maldita mania de chegadas antecipação! — Eu odeio você. – Disse, batendo com uma mão no topo da cabeça dela apenas por implicância.  O tratamento com a psicóloga não estava surtindo efeito, pelo contrário, eu parecia mais agitada do que no ano passado. Eu simplesmente não consigo parar quieta, preciso sempre estar realizando alguma atividade ou sou capaz de enlouquecer dentro da minha própria cabeça. Tudo estava tão igual e monótono, papai continuava nutrindo um ódio secreto por mim, mamãe... Bom, mamãe é perfeita em tudo, até mesmo no papel de ser mãe. Cat continuava no posto de irmã perfeita, Lotte estava com mais medo de pegar germes, Hanna só pensava em comer e Caleb... Fico feliz em dizer que ele finalmente me deixou em paz.

Dobrei os joelhos e sentei sobre a grama fresca, por um momento observei minha irmã por cima do ombro, ela estava distraída demais em folhear seu livro para perceber que eu a estava encarando. Confesso que sinto falta do Caleb, talvez eu tenha tido certa paixonite por ele – palavras da minha psicóloga –, mas nada que durasse o bastante para ser significativo. O integrante do Host havia despertado uma raiva desconhecida em mim, porém, nunca ninguém havia mexido tanto comigo. Ergui uma mão e toquei o pingente de meia lua preso a corrente, era estranho ficar lembrando daquele estúpido. Meneei a cabeça para os lados na tentativa inútil de afastar aqueles pensamentos, talvez se eu pensasse em como invadir a sala dos professores me fizesse esquecer.

De um a um os alunos foram chegando e se aglomerando pelos cantos, a grande maioria chegava e procurava seus grupinhos, apenas alguns ficavam isolados. Quando Lotte chegou, tanto eu como Catarina sorrimos de orelha a orelha, era bom ver a ruivinha nas aulas novamente, afinal, depois do sequestro sua vida ficou uma verdadeira bagunça. — É bom ver você, ruivinha. – Comentei quando a mesma se acomodou ao nosso lado, finalmente as três mosqueteiras estavam juntas novamente. Fisguei o lábio inferior entre os dentes e ergui o corpo, ficando a frente das duas garotas. — Querem saber de uma coisa? Sou ótima em adivinhações! – Disse em alto e bom som, chamando a atenção dos alunos mais próximos para nós. Minha irmã, a chata, arqueou uma sobrancelha e entreabriu os lábios pronta para falar alguma coisa, mas, obviamente, eu a interrompi.

— Sei tudo sobre todos aqui. – Girei os calcanhares e encarei cada um dos alunos com aquele típico olhar malandro que sempre desenhava meu semblante. — Alice, deixe-me pensar... – Fechei os olhos e posicionei dois dedos em minha fronte, adotando uma expressão pensativa. — Te darei duas semanas para receber um berrador depois que foi pega se beijando com o Arnold no banheiro masculino. — Gargalhei alto, encarando o garoto ruivo que agora estava completamente vermelho. Ser monitora tinha seus privilégios, era possível obter informações sem muito esforço durante as rondas. — Vic, já chega... – Pediu Catarina, mas eu não queria parar. — Sebastian, garoto exemplar, você nunca vai ser monitor. – Crueldade minha acabar com os sonhos dele, porém, até mesmo os professores falavam que ele não servia para tal cargo, afinal, ninguém o levava a sério.

Quando já ia para meu próximo alvo, um pigarro me chamou a atenção. — Você deve ser Victoria, estou certo? – Assenti em resposta a pergunta do homem. — Sente-se, por favor. – Pediu, mas antes de obedece-lo sorri com certo deboche. Eu podia não ter causado a melhor das impressões, mas pelo menos ele sabia quem eu era. Minha irmã lançou um olhar reprovador quando me acomodei ao seu lado, ela não falou nada, porém, eu sabia que havia atingido o nível monstro de aborrecimento. Eu só queria brincar, qual o problema nisso? Todos estavam sérios demais, odeio isso. Falar me faz parar de pensar. Não quero pensar nas aulas ou em notas, e também não quero pensar no Caleb. Eu sou Victoria Levine e garanto que todos os professores do terceiro ano iram lembrar de mim. — Você não tem medo de perder seu cargo? Vic, você é monitora... – Murmurou minha metadinha. — E uma das melhores, todos tem medo de mim. Sou perfeita pro cargo e minhas notas são boas, o que vão fazer? Colocar um pateta como o Sebastian? Eu acho que não.  — Respondi de maneira espontânea, voltando a atenção para o professor no centro do campo.

Teoria é, definitivamente, a porcaria mais chata desse mundo. Sério? Quem usa a palavra aleatoriedade? É brega. Além disso, qual o motivo de alguém querer saber seu destino? Todos sabem que o destino é a morte, o caminho até chegar a ela é apenas detalhe. O professor de olhos puxados, vou chama-lo assim por motivos óbvios: estava ocupada demais brincando com a grama para escutar sua breve apresentação típica de inicio do ano. “Olá, eu sou fulaninho e é um prazer conhecer vocês, crianças!”, e quando chega o final do ano só querem nos jogar das masmorras. Relação entre professor e aluno é sempre repleta de amor e ódio, mais ódio do que amor. Enfim, o docente falou algo sobre probabilidade, calcular eventos e outras coisas tão chatas que não merecem ser citadas.

Bocejei uma ou duas vezes e pisquei os olhos, forçando-me a permanecer acordada, mas confesso que estava deveras difícil. Sinceramente, porque diabos vou frequentar uma aula de adivinhações se não é para prever o futuro? Se não for pra ler a mão dos migos, eu nem frequento. As cartomantes trouxas parecem bem mais interessantes do que a adivinhação bruxa, pura ilusão. Estiquei os braços antes de levantar, seguindo as instruções do homem de olhos puxados. Ah claro, eu esqueci de falar, assim que o professor chegou no campo nos entregou tacos de quadribol. Desculpe não ter informado antes, eu estava muito ocupada debatendo com minha irmã sobre o futuro da minha monitoria. Um sorriso travessou se desenhou em meus lábios ao escutar o que iriamos fazer, como todos sabem eu sou a batedora do time de quadribol da Noble, então, rebater balaços é minha especialidade. Eu não quero me gabar, mas sou muito boa nisso. Minha psicóloga disse que é um forma de transferir minha raiva, vai entender.

Ok, a tarefa parecia simples. Rebater os balaços e responder algumas perguntas, e claro, não acertar a cabeça de ninguém. Se bem que, seria uma oportunidade ótima para bater no Steve e dizer que foi um acidente. Iria amadurecer a ideia no decorrer da dinâmica. — Cat, não se segura o taco assim. – Rolei os olhos, observando o modo desajeitado que a mais velha segurava o cabo de maneira. — Eu te ajudo. – Era tão bom pronunciar aquelas palavras, pela primeira vez na vida eu estava ajudando Cataria, A GAROTA PERFEITA. Sério, mandei bem em? (bate aqui q *mãozinha para o alto*).  Coloquei o taco que segurava debaixo do braço e me aproximei da morena idêntica a mim, primeiro separei suas mãos e apertei seus dedos, fazendo-a segurar com firmeza. — É tudo uma questão de reflexo, o balaço vem e você bate. Simples. – Expliquei, batendo com uma mão em seu ombro. — Caso ajude, imagine a cara daquele bambi que você namorava. – Brinquei, mas no segundo que falei já me arrependi. Às vezes esquecia o quanto o rompimento ainda era um assunto delicado para ela.

Um. Dois. Três. Foram a quantidade de balaços que veio em minha direção ao todo, mas não de uma vez, existia um espécie de sequência para que cada um dos quatro em campo fosse para um aluno. Era divertido, eu teria dificuldade caso não estivesse acostumada com aquilo. Podia odiar adivinhação e toda aquela aula, porém, ver minha irmã e a ruivinha sofrendo com os balanço foi o ponto alto do meu dia. — Vocês batem que nem garotas! – Provoquei-as, mostrando a língua para as duas. — Somos garotas, boboca. – Resmungou Cat, finalmente acertando um balaço. Por fim, quando a atividade terminou, respondemos as perguntas feitas pelo docente e nos retiramos. Eu não sabia ABSOLUTAMENTE nada sobre probabilidade, então dei uma improvisada na hora. Provavelmente errei tudo, espero que rebater os balaços tenha rendido alguns pontinhos. — Até a próxima, professor de olhos puxados. – Disse ao passar pelo homem e me juntar às minhas melhores amigas. — Acho que vou o chamar de flango, o que vocês acham? – Comentei entre risos, mas tudo que escutei foi: “Vic, você não tem jeito”. É, talvez eu não tenha mesmo.  

Respostas:

1) 4.
2) 60.
3) 11.


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