Instituto Durmstrang
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[FP] Henry M. Blanchard

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Mensagem por Henry M. Blanchard em Seg Set 04, 2017 2:54 pm
Henry M. Blanchard
24 anos— Docente — Bruxo— Kim Jongin

DADOS IMPORTANTES
Cargo desejado » Professor de  Artes das trevas  4º e5º

País atual » França
Habilidades »  Ofidiglota

DESCRICÕES
Descricão psicológica »    Henry tem uma personalidade calma e geralmente não se irrita por coisas banais, procura sempre buscar uma solução pacifica e que não prejudique nenhum dos lados.  Aos vinte e quatro anos coleciona discos de vinil e um extensa coleção de gibis trouxas; adora ouvir musica clássica e pop dos anos 80/90. Uma das pouquíssimas coisas que o irrita é ser acordado cedo para não fazer absolutamente nada; É apaixonado por crianças e as suas favoritas são os irmãos gêmeos de oito anos que moram atualmente com seus pais no Japão; Adora viajar e talvez por isso tenha escolhido faculdades em países diferentes do seu natal, os lugares que mais gosta são o Egito e a Grécia, sempre diz que se algum dia tiver a oportunidade quer lecionar na escola de magia correspondente à Grécia; Apaixonado por doces os seus favoritos são feijõezinhos de todos os sabores e bala de menta; Adora passar o dia lendo ou tocando violão.

Biografía » Nasceu no dia 14 de Janeiro no ano de 1993, em Paris na França, e apesar de estar em sua certidão de nascimento estar registrado a nacionalidade francesa Henry é franco-japonês, mudou-se para o Japão quando ainda tinha  dois anos e 4 meses de idade, crescera na cidade de Quioto subindo em arvores e explorando tudo que uma criança tem direito, os pais extremamente atenciosos fizeram com que o menino se desenvolvesse num lar equilibrado e sólido. Henry, ao longo de sua vida teve poucas ocorrências que podem ser chamadas de “graves” uma delas é a cicatriz, quase em formato de estrela, que tem na coxa direita, resultado de uma escalada na cerejeira  do quintal de casa que acabou terminando em um Henry quase que com a coxa inteira empalada em um ganho recém cortado. A outra é uma cicatriz quase invisível na têmpora esquerda resultado de uma briga em Beauxbatons ( escola à qual pertenceu até o quarto ano letivo) depois de um garoto tentar ser valentão sobre uma garota bem menor que ele, como detenção tiveram que lavar as escadarias da escola por uma semana.  Aos onze anos descobriu da pior forma que era alérgico a abelhas; Fora durante a época de florescimento das cerejeiras que com seu cheiro doce atraia centenas de abelhas, Henry achou bonitinho os bichinhos listrados de amarelo e preto e resolvera que seria uma boa ideia pegá-los na mão, o resultado foi uma quase morte por conta da alergia gerada pela ferroada na palma de suas mãozinhas pequenas.  
Anos escolares e formação:
Fora convocado para estudar em Beauxbatons, como a escola era a tradicional à família  Blanchard não houve surpresa quando o garoto foi matriculado na instituição, passou pelo primeiro, segundo ano sem muitas emoções, procurava sempre se manter na linha e orgulhar seus pais. No terceiro ano ganhou a monitoria de sua casa na instituição, no quarto ano entrou em uma briga com um garoto apenas porque ele queria se sobressair sobre alguém mais fraco. A criação rigorosa e bastante justa  do garoto o levou a sair no braço com o garoto, mesmo que a principio tenha argumentado com  ele afim de não arrumarem brigas.  Antes do inicio do quinto ano letivo sua mãe dá a luz aos irmãos gêmeos e o menino pede transferência de instituição na intenção é ficar perto da mãe e dos irmãos recém-nascidos.
Aos 17 anos Henry formou-se com louvor pela Escola de Magia de Mahoutokoro na posição de monitor chefe da casa de Mujina  e como capitão do time de quadribol da mesma casa. Aos 18 anos entra para a Universidade  Educacional de  Todai , usando-se de uma vira-tempo consegue sua graduação em Artes das trevas e Suas Nuances  e  Pedagogia Bruxa durante  mesmo período . Atuou como docente nas escolas mirins bruxas e como estagiário em  Mahoutokoro durante dois anos finais de sua formação em educação bruxa, aplicando e desenvolvendo teorias sobre o desenvolvimento infantil  e  sua relação com a mágia. Aos vinte e e dois anos Henry resolveu ir pra Londres,  e iniciar uma nova graduação em  Artes das trevas e suas diversas formas de defesa e azaração pela Universidade Bruxa de Londres; fora convidado a voltar à Beauxbatons   para a aplicabilidade de seu trabalho com os diferentes níveis de azarações, ao finalizar seu trabalho e publicar um livro com o título “ Azarações e seus níveis de  dificuldade”  o garoto volta ao Japão à pedido do pai para assumir sua posição como herdeiro da família Mitsuri Blanchard, porém Henry se vê preso a algo que não deseja e acaba por devolver ao pai os negócios da família e  volta à França, para iniciar seus estudos em Duelos e  Formas de combate.

TESTE DE AÇÃO
Descrição »  Os passos  calmos eram ouvidos pelos corredores da escola, Henry, mantinha uma expressão serena no rosto  mesmo quando advertia alguns alunos sobre a correria paras suas próximas aulas, costumava falar com eles não como uma autoridade  máxima, mas como um bom e velho amigo sábio que dava conselhos, o moreno achava  melhor de fosse dessa forma, não queria que seus alunos o visse com olhos medrosos, mesmo que por muito tempo os professores da matéria que lecionava faziam questão de serem temidos  por qualquer  aluno, seja lá qual fosse o ano.
Como de costume havia chego alguns minutos mais cedo a fim de arrumar a sala para a aula, afastou as carteiras dos alunos para o canto formando um corredor largo e um bom espaço para o que pretendia ministrar naquele dia para o quinto ano. Enquanto os alunos iam aos poucos chegando o rapaz se mantinha quieto em sua mesa. Olhou em seu relógio e esperou exatos cinco minutos para se levantar.   – Boa  tarde a todos,  essa matéria não é nova para vocês então creio que precise de uma introdução muito extensa, certo? Podem me chamar de Henry ou professor, minhas aulas são em sua grande maioria práticas, gosto da teoria, mas não creio que em um duelo com um bruxo das trevas vocês terão tempo de consultar os capítulos de seus livros, portanto usem-no apenas paras as tarefas de extra-classe, enquanto que aqui é essencial que estejam com suas varinhas, entendido? Ah, não tolero atrasos por  mais de dez minutos, a menos que você tenha uma boa justificativa, pontualidade é algo que prezo com bastante rigor, entendido?  - Perguntou, o tom de voz era calmo e  enquanto o homem caminhava até o meio da sala com as mãos para trás segurando a varinha, observava cada um dos rostinhos adolescentes ali. – Bom vamos ao conteúdo da aula de hoje, suponho que nos anos anteriores todos vocês aprenderam que as artes das trevas não de faz apenas por feitiços de ataque e defesa, mas também por azarações. Hoje vamos praticar  uma azaração e um feitiço de ataque, os conhecidos  Impedimenta e o Estupefaça. - Ouviu algumas exclamações  de uns alunos e reclamações de outros,  mas a intenção era prepara-los para um embate, caso algum dia viessem a presenciar um.  – Alguém pode me dizer o que esse feitiço/azaração fazem? Quero uma definição rápida e sem cópias do livro, eu sei bem o que está escrito ali, quero saber o que vocês se lembram. -  Henry pronunciou com calma, mas o tom se mantendo firme  o suficiente para os alunos perceberem que aquilo era uma sala de aula e não uma reunião entre colegas. Observou os rostos com cautela, alguns se arriscando a responder outros apenas abaixando a cabeça e fingindo que não era com eles.  Sorriu de canto quando percebeu que seus alunos tinham uma base teórica bastante boa.  – Então, como vocês mesmo disseram Estupefaça  é bastante parecido com o Estupore. No entanto, o Estupefaça pode levar a vitima ao desmaio, se executado  da maneira certa, do contrário ele apenas jogará seu alvo  para longe. Enquanto que o Impedimenta    pode paralisar o alvo em questão o impedindo de executar o feitiço.  Quando eu  der o sinal vocês podem começar,   podem usar além desses dois feitiços vistos em anos anteriores.  Lembrem-se, as artes das trevas não pegam leve  e  um vacilo pode custar sua vida. -   ditou num tom calmo e  com um sorriso de canto. Acenou então com a cabeça e deu início ao que deveria ser uma prática e também duelo de um feitiço e uma azaração.  Queria testar as habilidades de seus alunos e seus níveis de execução de feitiços e como agiriam em  um combate frente a frente com um oponente.

 
DARK WIZARD:
A seguir, narre uma das seguintes missões (a escolha da missão é sua). Todas elas serão analisadas da mesma forma: ortografia, coerencia, versatilidade nos feitiços usados e, é claro, a crueldade.
△ Missão 3 » Duelo: Um auror detetive encontrou nosso esconderijo enquanto você estava vigiando. Antes que ele aparate, você o alcança e ambos param em uma floresta. Você não pode deixar que ele saia dali com vida! Narre tudo, desde a sua descoberta do auror, depois todo o duelo e então seu regresso ao esconderijo. Seja razoável no duelo!


A noite estava fria, os fios recém descoloridos, quase brancos,  eram balançados pelo vento gélido de começo de inverno, odiava ficava com a vigília naquela época do ano.  Já devia  ter passado das duas da manhã e com sorte  logo amanheceria e Henry encontraria  sua cama quente e um bom banho, assim esperava.  Mas   é o que dizem... nunca duvide se algo pode ou não piorar. Estreitou os olhos devagar e forçou a vista a clarear, uma figura de um homem  de fios loiros amarrados em   um rabo de cavalo lhe chamou atenção.  Tinha algo de errado.
Bastou apenas uma fração de segundos para o homem perceber que estava sendo observado, o esconderijo mantinha uma proteção forte contra aparatação nos terrenos então para que o homem pudesse fugir teria de correr pela estrada  até se distanciar da mansão que servia como  palco e esconderijo, e ambos pareciam saber disso pois no segundo seguinte estava correndo.  O Franco-japonês trincou os dentes e disparou atrás do  invasor, os pés batiam com força sobre o chão de pedregulhos, por sorte os pés estavam bem protegidos dentro do coturno,  por poucos segundo não consegue se agarrar ao homem que  havia chego aos limites da propriedade e aparatara.
Ambos rolaram pelas folhas úmidas,  o lugar estava ainda mais gelado e cheirava a limo e agora a terra recém  mexida.  -  Você trabalha pra quem? -  gritou e como o bom duelista que era mal havia se levantado e estava com a varinha em punho.  Não obteve resposta apenas um feixe de luz azul vindo em sua direção. Maldito!  – Impedimenta! - foi por pouco que não foi acertado, os fios bagunçados e com algumas  partes de folhas grudado neles.  Os ataques que recebia eram rápidos e precisos conseguia escapar por muito pouco, as vezes tendo de  se esconder com um ratinho. O homem parecia não querer dialogo pois mal esperou que  Henry se escondesse atrás de uma arvore para lançar outro feitiço de ataque.  Droga! Não podia de modo algum deixar aquele homem sair dali com vida ou seu mestre o reduziria a pó.   – Sectumsempra!  - gritou o  jovem  e  saiu de  trás da arvore para um combate direto, suspirou derrotado ao ver o homem  ainda de pé.  Ele parecia bom em duelos,  apesar de parecer apenas um auror detetive parecia ser experiente em batalhas, portando teria de dar um jeito de azará-lo, antes que pudesse executar o individuo.  Um sentimento de  irritação cresceu dentro de Henry, a raiva lhe tomando o  corpo. Se parasse para notar era perceptível  um veia saltada em sua testa.  Se não podia atacar diretamente teria de usar outros meios de atingir o homem  que lhe apontava a varinha e tentava a todo custo lhe  azarar e prender, mas Henry era um bom corredor e um  ótimo duelista, e o fato de estarem numa floretas facilitava  para Henry conseguir ser rápido o suficiente para  se esconder atrás de uma árvore.  – Bombarda Maxima! – Gritou apontando para os pés do alvo em questão.  
Estava ofegante, os lábios cheios entreabertos buscavam por ar para seus pulmões, mas pelo menos o feitiço havia surtido o efeito que desejara, fosse pelo barulho ou por seus efeitos, o homem parecia desorientado. – Confundus  - bradou. Era o fim. O homem parecia mais desorientado e ainda mais  confuso do que após o Bombarda Maxima.    – Crucio! -   bradou apontando sua varinha para o homem confuso, viu-o cair de joelhos  e gritar em plenos pulmões, foi aos poucos se aproximando. Mal conseguia ouvir por cima dos gritos de dor os pés quebrarem os  galhos secos com o a sola do coturno.  – Para quem você trabalha? – perguntou num tom áspero  ao homem jogado no chão e com a respiração ofegante por conta da maldição a pouco usada. – Crucio! – O corpo no chão  se contorcia, as veias  pareciam que iriam estourar por  conta dos gritos altos e agudos emitidos pelo homem deitado no chão e quase sem força alguma, a varinha jazia caída a alguns centímetros das mãos que  tinham os dedos contorcidos  como se fossem garras a tentar agarrar alguma coisa  – Vou perguntar mais uma vez: Para quem você trabalha? - ditou desse vez   os olhos semicerrados e  a varinha  era abaixada devagar. – P-para o Ministério inglês. - Otimo,  pelo que pareceu os ministérios estavam se juntando e montando forças contra  todos eles.   – O que eu faço com você, hm?- perguntou num tom de falsa duvida, levou os  pé direito ao peito do homem e apoiou seu peso ali, conseguia ver pela luz do luar os olhos refletirem o temor de morrer ali naquela floresta.   – Você teme a morte? –   perguntou forçando ainda mais o pé no meio do peitoral do homem, pode ouvir baixinho um osso estalar, talvez estivesse quebrado, não sabia.  – Se me matar todos saberão. – :ameaçou o homem com um fio de voz.
Muita coragem! Estava beirando a morte e ainda tinha coragem de tentar uma intimidação? Um riso soprado escapou por entre os lábios do franco-japonês.  – É bom que saibam mesmo. – ditou num tom baixo e meio malicioso.  Viu o homem tentar alcançar a  varinha  que estava próximo ao seu pé  esquerdo, não teve duvidas quando mudou o peso do peito do homem para o braço esticado. O barulho de algo se partindo deu a certeza  que Henry queria, o braço havia se quebrado e só para ter certeza apreciou o  urro de dor que escapou dos lábios do homem em desvantagem.   – Não ouse! – bradou num tom revoltado e  meteu com força o a sola do coturno sobre o abdômen.  Um  suspiro frustrado escapou dos lábios do oriental, realmente... deveria acabar com aquilo logo.   Mas... talvez pudesse se divertir um pouco, certo?  – Sectumsempra!-   os cortes apareceram instantaneamente, o liquido  que Henry sabia ser vemelho escorria por cortes  profundos  causando  gritos que o jovem bruxo deduziu ser de dor, nada alegrava mais Henry  do que ouvir os grunhidos de dor de alguém que logo encontraria a morte certa.  Observou por algum tempo o homem expelir todo o sangue que havia em seu corpo, o chão ao seu lado estava empapado com o  liquido que se fundia à terra e formava uma pasta grudenta, como lama.  Nesse meio tempo  Henry  partiu a varinha de seu oponente e usou os pedaços para  cutucar as feridas abertas do homem que agonizava. Em alguns momentos o fez gritar  de dor com a Maldição Cruciatus.


Os primeiros raios de sol pontavam no céu cinzento indicando que estava amanhecendo e logo teria de voltar e relatar o que descobrira ao seu superior.  Sorriu de canto para o homem que  respirava com certa dificuldade  no chão e  se abaixou  próximo ao corpo quase desfalecido.  – Você é mais forte do que eu imaginava... foi divertido brincar com você, mas infelizmente eu tenho que voltar. – murmurou num tom de tristeza que logo foi contradito pelo sorriso maldoso brotando nos lábios cheios, ergueu-se depois de dar dois tapinhas fracos nas bochechas já gélidas do homem.  – Avada Kedavra!  - a conhecida luz esverdeada deixou a varinha de Henry ceifando assim o que restava de vida  no corpo estirado no chão.

Caminhou ainda por algum tempo na floresta e  quando se viu quase na orla desaparatou  de volta para  os limites da propriedade onde ficava o esconderijo, teria  de convocar a todos e deixa-los a par da situação e de como estavam os Ministérios mágicos em relação à eles.





Idade : 25

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Mensagem por Moon Kidoh em Qua Set 06, 2017 11:44 pm
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