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[FP] Giovanna Yukimura

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Mensagem por Naomi S. Yukimura em Ter Ago 08, 2017 1:24 am
Giovanna Yukimura
27 anos — St. Aimer — Bruxo — Arden Cho

DADOS IMPORTANTES
Cargo desejado » Clínico Geral

País atual » Itália

Habilidades » Se possuir alguma.

DESCRICÕES
Descricão psicológica » Bastante perfeccionista e é bastante amiga.
bastante solidária e ingênua, ao ponto de ser considerada burra. Ela é muito sensível com a palavra burra ao ponto de algumas vezes ficar um pouco agressiva, por considerar isso como bullying algo que ela é completamente contra. Ela é muito querida e amada por quase todos, justamente por ser extramamente doce com as pessoas, ao ponto de pagar um cupcake para alguém que está sem dinheiro. Sua bondade e inocência já foi muitas vezes usada contra ela.
Consegue ser bastante atraente e rude quando quer, Ela se preocupa muito com o que as pessoas pensam dela, Ela é extremamente emocional em determinados momentos, Ela está disposta a fazer quase tudo para realizar os seus objetivos.
Por causa de vários momentos de sua vida, tem que esconder como é realmente se tornando fria, cruel e grossa.

Biografía » Bom, antes de mais nada devo começar me apresentando e dizendo tudo sobre mim ao mesmo tempo em que começo a contar a história de meus pais.

Em Ottawa, mais especificamente 30 de janeiro de 1980 após uma noite em um clube qualquer do local, uma morena, chamada Elizabeth, caminhava pelas ruas calmamente, sempre olhando ao redor para ver se não tinha ninguém atrás, era sempre assim desde que ouviu notícias sobre assaltos, estupros e etc. Mas naquele dia em especial, não tinha nada disso, somente uma garota assustada a procura de paz para ir para sua casa. Nesse mesmo tempo, um homem, vulgo Daniel, estava andando calmamente pela mesma rua com as mãos no bolso e olhava a rua movimentada, começando a andar quando esbarrou em algo, ou melhor em alguém. No momento em que a mulher estava prestes a cair, Ele a segurou e ficou olhando nos olhos, nos lindos olhos castanhos da morena presos nos seus olhos claros e sorria de um jeito que a garota nunca achou que tivesse visto antes. Acho que isso é o que se pode chamar de amor á primeira vista.

Durante muito tempo, eles ficaram amigos, saiam em encontros mas não sabiam por onde começar, não sabiam o que dizer, não sabiam como contar quem estavam apaixonados um pelo outro. O Tempo passou e um dia, Daniel criou coragem e qual foi a alegria ao saber que  ela sentia o mesmo e se entregaram um ao outro.

30 de janeiro de 1990, foi o dia em que a pequena Giovanna nasceu e foi o que trouxe mais felicidade a todos. Ela viveu bem, sempre foi uma garota cativante mas nunca imaginou que com a chegada de seu novo melhor amigo, tudo iria mudar. Alexandre Strigal sempre foi uma criança solitária e Giovanna sempre foi uma garota alegre e extrovertida. Ele ficava o tempo todo a olhando de um jeito bastante assustador, todos pareciam notar menos a morena, o tempo foi passando e a garota nunca percebia, seus pais tentavam a avisar sobre o estranho amigo da morena mas ela não parecia ouvir e acabou que isso sempre ocasionava em brigas entre os três. Com o tempo, mais ou menos quando a garota tinha 15 anos, a briga foi ficando cada vez mais intensa tanto que chegou ao ponto em que a garota morena saiu de casa, ela caminhava com as malas pela calçada na noite fria quando foi abordada por seu amigo, Alexandre. Ele estava a olhando totalmente enlouquecido, o sorriso do garoto estava maior que o normal e foi então que lhe abordou sobre suas malas e a garota falou, relatou sobre ter saído de casa e foi quando ele a convidou para sua casa e ela aceitou de bom grado, nunca imaginou que ali seria um cativeiro para ela e mais algumas garotas que se pareciam com ela. Ao chegar, ele segurou fortemente em seu braço, deixando suas malas caírem e caminhou a passos rápidos atrás dele sem entender nada do que estava acontecendo. Ele abriu a porta de um quarto e a abriu, revelando três garotas ali que a garota reconheceu pelas fotos que apareciam nos noticiários, ele a jogou ali e fez a garota ir em direção ao chão sem entender o que diabos estava acontecendo naquele momento. Se aproximou da porta, socando a mesma enquanto gritava mas no momento em que se cansou, virou para as três meninas e ficou as olhando sem entender muita coisa.

O tempo foi passando e a garota estava ali fazia 2 anos e nada mudava em sua vida, somente em uma noite em que entrou no quarto onde as três garotas se encolhiam de um jeito absurdo, ele se aproximou e a pegou pelo braço saindo do quarto, a garota olhava ao redor a procura de algo para fugir daquele lugar que a tanto tempo tenta tal ato mas não tinha nada, ele sempre a encontrava antes da mesma fugir, ela se sentia péssima por ter brigado com seus pais por conta daquele maluco que havia a prendido quando na verdade, ela quem estava errada de o proteger tanto. Mais uma vez, seus pais estavam certos e ela errada. Ao chegar perto de um quarto, arregalou os olhos processando o que aconteceria naquele momento, ela não podia acontecer, não mesmo. Ao se aproximar do quarto, começou a se debater tentando sair daquele aperto que o que ela mais queria era fugir, não podia de jeito nenhum. Balancei a cabeça negativamente, o vendo com a face mais macabra de qualquer outro momento, ele iria mesmo fazer isso mas é claro que não. Ao adentrar, ele a soltou trancando a porta e ela se mantinha longe o tempo necessário para ele não tentar nada e ele tentava se aproximar a todo custo enquanto ela tentava fugir correndo pelo quarto, coisa que se tornou impossível quando ele a jogou na cama e tirou suas roupas, em alguns momentos, rasgava a dela enquanto ela se debatia, lutava com toda a força que tinha. Claro que não teve nenhum exito com o que queria e acabou que ele realmente fez o que ela mais temia aconteceu, ela tinha sido estrupada por ele várias e várias vez(es)
naquela noite. Quando levantou com as pernas bambas, o viu abrir a porta e o empurrou saindo do quarto correndo em direção as escadas mas no mesmo instante, sentiu alguém a empurrar daquelas escadas e ela desabou escada abaixo, desmaiando no momento seguinte.

Quando acordou no dia seguinte, estava no quarto que dividia com as meninas e elas estavam ao seu redor todas preocupadas com seu estado, ela precisava fazer algo e se levantou calmamente colocando a mão na cabeça e suspira sentindo doer ainda olhando ao redor, ele não estava ali e também não deixou a porta aberta, nem mesmo um pingo de esperança ele queria que elas sentisse. Suspirou enquanto pensava em alguma forma de fugir e olhou para as garotas tendo o plano perfeito para tal ato. Após a noite cair, olhou para as meninas quando escutou a porta abrir e se virou para ela sorrindo de lado e o vendo entrar no mesmo instante em que assentia para duas meninas e as mesmas se jogaram para cima dele enquanto ela e a outra corria pelos corredores daquele lugar até a saída onde a porta estava destrancada e saiu correndo com a menina avistando um carro passando e bate no vidro, o vendo abaixar e pede ajuda, adentrando o carro no mesmo instante indo para a delegacia e no mesmo instante, ao chegar ao local, o denunciou e ficou esperando por noticias das suas duas amigas e ao ver as duas chegarem, sorriu aliviada e as abraçou o vendo ser preso e suspirou, esperando por noticias de seus pais, ela queria se desculpar ao mesmo tempo em que não sabia se eles queriam a ver. Qual foi sua felicidade quando eles adentraram a porta tão desesperados quanto ansiosos por noticias da filha e chorando de saudades, correu até eles os abraçando.

Quando fez 21 anos de idade, resolveu mudar de cidade para tentar esquecer essa fase e resolveu viajar pelo mundo até que parou na Itália, onde está até hoje e sempre está mandando noticias a seus pais.

TESTE DE AÇÃO
Descrição » Eu estava mais uma vez em meu turno terminando de anotar o que tinha feito no relatório sobre a pessoa que havia recebido no local quando escutei alguém gritar por ajuda e corri em direção a entrada, arregalando os olhos enquanto observava a criança gemendo de dor enquanto o adulto, que parecia estar totalmente desesperado por isso e arregalei os olhos me virando para trás e vendo todos olhando assustados – me tragam uma maca, agora! – Gritei enquanto olhava mais uma vez para o menino e suspirei, quando trouxeram a maca, começando a correr pelos corredores até uma sala de cirurgia ao qual adentrei enquanto uma enfermeira se certificava de avisar ao senhor que não poderia entrar ali e observei os sintomas do menino começando a falar – Está com tremedeira, suando frio. Precisa perguntar ao pai o que aconteceu enquanto eu faço um raio x nele! – dizia para a pessoa mais próxima de mim que assentiu, saindo do local enquanto eu pegava minha varinha recitando -  Ecsilumus! – Passei por todo seu corpo, estava tudo ok tirando o fato de uma coisa peculiar na perna do garoto  e arregalei os olhos quando percebi que se tratava de uma picada de aranha e tinha que pensar no que ir primeiro e olhei para frente começando a pensar no que fazer. Me virei para umas pessoas que estavam ali – preciso de um pote com água fria e sabão, precisamos limpar a ferida agora ou pode piorar! – Eu dizia em certa urgência vendo trazerem no instante seguinte e me aproximei de sua perna passando a esponja com o sabão sobre a mesma e em seguida, joguei um pouco da água sobre a parte ensaboada, olhei para a mesma e suspirei no instante seguinte, pensando em como diminuir o inchaço da picada e olhei novamente para o garoto falando – Preciso de uma compressa de gelo para colocar em cima do machucado! – Dizia enquanto pegava um esparadrapo e deixava ao lado olhando para o garoto enquanto ele suava frio, quer dizer, enquanto parava de suar e suspirei aliviada vendo a garota voltar com a compressa de gelo ao qual deixei ao lado enquanto começava a pensar em medicamentos trouxas para tratar da tremedeira do garoto e me virei para uma das pessoas que estavam me ajudando – quero que injete 2 miligramas de primidona e fique de olho para caso piore, depois que o gelo acabar, coloque esse esparadrapo em cima da ferida da picada do garoto, irei conversar com o pai! – dizia enquanto observava o garoto e antes de sair apontei para o menino e recitei – Relidor! – e no instante seguinte, saia do quarto até a sala de espera onde estava o pai do menino e se levantou no exato momento em que me aproximei – Olá, bom seu filho está melhor mas terá que ficar em observação e amanhã poderá o levar para a casa! – sorria de lado para o homem e caminhou até o balcão pegando a prancheta do garoto que a enfermeira havia me dado e sorri de lado agradecendo começando a escrever algumas coisas enquanto pensava em como aquilo havia acontecido.



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Mensagem por Helga Hufflepuff em Ter Ago 08, 2017 9:03 pm
FICHA NEGADA (motivo enviado por MP).



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Pacientes, sinceros, sem medo da dor.”
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Mensagem por Naomi S. Yukimura em Sex Ago 11, 2017 9:59 pm
Giovanna Yukimura
29 anos — St. Aimer — Bruxo — Arden Cho

DADOS IMPORTANTES
Cargo desejado » Clínico Geral

País atual » Itália

Habilidades » Se possuir alguma.

DESCRICÕES
Descricão psicológica » Bastante perfeccionista e é bastante amiga.
bastante solidária e séria, Naomi não tem muita paciência com certas coisas embora o trauma que viveu tenha afetado esse lado de sua personalidade e não é de confiar nos outros.
Consegue ser bastante atraente e rude quando quer,  Ela é extremamente emocional em determinados momentos, Ela está disposta a fazer quase tudo para realizar os seus objetivos.
Por causa de vários momentos de sua vida, tem que esconder como é realmente se tornando fria, cruel e grossa.

Biografía » Nascida em Amarillo, Texas, em 16 de agosto de 1990. Naomi. A morena, desde a infância sempre teve que presenciar brigas dos pais ainda mais que eles pareciam brigar ainda mais depois de um acidente com seu irmão mais novo, Yuri em que seu pai cuidava enquanto conversava com sua mãe ao telefone que era mais uma discussão do que uma conversa e a morena de apenas 7 anos tentava se distrair brincando com suas bonecas enquanto a escutava gritar alguma coisa com seu pai. A garota nunca entendia  o porquê era tão complicado se seus pais se amavam e toda vez que isso acontecia, tinha que ficar distraindo seu irmão de apenas 5 anos de tudo mas o desastre aconteceu nesse meio tempo. Durante a discussão, Naomi escuta os gritos de sua mãe ao mesmo tempo em que eram misturados com o de seu pai chamando por Yuri. “O que será que tinha acontecido com seu irmão¿” Era o que ela mais se perguntava ao mesmo tempo em que tentava tirar conclusões precipitadas mas para uma garota de apenas 7 anos, deveria ser que ele havia corrido para longe de tudo isso. O que não foi exatamente que aconteceu. Ela sempre soube que seu irmão adorava mar e para ela, foi péssima a ideia de levar seu irmão para lá, ela sempre sabia que tudo que aconteceu foi culpa de seu pai que tentava ao máximo mostrar que era o melhor em tudo que fazia, que ela sabia que não era, o que ocasionou na morte de seu irmão.  Durante todo o velório de seu irmão, ela não entendia  porque muita gente que não falavam com sua família estavam ali mentindo que se importavam com seu irmão. Mesmo com a dor de perder um filho, seus pais resolveram se separar e ela sempre tinha que ficar com esse vai e volta com sua mãe e seu pai, que sempre faziam questão de tentar colocar a garota um contra o outro. Mesmo com toda essa confusão, a garota adorava usar magia em todo o lugar que pudesse, sempre teve que ouvir palavras para esconder a magia e fazia o possível para isso, por causa disso, ela era taxada como a esquisita e não tinha amigos e mesmo que tentasse, ninguém a queria por perto. Quando 11 anos,  recebi uma carta de Mahoutokoro e a cada minuto que se passava, ela ficava ansiosa para ir e quando realmente, chegou o grande dia e foi para a escola, ao chegar, foi selecionada para a casa Inugami.  Ali, ela soube que era o local onde iria se encaixar e assim foi até que conheceu Alexandre Strigal e ele sempre foi uma criança solitária e a morena sempre foi uma garota alegre e extrovertida. Ele ficava o tempo todo a olhando de um jeito bastante assustador, todos pareciam notar menos a morena, o tempo foi passando e a garota nunca percebia, seus colegas de casa tentavam a avisar sobre o estranho amigo da morena mas ela não parecia ouvir e acabou que isso sempre ocasionava em brigas entre os três. Com o tempo, mais ou menos quando a garota tinha 15 anos, a briga foi ficando cada vez mais intensa tanto que chegou ao ponto em que a garota resolveu dar uma volta pelos corredores da escola, ela caminhava de braços cruzados sentindo o ar gelado quando foi abordada por seu amigo, Alexandre. Ele estava a olhando totalmente enlouquecido, o sorriso do garoto estava maior que o normal e foi então que lhe abordou sobre para onde estava indo e a garota falou, relatou sobre ter se cansado de todos e foi quando ele a convidou para um lugar especial e ela aceitou de bom grado, nunca imaginou que ali seria um cativeiro para ela e mais algumas garotas que se pareciam com ela. Ao chegar, ele segurou fortemente em seu braço, deixando a garota assustada e caminhou a passos rápidos atrás dele sem entender nada do que estava acontecendo. Ele abriu a porta de um quarto e a abriu, revelando três garotas ali que a garota reconheceu pelas fotos que apareciam nos noticiários, ele a jogou ali e fez a garota ir em direção ao chão sem entender o que diabos estava acontecendo naquele momento. Se aproximou da porta, socando a mesma enquanto gritava mas no momento em que se cansou, virou para as três meninas e ficou as olhando sem entender muita coisa.

O tempo foi passando e a garota estava ali fazia 2 anos e nada mudava em sua vida, somente em uma noite em que entrou no quarto onde as três garotas se encolhiam de um jeito absurdo, ele se aproximou e a pegou pelo braço saindo do quarto, a garota olhava ao redor a procura de algo para fugir daquele lugar que a tanto tempo tenta tal ato mas não tinha nada, ele sempre a encontrava antes da mesma fugir, ela se sentia péssima por ter brigado com seus pais por conta daquele maluco que havia a prendido quando na verdade, ela quem estava errada de o proteger tanto. Mais uma vez, seus pais estavam certos e ela errada. Ao chegar perto de um quarto, arregalou os olhos processando o que aconteceria naquele momento, ela não podia acontecer, não mesmo. Ao se aproximar do quarto, começou a se debater tentando sair daquele aperto que o que ela mais queria era fugir, não podia de jeito nenhum. Balancei a cabeça negativamente, o vendo com a face mais macabra de qualquer outro momento, ele iria mesmo fazer isso mas é claro que não. Ao adentrar, ele a soltou trancando a porta e ela se mantinha longe o tempo necessário para ele não tentar nada e ele tentava se aproximar a todo custo enquanto ela tentava fugir correndo pelo quarto, coisa que se tornou impossível quando ele a jogou na cama e tirou suas roupas, em alguns momentos, rasgava a dela enquanto ela se debatia, lutava com toda a força que tinha. Claro que não teve nenhum exito com o que queria e acabou que ele realmente fez o que ela mais temia aconteceu, ela tinha sido estrupada por ele várias e várias vezes
naquela noite. Quando levantou com as pernas bambas, o viu abrir a porta e o empurrou saindo do quarto correndo em direção as escadas mas no mesmo instante, sentiu alguém a empurrar daquelas escadas e ela desabou escada abaixo, desmaiando no momento seguinte.

Quando acordou no dia seguinte, estava no quarto que dividia com as meninas e elas estavam ao seu redor todas preocupadas com seu estado, ela precisava fazer algo e se levantou calmamente colocando a mão na cabeça e suspira sentindo doer ainda olhando ao redor, ele não estava ali e também não deixou a porta aberta, nem mesmo um pingo de esperança ele queria que elas sentisse. Suspirou enquanto pensava em alguma forma de fugir e olhou para as garotas tendo o plano perfeito para tal ato. Após a noite cair, olhou para as meninas quando escutou a porta abrir e se virou para ela sorrindo de lado e o vendo entrar no mesmo instante em que assentia para duas meninas e as mesmas se jogaram para cima dele enquanto ela e a outra corria pelos corredores daquele lugar até a saída onde a porta estava destrancada e saiu correndo com a menina avistando um carro passando e bate no vidro, o vendo abaixar e pede ajuda, adentrando o carro no mesmo instante indo para a delegacia e no mesmo instante, ao chegar ao local, o denunciou e ficou esperando por noticias das suas duas amigas e ao ver as duas chegarem, sorriu aliviada e as abraçou o vendo ser preso e suspirou, esperando por noticias de seus pais, ela queria se desculpar ao mesmo tempo em que não sabia se eles queriam a ver. Qual foi sua felicidade quando eles adentraram a porta tão desesperados quanto ansiosos por noticias da filha e chorando de saudades, correu até eles os abraçando.

Quando voltou para a casa, parecia que tudo estava diferente e sabia que não poderia ficar para trás e resolveu ter umas aulas particulares para poder se habituar ao que tinha perdido e depois de 2 anos fazendo as aulas, conseguiu nota suficiente para passar e ir para uma faculdade fazendo  o que mais gostava: Medibruxaria.  Durante 6 anos fez o que gostava até que ficou um tempo viajando pelo mundo e voltou onde quis recomeçar.

TESTE DE AÇÃO
Descrição » Eu estava mais uma vez em meu turno terminando de anotar o que tinha feito no relatório sobre a pessoa que havia recebido no local quando escutei alguém gritar por ajuda e corri em direção a entrada, arregalando os olhos enquanto observava a criança gemendo de dor enquanto o adulto, que parecia estar totalmente desesperado por isso e arregalei os olhos me virando para trás e vendo todos olhando assustados – Accio Maca! – recitei enquanto olhava mais uma vez para o menino e suspirei, quando a maca apareceu e coloquei o garoto ali, começando a correr pelos corredores até uma sala de cirurgia ao qual adentrei enquanto uma enfermeira se certificava de avisar ao senhor que não poderia entrar ali e observei os sintomas do menino começando a falar – Está com tremedeira, suando frio. Precisa perguntar ao pai o que aconteceu enquanto eu faço um raio x nele! – dizia para a pessoa mais próxima de mim que assentiu, saindo do local enquanto eu pegava minha varinha recitando -   Ecsilumus! – Passei por todo seu corpo, estava tudo ok tirando o fato de uma coisa peculiar na perna do garoto  e arregalei os olhos quando percebi que se tratava de uma picada de aranha e tinha que pensar no que ir primeiro e olhei para frente começando a pensar no que fazer. Me virei para umas pessoas que estavam ali – Limpar! – Eu recitava enquanto olhava para a perna do garoto a limpando e em seguida, olhei para a mesma e suspirei no instante seguinte, pensando em como diminuir o inchaço da picada e olhei novamente para o garoto falando – Accio Compressa! – Recita  olhando para o garoto enquanto ele suava frio, quer dizer, enquanto parava de suar e suspirei aliviada colocando a compressa em cima da perna do gaoroto enquanto começava a pensar em medicamentos trouxas para tratar da tremedeira do garoto e me virei para uma das pessoas que estavam me ajudando – quero que injete 2 miligramas de primidona e fique de olho para caso piore, depois que o gelo acabar, coloque ataduras em cima da ferida da picada do garoto, irei conversar com o pai! – dizia enquanto observava o garoto e antes de sair apontei para o menino e recitei – Relidor! – e no instante seguinte, saia do quarto até a sala de espera onde estava o pai do menino e se levantou no exato momento em que me aproximei – Olá, bom seu filho está melhor mas terá que ficar em observação e amanhã poderá o levar para a casa! – sorria de lado para o homem e caminhou até o balcão pegando a prancheta do garoto que a enfermeira havia me dado e sorri de lado agradecendo começando a escrever algumas coisas enquanto pensava em como aquilo havia acontecido.



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Mensagem por Moon Kidoh em Qua Set 06, 2017 11:47 pm
Ficha Aprovada

Considerações serão enviadas por MP


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