Instituto Durmstrang
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[FP] Alexis Volkova Gyllenhaal

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Mensagem por Alexis Volkova Gyllenhaal em Qua Ago 02, 2017 11:35 pm
ALEXIS VOLKOVA GYLLENHAAL
15 anos — APRENDIZ NO ST. OSLAVK — BRUXO — LILY COLLINS


DADOS IMPORTANTES

Cargo desejado » Aprendiz no hospital St. Oslavk.

País atual » Russia.

Habilidades » Legilimência e oclumência.


DESCRICÕES

Descricão psicológica » Alexis é uma garota determinada e inteligente, além de tudo divertida e comunicativa. Sempre busca alcançar o êxito em tudo que faz, optando analisar e depois agir diferindo ela da grande maioria, contudo não se torna insensível ao sentimento alheio, pois –sempre que possível- se coloca a disposição daqueles que precisam da sua ajuda. É uma excelente amiga, mas peca em ser ciumenta demais com aqueles que ama.

Biografía » Alexis é a caçula criadas por seus irmãos mais velhos, nunca conheceu os pais ou ouviu muitas histórias sobre. Todos os filhos do casal traz em si a independência, mesmo que nem sempre assim seja, a garota na sua infância se apegou a Glenda por mãe, por todo carinho que recebia da mulher e era totalmente depende de seus cuidados. Conforme crescia se via mais distante dessa necessidade de um ser humano para se proteger, logo se abrigou nos livros sempre indicando seu aprendizado rápido. Era perceptível que a menina se tornaria ciumenta, pois já o era desde muito pequena e quando sua irmã, cuja tinha se afeiçoado mais, teve a Ailee se distanciou dela, ao saber que não teria mais sua atenção sempre.
Contudo a menina não se prejudica ao extremo por seu sentimento excessivo, pois ele não possui feitio destrutivo, ela até o considera saudável, já que aprendeu a controla-lo melhor na adolescência, embora tenha momentos que precisa se afastar de todos para não agir de forma irracional, algo que ela detesta. Por suas características obvias ela foi destinada a Haus wasser, casa ao qual pertenceu Glenda, e se destacou como uma aluna brilhante, percorreu os anos de ensino sempre com êxito, principalmente nas matérias menos prazerosas, em sua opinião. Agora no seu quinto ano ela vem se desprendendo unicamente dos estudos e abrindo-se para novas experiências, e até mesmo rebeldias, o estágio no hospital tem sido algo que ela almeja para decidir sua profissão, se a atração por medibrixaria seria passageira ou definitiva é o que ela pretende descobrir.


TESTE DE AÇÃO


Descrição »Alguns anos antes...

-Professor, hum... Eu... Posso te pedir algo?- pergunto timidamente ao docente que me encara confuso. –Claro que pode Alexis, o que deseja?- ainda analisando meu olhar ele fala gentilmente. –Na verdade acho que você já deve saber o que eu quero- o encaro um pouco mais confiante mordendo o canto inferior do lábio. –Compreendo... Mas você é muito nova para tudo isso, não acho que seja o momento d...- fecho a cara revoltada com o que eu ouço –O senhor não pode me julgar só pelo que vê na sala! Olha dentro da minha mente e você vai saber que minha idade não muda em nada meu desejo!- cuspo as palavras irritada com frase “você é muito nova” é sempre a mesma baboseira, eu sou inteligente e suficientemente capaz de aprender isso. Ele perde algum tempo me analisando, talvez esteja me interpretando, mas se estivesse eu saberia e como se ele tivesse perdido uma discussão com a mulher baixou a cabeça e a voz –Certo, na minha sala todas as sextas. Se você quer realmente eu acho que não terá problema em deixar de lado uma função ou outra- ele acrescenta antes de dizer que seria o teste para o quadribol.


Adentrei o cômodo já conhecido, muito mais quieto do que de costume e encontro o professor sentado em sua mesa fazendo anotações. –Boa noite Srta. Heckmann, sente-se por favor- ele diz gentilmente sem levantar o olhar. –Primeiramente você deve saber que essa habilidade suga muito da pessoa, principalmente quando não dominada. Também devemos levar em consideração que a aptidão da sua varinha embora maior que a sua, depende inteiramente da sua dedicação. Primeiramente vamos começar com o feitiço simples e você tentara adentrar nos meus pensamentos mais singelos, como qual o horário que terei de levantar amanhã. Entretanto senhorita, espero que sabia o motivo pelo qual aceitei lhe dar aulas de legilimência, é devido eu reconhecer na sua índole indícios de que não usara para o mau o manipulação de outra pessoa. Desejo que isso se mantenha- concordo com a cabeça, afinal eu não tinha este intuito mesmo. Após mais uns bons minutos de conversa pude praticar o encanto. Encarei o Sr. French nos olhos e pronunciei alto –Legilimens- uma fraca sensação de atraso me incomodou. Permaneci tentando até saber realmente da onde surgira a sensação de atraso e como tudo se sucedera.


 Alguns anos depois...


Após um café da manhã revigorante me preparei para o que seria um dia exaustivo de acompanhamento de tratamentos. Já sentia o peso da decisão tomando conta de mim e até então não sabia dizer se queria realmente ser uma curandeira. Adentrei no pequeno caos diário do St. Oslavk, notei um homem com uma das orelhas maior que o corpo e ele tinha de se apoiar muito para não cair, ainda tinha uma mulher vomitando lesmas o que me lembrava azarações que às vezes via no colégio sorri divertida pela cena. No meu pequeno cubículo já havia dezenas de pedidos de relatórios para serem entregues imediatamente, mas um pedido peculiar. Meu chefe sabia da minha capacidade de legilimência e muitas vezes me usava de arma para descobrir informações que os pacientes desejam ocultar, hoje não poderia ser diferente, tinha uma mulher que ele esperava que eu invadisse as lembranças.


Ela era muito pequena e suja, com cabelos engrenhados e uma horrível cicatriz no olho esquerdo, seu braço e pernas estavam queimados terrivelmente e todos sabíamos que aquilo só podia ter sido um ataque de dragão, a questão era por que? Meu trabalho tinha sido requisitado pela própria ministra da magia. Um pouco acanhada me aproximei da mulher que sussurrava algumas palavras desconexas, procurei encará-la no olho bom, ela não hesitou, mas parecia reconhecer a minha intenção e quando tentei interpretar suas memorias veios os já conhecidos fleches de lembranças, mas aquelas não era as memorias dela e sim as minhas, de repente revivia a cena de quando a pequena Ailee nasceu e senti todo o ciúme que tinha me consumido naquele dia, toda vontade de que ela não estivesse ali, e uma dor muito grande de magoa no meu peito. Eu não queria que aquilo fosse visto por ninguém, era algo que eu desejava esquecer, nunca deveria ter acontecido, eu era imatura. E então senti meus joelhos baterem bruscamente no chão e uma exaustão sem tamanhos, a mulher aumentou o tom de voz para que todos ouvissem –Uma legilimente deveria no mínimo saber se defender, sua tolinha. Você é quem deveria procurar ajuda- o baque das palavras dela me feriram no intimo enquanto a enfermeira me ajudava a levantar, dizendo para não me incomodar com o que ela falava. Mas já o tinha feito e como não podiam me liberar e viram que não apta o suficiente para descobrir o que aconteceu com a mulher, me mandaram pro escritório para que pudesse terminar meus relatórios.


Enquanto preenchia as linhas detalhadas de cada caso permanente que residia no hospital as palavras daquela mulher ecoavam na minha mente, então decidi por me comunicar com meu antigo professor de feitiços e, secretamente, de legilimência. Ele me devia um novo aprendizado, o da oclumência, pois como constatei sou péssima. Enviei uma carta na esperança de que a pequena Íris o encontrasse, e me voltei aos enormes relatórios visto que não sairia tão cedo daquela sala.
 
[...]

Era o nosso quinto encontro e só então eu conseguia entender melhor como tudo funcionava, eu praticava muito durante as minhas folgas, mas era muito difícil quando não tinha um professor para me auxiliar. Naquela noite era terceira tentativa do Sr. French entrar na minha mente e antes mesmo que ele pudesse me encarar minha mente estava silenciosa e vazia, eu esperei, e então ele começou a tentar. Eu sentia uma dificuldade muito menor do que a da primeira vez, já não estava prestes a cair e nenhum fleche da minha vida era descoberto. Tudo estava as cegas para ele e depois de um pouco mais de cinco minutos ele parou de tentar me invadir –Muito bem pequeno gafanhoto!- comentou ele brincalhão –Posso dizer que está formada. E que não tenho nada mais a lhe ensinar!- encarei ele extasiada  -A para com isso, eu sempre tenho o que aprender com você. Fica esperando minha próxima coruja- o abraço em despedida.


Alexis Volkova Gyllenhaal
15 years x Haus Wasser x Family Gyllenhaal
Idade : 16

Localização : Russia

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Estagiário de St. Mungus

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Mensagem por Godric Gryffindor em Qui Ago 03, 2017 12:37 am
FICHA APROVADA!


"Bold Gryffindor, from wild moor."
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