Instituto Durmstrang
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Tiny Toy's Kids Haven

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Mensagem por Godric Gryffindor em Sab Jul 29, 2017 4:10 pm

Tiny Toy's Kids Haven




Preparada para crianças de todas as idades, o local foi especialmente pensado para promover a socialização das crianças e possibilitar maior liberdade para seus responsáveis. Tem vista para o jardim do hotel e foi arquitetado para lembrar uma casa de brinquedo. Há monitores responsáveis por promover atividades recreativas durante o dia todo e um cardápio especialmente adequado e nutritivo para o paladar infantil. Além de brinquedos de todos os tipos, é possível encontrar um grande número de obras literárias para diferentes idades, além de livros de desenho e telas para pintura.
Mediante autorização dos pais, as crianças podem ainda ser acompanhadas por um monitor e salva-vidas em uma pequena exploração aquática com direito a apresentação lúdica sobre a fauna e flora local. O local funciona de 10 às 18 horas, de domingo a domingo. O responsável que não comparecer para buscar seu filho no horário adequado terá a multa cobrada no check out.



"Bold Gryffindor, from wild moor."
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Mensagem por Savannah E. N. Piffirman em Ter Ago 08, 2017 4:01 pm

Com Yael

Apesar de estar de castigo a menina não estava nenhum pouco triste, pois isso a fazia não ficar em casa. Por não ter elfos a menina era dividida no emprego de ambas as mães, já que a escola não era de tempo integral, apenas meio turno, bem pelo menos aquele ano, já que pelo informado o próximo elas ficariam das oito horas da manhã até às dezessete horas da tarde. Yael que tinha ido lhe buscar na escolinha e agora a pequena estava no espaço reservado às crianças no hotel da mãe. Recebeu várias alertas enquanto era levada para o lugar, pois ficaria nos cuidados de alguns funcionários enquanto a mãe iria resolver algo.

Savannah olhou de um lado para o outro e sorriu, no lugar tinha tudo que ela gostava, apesar de algumas crianças remelentas. Viu um menino cutucar o nariz e colocar o dedo na boca, aquilo fez  a menina fazer uma careta e nega. - Que porco, deveria estar naquele lugar que tem porquinhos.. - Murmurou indo para o lado oposto que aquela criança, provavelmente seria algum filho de trasgo para agir daquela maneira. Caminhou até a parte que tinha telas de pintura e pegou um avental. - Não precisa, eu sei colocar, minha mamãe me ensinou a me vestir sozinha. - disse assim que um monitor responsável por dar às atividades lhe quis ajudar a colocar o avental alegando que ela não podia sujar o uniforme LINDO que estava usando. “Deve achar que sou bebê só pode!” Pensou ao ver ele lhe encarando, sendo a filha de uma mulher que fazia artes maravilhosas, sabia muito bem como colocar um avental muito bem, além do que, estava sendo feita de elfa em casa e tinha que usar avental para ajudar a limpar as coisas na cozinha.

Depois de devidamente arrumada, para não sujar o uniforme rosa que tanto amava, a pequena se posicionou na frente de uma tela e apanhou o pincel. - Um desenho para a mamãe Sasha! - falou com um sorriso nos lábios e então molhou a ponta do objeto no azul, deu dois passos para frente e em movimentos suaves, movimentou ele  para lá e para cá na tela, fazendo um céu. Viu que nenhum dos adultos ali lhe olhava e então fez alguns respingos de tinta na parte de baixo do uniforme. Ela odiava mais que tudo aquela coisa e não estava afim de usar ele novamente e se dependesse dela, ela iria pelada de bunda vermelha para a escola, mas não ia usar aquela cor de querer a morte! A menina voltou a pintar a tela quando uma menina parou na tela ao lado da dela. Arqueou a sobrancelha esquerda e ficou olhando a garota começar a sua pintura. - Hum.. Acho que vermelho ficaria legal. -sugeriu e escutou o comentário dela. - Sei lá, vermelho combina com tudo, eu acho.. - coçou o queixo com a mão suja e deixou o lugar azul. - Está rindo de que?  - perguntou ao achar estranho a menina começar a rir e suspirou ao escutar a resposta. - Depois limpa… - deu de ombros e sorriu para a jovem. - Sou Savannha, mas pode chamar de Sav! - se apresentou e voltou a pintar, agora fazendo um arco íris.


∙∙∙ Savannah Ellizabeth Negherborn Piffirman
 
Filha de Sasha & Yael | 6 anos || Furacão - Desastre - Dinamite || Família Piffirman ♦️
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Mensagem por Yael L. N. Piffirman em Qua Ago 09, 2017 11:43 am
THE STORM
i'm back, bitches
You can't stop me
O dia parecia se arrastar até o fim, mas Yael permanecia um tanto quanto perseverante quando buscou Savannah na escola. Surpreendentemente a menina tinha mantido um comportamento decente durante todo o dia, o que era sinal de bom presságio, ou pelo menos era o que ela dizia para si. 
Ainda precisava assinar uma papelada e liberar a pobre secretária. A jovem trabalhava por dois e, embora recebesse muito bem, Yael tendia a sempre liberá-la um pouco antes do horário por se sentir um tanto quanto culpada. Pelo mesmo motivo, não mantinham um elfo em casa. Além de gostar de se responsabilizar por tudo, literalmente, considerava desnecessário e um tanto quanto exploratório ter um elfo em uma casa tão pequena, com tão pouca coisa para se fazer, graças às azarações espalhadas pelos cômodos. 
A medibruxa logo chegaria e Yael pediu para que fosse encaminhada diretamente para seu escritório, para conversarem a sós antes que ela conhecesse a menina e assim foi feito tão logo quanto a mulher pôs os pés no hotel. 
- Prazer em conhecê-la. Já aviso de antemão que você é nossa última esperança, então... - A morena brinca ao conhecer a pediatra. - Savannah tem se tornado um caso sério nos últimos dois anos e está cada vez mais difícil lidar com ela e suas travessuras. Se não houver algo de anormal nisso tudo, então ficamos sem teorias. - Ela explica, passando um relatório completo do comportamento rebelde da filha enquanto a encaminhava para a área infantil do local. - Ela sempre foi agitada, saiu à mãe, mas mal-criada e briguenta são características que estão se tornando cada vez mais fortes na personalidade dela, para o nosso desespero. Especialmente porque ela quase não sofre influências externas, a criança com a qual é mais próxima é a filha de meu irmão mais velho, já que só agora frequenta a escola, e ela é um doce de menina. A última obra dela foi ir contra todas as nossas ordens e tentar "fazer um bolo surpresa" na cozinha, se é que eu caio nessa. Derrubou metade do armário, um desastre. - Yael suspira, adentrando no cômodo um tanto receosa do que a filha pudesse estar aprontando. A menina era tão sociável quanto a morena quando não estava tentando atear fogo em alguma coisa e parecia já ter feito amigos. 
Yael encara suspeita ao descobrir que a menina é filha da medibruxa. Guardou para si suas dúvidas quanto à idade da mulher, poderia perguntar para Sasha posteriormente. - Savs, vem cá, meu amor. Essa é a Alysson, ela veio pra te conhecer. - Diz, evitando mencionar o nome "medibruxa" para não espantar a menina. O medo de Savannah de médicos estava fora da compreensão de Yael. 

Δ


— she was like a storm,
silenced by her own thunder, a lullaby lost in the hum of summer flies, a comet swalloed willingly by her mother sun, so afraid of her own terrible light that she rather turned to dust pretending to be no more than a sigh of silver dying silently, but a storm is never able to undo
Do not wait for it.
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Mensagem por Arabella R. Charpheimann em Dom Ago 13, 2017 1:42 am
Praia? Tô dentro!
A
rabella tinha recebido a maravilhosa notícia de que, graças ao trabalho da mãe, teriam que fazer uma pequena "viagem" para uma consulta particular e, ao descobrir que o local da consulta era a beira-mar, ficou enlouquecida. Assim sendo, naquele dia não deu trabalho nenhum para tomar banho, pediu para a mãe que lhe vestisse sua roupa favorita: short jeans com suspensórios e uma camiseta vermelha com estampa de melancia. Escolheu o Senhor Cascudo Carangueijo , uma pelúcia de carangueijo que ganhara de aniversário e considerava bem engraçado. Apressou Ágatha durante cada segundo pois achava que a irmã tendia a ser lenta demais quando o assunto era sair de casa e ela tinha pressa. 
Logo que chegou a mãe foi chamada para ir no escritório de uma tal moça e a senhora que deu o recado disse que as levarias para a área infantil. Esperando ser levada diretamente para um parquinho no meio da areia ou qualquer coisa do gênero, a menina dá a mão obediente para a senhora e anda a passos rápidos para tentar acompanhá-la. - Eu sou a Arabella, mas pode chamar só de Bella. E ela é a Ágatha, mas pode chamar ela de Ágatha mesmo. - Responde ao ouvir a senhora perguntar seus nomes. A mulher ri. Arabella começa a ficar desconfiada ao perceber que estão cada vez mais dentro do hotel, ao contrário do que esperava. - A gente não vai na praia? Eu quero fazer um castelo de areia! - Gentil, a senhora lhe explica que será levada para a brinquedoteca, mas que poderia pedir para sua mãe que autorizasse um passeio e talvez alguém a levasse para passear de barco ou ela mesma poderia levar a menina após a reunião. - Que tal pintar um castelo lindo enquanto esperam aqui? Tenho certeza que a sua mãe não vai se importar em levar duas meninas tão lindas pra brincar na areia. - A pequena meneia a cabeça em concordância, embora seus lábios formem um bico de frustração.
- Ágatha, você pede. A mamãe sempre faz o que você pede e eu queria muito ir brincar na praia... - Murmura pra irmã, ainda emburrada enquanto recebe um avental. Caminha até uma tela e pega as tintas, encarando as cores primárias frustrada. - Nem tem cor de castelo e de mar... - Retruca baixinho, pensando se aquele azul tão escuro seria bom para representar as águas esverdeadas que vira quando visitou a praia com a mãe. Escuta a sugestão da menina ao seu lado e pensa por um segundo, um pouco confusa. - Vermelho no mar? - Dá de ombros e acaba concordando. A nova coleguinha se suja com a tinta e ela deixa escapar uma gargalhada. - Tá toda colorida aí no beiço, óh! - A menina se apresenta e Arabella sorri em resposta. - Arabella, mas pode chamar de Bella. Cuidado pra não me confundir com a minha clona. - Diz, puxando a irmã pelo braço. - Essa aqui, óh. Ela é a Ágatha. - A irmã parece pouco feliz com a situação e a menina resolve ignorar seus protestos, abrindo a tinta vermelha e fazendo um risco grosso de fora a fora na tela, para representar o mar. Misturou o azul e o branco para fazer o céu e em seguida fez um grande sol amarelo ocupar quase metade do mesmo. Arabella adorava dias ensolarados e fazia questão de demonstrar isso. 
A mãe aparece com Yael e Arabella logo exclama. - Eita, moça, você é bem grandona né?! - Inclina a cabeça para trás, olhando para o rosto da mulher. Não espera pela resposta de ninguém antes de falar novamente, pois logo se lembra que pensou que viria para a praia e não para uma brinquedoteca. - Mamãe, você disse que a gente ia pra praia! Você enganou a Bella! 

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Mensagem por Sasha René N. Piffirman em Dom Ago 13, 2017 1:55 am


P
ortava um tubo telescópico nas costas portando um de seus novos projetos de pintura. Na mão, uma pasta cheia de esboços, papeis soltos e uma bolsa enorme. O salto do sapato fazia barulho pela forma com que subia as escadas com rapidez. Foi até a sala da esposa e não a encontrou. Sabia que havia passado do horário e estava estressada com aquilo, principalmente por não terem a esperado, aquele momento era muito importante para ela. Desceu as escadas com a mesma aflição que subiu e se dirigiu a brinquedoteca. Se não encontrasse a esposa, encontraria a filha. Ao chegar na porta, bufou. A consulta já havia começado. Olhou com a cara fechada para Yael e estendeu a mão para a pediatra.

-Desculpe a demora, minha assistente não pode ir hoje. Prazer, Sasha. Eu estive falando com você! -Arrumou tudo o que traziam em um canto e abriu os braços para Savannah que estava incrivelmente tímida?! -Vamos meu bem, cumprimente a Alysson!-






Última edição por Sasha René N. Piffirman em Sex Ago 18, 2017 1:11 pm, editado 1 vez(es)


SASHA RENÉ NEGHERBORN PIFFIRMAN
We consider fair every form of love.


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Mensagem por Ágatha R. Charpheimann em Dom Ago 13, 2017 2:47 am




Vamos pegar um bronze, Toy-toy!
 

Eita, o Toy-Toy não sabe nadar, e agora José?

___________________________________________________________________________________
Devido ao trabalho da mãe, vira e mexe, os quadrigêmeos estavam em viagem. Ágatha havia feito uma análise rápida anteriormente e percebeu que ela e Arabella sempre eram chamadas para estarem juntas da matriarca. Concluiu que as duas eram 'amostras laboratorias' por serem tão diferentes, mas nunca questionou Allyson. Os passeios eram maravilhosos e ela adorava se divertir. Quando soube que iriam para a praia, não dormiu direito na noite anterior. Acordou bem cedo, tomou banho sozinha, escolheu um macacão floral e uma regata salmão. Pegou um chapéu nas coisas da mãe e um óculos. Passou um batom vermelho e arrumou sua bolsa. Esperou na mesa do café. -Eu e o Toy-Toy estamos prontos!- Falou toda pomposa com o óculos caindo do rosto o que arrancou risadas da mãe. Pouco tempo depois, as três estavam em um hotel, na Austrália. Ao chegarem, a mãe seguiu para um escritório e as meninas foram deixadas com uma senhora que avisou que as levaria para uma área infantil. -Toy-Toy, fica calmo, eu te ensino a nadar. Não deve ser tão funda essa tal área infantil e quando fomos para a praia, você coloca só os pés na beirinha.- Falava com o amigo imaginário enquanto a mais velha a olhava com cara estranha, 'cara de maracujá estragado' em suas palavras. Bella desembesta um falatório sem fim, fazendo Ágatha revirar os olhos. -Ela fala demais, mas pode me chamar de Ágatha mesmo, eu não tenho apelido!- Quanto mais andava, mais o cheirinho do mar ficava distante. A menina aquela altura já havia entendido que tipo de área infantil se tratava. -Estava bom demais para ser verdade, praia que é bom, zero! -Disse ao terminar de ouvir a instrutora. Colocou o avental e recebeu as tintas. -Vou pedir mesmo, pois ela nos enganou e se ela disser não, eu e Toy-Toy fugimos daqui. Se quiser pode vir. -Olhou para a tela e começou a misturar as cores para que outras se formassem. Desenhou a areia, batendo o pincel e o céu de azul claro. Escuta a menina falar sobre o vermelho e maneia a cabeça. 'Não sabem de nada!'. De repente, sente um solavanco e Bella está a apresentá-la. -Você é meu clone, sou mais velha que você. Angel é que é seu clone, boba! -Bateu a mão na cara e voltou a desenhar. Estava quase terminando quando sua mãe chega junto com uma outra mulher e ela teve que concordar com a irmã. -Vish, moça! Você comeu fermento?- Olhava para cima com os olhos arregalados. Assentiu a cabeça com o protesto de Arabella. -É, a gente nem viu um grão de areia do mar! -A mãe deu as costas e se sentou com a morena alta. Logo chega uma mulher loira apresada. -Ei, moça, você pode levar a gente na pra...-A mulher passou com correndo. -Por que adulto só anda com pressa em Bella? Está pensando no que eu e Toy-Toy estamos pensando? -E lá vinha encrenca.







Última edição por Ágatha R. Charpheimann em Dom Ago 20, 2017 10:39 pm, editado 1 vez(es)
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Mensagem por Alyson H. R. Charpheimann em Sex Ago 18, 2017 12:20 pm
Conhecendo a nova paciente.

Devido aos eu trabalho e o medo de colocar os quadrigêmeos na escolinha, Alyson sempre que podia levava duas das filhas ou Angel e Vincent, nunca levava os quatro, os passeios sempre aconteciam em dupla quando se tratava de atendimento em algum lugar que a mais velha sabia que poderia deixar as crianças se divertirem enquanto trabalhava. Na última vez foi Angel e Vincent os premiados do passeio e agora era a vez de Ágatha e Arabella. As meninas foram avisadas  sobre a viagem que a mãe faria e ficaram muito empolgadas ao descobrirem que tinha praia. A consulta não demoraria muito tempo e isso permitiria que a mais velha curtisse a tarde com as meninas no mar. Enquanto Bella sempre pedia ajuda com suas veste, Ágatha era bem independente nesse quesito. Deixou  os outros dois pequenos com a sua mãe e então seguiu em direção a Austrália.

Ao chegar no hotel deixou as meninas aos cuidados de uma funcionária responsável pelas crianças dos clientes e foi encaminhada para a sala de Yael, uma das mães da criança que iria avaliar. Ao conversar com Sasha foi sugerido que a primeira avaliação fosse feita fora um um consultório, pois a menina tinha traumas de médicos desde que ficou internada uma vez por causa de uma virose. - O prazer é todo meu. - retribui o cumprimento com um sorriso nos lábios. - Última esperança? Espero dar conta de ajudá-las então! - Escutou ela falar um pouco de Savannah e isso a fez lembrar de Arabella, sua filha arteira e que tinha um certo grau de hiperatividade, não era muito, mas o suficiente para Alyson muitas vezes perder a paciência. Caminhou em passos calmos atrás da dona enquanto escutava, estava indo para o local que provavelmente suas filhas estariam também e só de pensar nisso, imaginou que uma guerra podia estar preste a estourar, afinal, duas crianças hiperativas no mesmo lugar podiam destruí-lo em dois minutos. - Então ela anda mais agitada que o normal? Ela já foi em algum pediatra antes? - perguntava antes de chegarem ao local e resolveu parar com as perguntas quando a menina foi chamada.

- Minhas meninas já fizeram uma amiguinha. - comentou sorrindo ao ver Arabella conversando com uma garota e viu Ágatha do lado da irmã. Sua atenção foi desviadas das meninas ao escutar a voz da mulher no telefone. - Chegou bem a tempo! - Falou com um sorriso nos lábios quando Sasha a cumprimentou. Não demorou para que Savannha abraçasse a mãe que lhe abriu os braços para recebê-la. Respirou fundo ao ver as gêmeas correrem em sua direção, algo já dizia que iriam começar a pedir para ir na praia. - Ágatha! Não deve falar assim com as pessoas, você vai crescer também e ficar bem alta! - acabou pro chamar atenção de sua cria quando escutou a pergunta que ela fazia para a mãe de Savs. Suspirou ao escutar Bella. - Amor, mamãe não mentiu, mamãe falou que a gente ia depois que eu desocupasse, certo? - falou então encarou sua primogênita. - Vamos depois, eu prometo. - Garantiu que ia levá-las para fazer o tão sonhado castelo de areia. - Cumprimentem as moças. - disse para elas e se virou para as mulheres. - Essas são Arabella e Ágatha duas das minhas crianças. Vincent e Angel ficaram com a Avó, são quadrigêmeos. - explicou e  então olhou para a menor. - Oi, princesa, suas mães me falaram muito de você! - disse assim que a menina lhe cumprimentou e não pode deixar de rir com a pergunta que recebeu. - Não sei se sou nova, acho que fui mãe na hora certa. E tenho 22 anos. - Explicou e se abaixou para ficar na altura da menor. - Estava desenhando nas telas ou no próprio corpo? - Tentava se aproximar dela, uma ligação de confiança tinha que ser criada aos poucos. -  E vocês, meninas, o que desenharam? - Quase caiu quando Bella agarrou a sua mão e a puxou, fazendo com que Alyson levantasse rápido e ficasse firme para que a menor não conseguisse lhe puxar. - Arabella, modos, pode parar com toda essa pressa. - Chamou sua atenção e lançou um olhar que a menina conhecia muito bem, caso ela não parasse, não teria nada de praia. - Você não quer mostrar O seu desenho para as suas mães, Savannha? - Perguntou para a filha das suas clientes e sorriu ao ver a menina puxar Sasha da mesma forma que Arabella queria fazer consigo, mas de maneira muito mais atrapalhada, chegando a tropeça e quase cair no chão, coisa que ela percebeu não acontecer, pela mais velha lhe segurar firme.

Rolstroy precisava estudar a relação das três, ver como cada uma das mães reagia ao comportamento da criança. Viu Yael repreender Savannah e suspirou. Percebeu também que a menina não deu muita  bola para o que a morena dizia, coisa que podia ter dois motivos. O primeiro ela podia estar ignorando só para deixar a mais velha com raiva, o segundo poderia ser por estar empolgada demais para mostrar o desenho que nem ligou para a reclamação que recebeu. - Sim, vou ver o de vocês também, vão na frente. - Falou para as suas meninas e começou a se aproximar de Savs e as mães, pois a tela de Ágatha e Arabella estava perto da tela da menina. Viu a menor explicando a sua pintura para as mães toda empolgada. - Nossa, que lindo, mas seu mar é vermelho! - Acariciou os cabelos de Bella e olhou para a tela de Ágatha. - O seu também está muito lindo! - Beijou o topo da cabeça dela e sorriu. - Eu vou conversar um pouco e depois vamos para  a praia, mas só se não me atrapalharem. - Lançou o olhar para uma e depois a outra. Afastou um pouco delas e  fez sinal com a cabeça para que Yael e Sasha se afastassem um pouco de Savannah, ela precisava ver o comportamento da menina com outras crianças e as coisas aos eu redor.

Já longe das meninas, elas poderiam conversar melhor. - Ela é sempre enérgica com tudo o que faz? Tem mania de querer fazer várias coisas ao mesmo tempo e não conseguir terminar nenhuma? - Começou com as perguntas e de longe via a menina conversando com suas filhas. Escutou as duas e assentiu levemente com a cabeça, a menina realmente tinha grau de hiperatividade e isso estava mais que visível ao ver a mesma não parar um segundo. - Como é a relação dela com as outras crianças e adultos? - As três estavam perto da porta, o que impediria que as meninas saíssem correndo do local, coisa que ela sabia muito bem que Ágatha e Arabella eram capazes de fazer. Viu a  filha das Piffirman se aproximar de um menino que pintava e então percebeu que uma conversa entre os dois começava, passou a observar aquilo com curiosidade, queria ver o que aconteceria.
mingi
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Mensagem por Savannah E. N. Piffirman em Sex Ago 18, 2017 3:28 pm

Com Yael

Savannah nunca tinha visto duas pessoas idênticas e isso a tinha feito ficar encantada com as meninas que acabará de conhecer. Seria muito complicado ela não confundir as meninas, ainda bem que eram apenas duas, ou melhor, ela achava que era duas. Não demorou muito para que escutasse a voz de Yael e correu em sua direção, iria até abraçá-la, mas quando viu Sasha seu abraço foi para  aloira. Encarou Alyson com uma sobrancelha arqueada ao escutar as novas amiguinhas conversando com ela e por um tempo ficou só encarando, queria perguntar algo. Quando Sasha falou apra que cumprimentasse a morena, um sorriso sapeca tomou conta dos lábios da menina, não perderia a chance de falar. - Oi, sou Savannah. Você é mãe delas? Não acha que é muito nova não? Você parece muito mais novas que a minha mamãe… Você tem quantos anos? - Viu olhar da mãe e resolveu desviar o olhar, então encarou as meninas que falavam sobre querer ir a praia, ela também queria, mas sabia que ainda estava de castigo, então nem adiantava pedir para ir.

- Você faz muitas perguntas, mas sim,e u quero mostrar, fiz um desenho bem colorido! - respondeu a pergunta de Alyson e  pegou  amão da mãe Sasha, sem nem esperar nada saiu arrastando a mais velha para onde sua tela estava, queria que ela fosse a primeira a ver o desenho, pois sempre estava lhe incentivando a fazer vários desenhos bem coloridos. - Ai!- Exclamou quando quase caiu e deu um sorriso amarelo para Sasah Nem olhou para trás ao escutar Yael e só soltou a mão da loira quando estava na frente do desenho.  - Eu fiz um arco iris, ó! - Comentou toda alegre e sorriu ao receber um elogio. -Vamos levar ele pra casa? A gente pode colocar na sala? - Começou com suas várias perguntas e voltou a pegar o pincel para voltar a pintar. - Tá, eu termino ele! - Respondeu quando escutou que era para ficar ali enquanto as mães iriam conversar com a moça estranha. - Acabou meu vermelho.. - Olhou para os lados e viu que Bella ainda tinha, mas gostou da garota, então resolveu que não pegaria o dela e daria um jeito de conseguir mais vermelho sem ter que pedir para um dos funcionários que cuidavam das crianças.  Pegou o potinho com tinta rosa que não tinha usado e aproximou-se de um menino que não estavam tão longe e sorriu ao ver que ele não tinha mexido no vermelho que ele tinta. - Hey, troca seu vermelho comigo? - Primeiro perguntou como sempre a mãe Yael falava para ela fazer quando queira algo, porém ele não queria ceder. - Troca comigo pelo rosa…. - Tentou convencê-lo, mas ele acabou por chamar ela de chata, fazendo a menina ficar brava. Uma cosia que sempre azia Savannah ficar de budna quente era a sua falta de paciencia, pois achava que a maioria das coisas resolvia brigando. Foi pegar a tinta sem nem se importar com a reação do menino e se virou com o potinho na mão, era hora de voltar a pintar, porém o garoto resolveu puxar o seu avental para fazer ela não sair, o que fez Savannah virar de vez brava e jogar a tinta na cara dele. - NÃO ME PUXA! - berrou brava sem nem se importar com o que aconteceria em seguida, odiava que outras crianças a pegasse ou tentasse lhe puxar para outro canto. Ela podia puxar os outros, mas se alguém que não fossem suas mães tentassem fazer isso consigo, ela virava o cão. Ele era bem maior que ela, poderia ser uns três ou quatro anos mais velhos, porém isso não era documento quando ela se irritava. Não teve muito o que fazer quando ele a sujou de tinta também e logo uma guerra de tinta entre todas as crianças começou, mais uma vez ela fez o caos acontecer onde passava. Ninguém estava escapando da mira das crianças, funcionários e até os pais presentes estavam ficando sujos. A pequena sentiu ser puxada pelo braço e só fechou os olhos, sabia que estava encrencada. Enquanto levava bronca as crianças era contidas e as tintas pararam de ser jogadas. Abriu os olhos ao escutar a mãe mandar e não aguentou segurar a risadas ao ver Alyson, Sasha e Yael com os cabelos pintados.  


∙∙∙ Savannah Ellizabeth Negherborn Piffirman
 
Filha de Sasha & Yael | 6 anos || Furacão - Desastre - Dinamite || Família Piffirman ♦️
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Mensagem por Yael L. N. Piffirman em Sex Ago 18, 2017 5:30 pm
THE STORM
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 - Consultas de rotina, sim, embora tenha sido bem mais difícil levá-la depois da internação. Não tem ideia de quantos decibéis deve ter o grito dessa menina... - A morena responde, pouco antes de entrar e chamar pela filha. Um circo se arma com crianças pedindo por atenção, Sasha, totalmente destrambelhada, entrando na sala e Savannah não poderia ficar de fora. Soltou logo uma pérola sobre a idade da médica. Embora a mãe concordasse com a pequena, sabia bem que não era nada educado fazer esse tipo de pergunta, tampouco era seu direito se intrometer desse jeito. Lançou-lhe um olhar que falava mais que mil palavras, como sempre fazia quando a pequena pisava na jaca. "E eu achando que uma criança já era difícil o suficiente...". - Oi, meninas! Fiquem tranquilas que prometo que libero a passagem de vocês direto pra área externa do hotel. Vão poder brincar um monte lá! - Ela encara as duas pequenas, que parecem um pouco contrariadas, embora tenham lhe sorrido em resposta. A mulher questiona o fato de Savannah estar coberta de tinta dos pés à cabeça e Yael tenta não rir. Nunca se importaram que ela se sujasse com tinta, embora Sasha a tenha ensinado a usar o avental sempre que vai manuseá-las, mas a verdade era que era bem pouco usual que ela se sujasse. Felizmente, uma das características louváveis de Savannah era que a menina era sempre muito asseada consigo mesma e não admitia estar suja.
- Você não quer mostrar o seu desenho para as suas mães, Savannah? - Savannah parece se empolgar e puxa a Sasha pelos braços, imitando a colega. A morena segura a esposa pelo cotovelo ao vê-la claramente desequilibrada ao tentar evitar a queda da filha e meneia a cabeça, incomodada. - Savannah Elizabeth, vamos parar de graça? Isso aqui não é circo! - Acompanha a pequena até a tela que estava pintando e sorri ao vê-la explicar do que se tratava, embora talvez não estivesse captando bem a essência daquela "obra de arte". Achava graça da maneira como a filha tentava copiar o estilo de pintura da mãe, retratando sua visão infantil do mundo em tentativas falhas de usar a mesma técnica. - Está tão lindo que merecia uma moldura! Acho que temos duas artistas na família, Sasha... - Sorri orgulhosa para a esposa, tocando seu ombro. Embora não soubesse pra que lado a menina tenderia profissionalmente falando, até por ser ainda muito cedo para se pensar nisso, a paixão da pequena pelo trabalho da mãe era clara. Observou de canto de olho Arabella explicar seu desenho com uma expressão curiosa no rosto. Embora aquilo fosse até engraçado, tinha achado a coisa toda um pouco macabra.
Quando finalmente se afastam das crianças, Yael suspira, sentando-se na cadeira ao lado da esposa. Sasha começa a responder a pergunta da medibruxa e Yael pontua. - Talvez enérgica seja até pouco para descrever. Esse é o estado de paz da Savannah, se é que me entende. Ela é uma gracinha assim quando está calma, mas logo vai encontrar sarna pra se coçar, nem que o faça pra me desafiar. É questão de tempo. - Embora talvez soasse pessimista, Yael estava sendo mais que honesta. Sabia que não levaria muito tempo pra mais uma das "obras" da menina começarem. Savannah e as gêmeas pareciam entretidas em um assunto qualquer ao longe e Yael fecha as mãos ao redor das mãos da esposa em sinal de nervosismo. Sabia bem que não precisaria de muito para que a loirinha comprasse uma briga por qualquer motivo que fosse. Chegava a ter a certeza de que ela fazia isso para chamar atenção. - Desafiadora, para não dizer impossível. - Yael responde ao serem questionadas quanto ao comportamento da filha. - Geralmente ela começa bem com as crianças ao redor dela mas logo começa a brigar ou falar coisas que ninguém acharia muito agradáveis de se ouvir. Já com os adultos, ela está sempre questionando as ordens, não importa quem seja. O pouco respeito que ela tem, salva para situações em que não quer ver Sasha magoada com as atitudes dela ou quando sabe que vai acabar de castigo.  
Savannah tinha um pote de tinta nas mãos quando se aproxima de um menino e Yael sente o coração gelar dentro do peito. Embora Savannah nunca tivesse lhe dado problemas quando estavam no hotel, temia o que a mesma poderia fazer com tanta platéia para cativar. Não tarda para seus pressentimentos serem confirmados e uma guerra de tintas começa, pondo a mulher nervosa com a filha pela enésima vez na semana. - Controlem essa bagunça, por favor. - Murmura entre dentes para um monitor ao sentir uma tinta amarela voando contra o seu rosto. Levantou devagar e caminhou lentamente até a filha, como um felino prestes a atacar. Puxou a menina pelo braço e a virou para si. - SAVANNAH ELIZABETH NEGHERBORN PIFFIRMAN, POR UM ACASO VOCÊ ACHA GOSTOSO QUE JOGUEM TINTA NA SUA CARA? EU POSSO SABER? - A menina está de olhos fechados e isso faz a mãe ficar ainda mais irritada. - ABRA OS OLHOS, SAVANNAH, E ABRA AGORA MESMO, PORQUE EU NÃO VOU PEDIR DUAS VEZES! - A barulheira parece não cessar ao fundo e as crianças mais novas choram incessantemente. A mulher se vira de súbito. - ACABOU! PAROU ESSA PALHAÇADA AGORA MESMO! - Sua voz era grossa o suficiente para chamar a atenção de todos, pondo fim à confusão. Yael abaixa o tom de voz, agora conseguindo se escutar, e encara a filha nos olhos. - Você está achando engraçado? Bonito? Você roubou o pote de tinta do coleguinha, jogou tinta no menino e ainda causou esse estrago todo. Tem tinta nas paredes, nas roupas, nos bebês, Savannah, tem tinta nos bebês! - A mulher tenta respirar fundo enquanto Sasha fala, mas sequer consegue encontrar o pulmão dentro do peito. - Não me interessa, Savannah, pouco me importa quem bateu primeiro ou por último. Você está errada assim mesmo, não é direito seu pegar o que não te pertence, tampouco atacar alguém desse jeito. - Yael encara as crianças e os monitores no local. - Vocês três procurem as camareiras e peçam para que preparem três ou quatro banheiros de quartos vagos. Vocês quatro, organizem as crianças por idade para tomarem um banho. E os senhores e senhoritas que estavam jogando tinta pro ar, vão ajudar a dar banho nos mais novos e limpar essa bagunça ou não saem daqui hoje nem por cima do meu cadáver. E isso inclui você, dona Savannah. - Quando a matéria era falta de educação, Yael pouco se importava de quem eram os filhos. Era castigo coletivo e fim de papo. Savannah tenta argumentar com a mãe, mas recebe apenas um olhar duro da mesma e parece entender que insistir iria colocá-la em maus lençóis. 
Alyson parece igualmente transtornada com as filhas e Yael encara Sasha tentando decifrar o que estava pensando. - É inacreditável... Não dá pra respirar um segundo! - murmura para a esposa, que não parecia disposta a manter a calma naquele dia. 
Ela se vira para a medibruxa quando a mesma termina de conversar com as filhas e lhe dá um sorriso amarelo. - Como eu disse, questão de tempo. Acho mais apropriado terminarmos essa conversa em outro lugar, enquanto certas crianças cumprem seus castigos. Se importa? 
Δ


— she was like a storm,
silenced by her own thunder, a lullaby lost in the hum of summer flies, a comet swalloed willingly by her mother sun, so afraid of her own terrible light that she rather turned to dust pretending to be no more than a sigh of silver dying silently, but a storm is never able to undo
Do not wait for it.
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Mensagem por Arabella R. Charpheimann em Dom Ago 20, 2017 8:25 pm
Praia? Tô dentro!
A
pós a promessa da mãe de levar-la à praia, embora ainda não estivesse convencida de que não estava sendo ludibriada, Arabella parece se "acalmar". A menina corre até seu quadro, explicando prontamente o que significava a pintura. Conforme fala, aponta o mar vermelho, o céu azul e verde e a areia amarela.  - Aqui é o mar, esse aqui vai ser o castelo quando eu terminar e esse é o céu. - Observa o desenho ao receber o apontamento da mãe e põe as mãos na cintura, como se a informação a seguir fosse óbvia. - É que tá cheio de sangue de tubarão, né mãe?! A Savannah que deu a ideia!
Quando a mãe se afasta pra falar com as duas adultas, a pequena se aproxima da amiguinha, agradecendo pela sugestão quanto à cor. Estava simplesmente encantada com o tom vibrante na tela, embora não tenha entendido muito bem a expressão engraçada no rosto dos adultos. Um dos monitores lhe encarava com um olhar estranho e ela lhe mostra a língua prontamente. 
Ela volta a prestar atenção no seu quadro, pincelando as cores contra a tela como quem fazia algo verdadeiramente importante. Volta e meia encarava a mãe de rabo de olho, vigiando seus passos enciumada pela atenção que dava à nova menina. 
Arabella sequer teve tempo de ver como ou quando a confusão começou, mas logo foi atingida por um jato de tinta cor de rosa, que respingou em seu quadro. Apanhou alguns potes fechados, abrindo-os e jogando contra a menina ao seu lado, julgando-a culpada. A gritaria logo estava instaurada e até mesmo Ágatha estava coberta de tinta sem que a menina visse. 
- ACABOU! PAROU ESSA PALHAÇADA AGORA MESMO! - Ouviu a mulher gritar e, com o susto, jogou para trás um pote de tinta ainda cheio. Escutou a voz da irmã em seguida e fez sinal para que ficasse quieta. "Tô lascadinha...". A voz da mulher era grossa e um grito bastou para que todas as crianças estagnassem, encarando-a com os olhos arregalados. 
Escutou a bronca da mãe, seguida do castigo passado por Yael voltou a olhar para Alyson. - Bella também? 


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Mensagem por Ágatha R. Charpheimann em Dom Ago 20, 2017 11:35 pm




Vamos pegar um bronze, Toy-toy!
 

Eita, o Toy-Toy não sabe nadar, e agora José?

___________________________________________________________________________________
-Mas mamãe, ela é mito, muito, muito alta mesmo! O Toy-Toy falou que é culpa do fermento, briga com ele também! -Se justificou para a mãe e encarou a morena de baixo para cima. -Bonitona a senhora, hein? Toda chiquetona!-Soltou a pérola e logo sua mãe estava a falar da praia. Não se conformou, preferiu acreditar na 'moça fermentada'. Quando a mãe pediu para que mostrassem os desenhos, ficou na frente de sua tela, ansiosa. Já estava morrendo de ciúmes por sua mãe está dando mais atenção a Bella e estar chamando a novata de Princesa que queria impressionar. -O seu também está muito lindo!- Disse a mãe e logo deu um beijo em sua cabeça. -I sii timbim isti miiti lindi!- Imitou a mãe com uma voz irritante em um tom baixo na lingua do 'I'. Ágatha sempre se sentia rejeitada e sozinha todas as vezes. -Que elogio sem graça, Toy-Toy, eu fiz cores diferentes! Eu queria ter nascido em outra casa! -Falou da boca para fora, amava a mãe e os irmãos. Decidiu pegar um livro para ler e se sentou em um puf. Escutou o tumulto começar e olhou com os olhos arregalados e de repente estava com o rosto coberto de tinta. -Mamãe, socorro, a Ágatha está cega. -Mas a mulher não respondia. Resolveu se levantas. -Mamãe, cadê você? Socoro! O Toy-Toy está sujo! -Saiu tateando as coisas. -Meu Merlinho, eu morri com uma tintada na cara, está tudo escuro, foi Macumba Saravá daquele véio safado, eu estou no inferno!! -Se referia ao avô. Os olhos marejados faziam a tinta entrar no olho e este começava a arder. Sentiu algo cair em sua mão. -Recebi o totem do capetaaaa! -Começou a correr de um lado para o outro. - ACABOU! PAROU ESSA PALHAÇADA AGORA MESMO! - Parou onde estava  com a voz grossa, tremendo de medo. -MISERA, SOLTARAM O BELZEBU!- Ouviu a voz da irmã pedir silêncio achando que Bella também havia morrido mas aos poucos foi entendendo. Foi levada até a mãe que lhe retirou a tinta do rosto, fazendo a ver novamente. Ouviu a bronca e o castigo. -Mas eu não fiz nada, eu estava lendo e poft! Olha o Toy-Toy como está imundo. Ele quase me deixou, mamãe! Não justo com a Ágatha!





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