Instituto Durmstrang
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[FP - Yael L. N. Piffirman]

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Mensagem por Yael L. N. Piffirman em Ter Jul 25, 2017 10:41 am
YAEL PIFFIRMAN
32  — DONOS DE HOTÉIS — BRUXA — LAURA PREPON

DADOS IMPORTANTES
Cargo desejado » Dono de Hotel
País atual » Inglaterra
Habilidades » -

DESCRIÇÕES

Descrição psicológica » Yael tornou-se uma mulher extremamente responsável após deixar o colégio, principalmente depois de se casar e se tornar mãe, mas conserva em si porções comedidas da menina intensa e extravagante que fora quando jovem.
É extremamente inteligente, tende a ser uma pessoa perturbadoramente equilibrada, mas sempre perde o controle diante das travessuras de Savannah. Torna-se sempre impaciente diante da postura incorrigível da pequena, embora tente ser o mais calma o possível. Valoriza a organização e a praticidade e detesta quando tentam andar fora dessa linha.
Tem a mente aberta até demais, como diriam seus pais, e busca estar sempre em pé de igualdade com todo mundo. Injustiças estão na lista de coisas que mais a irritam. Não se envergonha em pedir perdão, não importa para quem seja ou por que motivo, uma vez que prefere fazê-lo a conviver com a culpa, no entanto, não implora por ninguém. Quem quis bem, quem não quis, amém.
Está sempre estudando alguma coisa, útil ou não, e sempre que pode aproveita as "folgas" para viajar. Não tende a ser diplomática, uma vez que pouco se interessa em saber se a verdade doerá ou não. Preza por ela mais do que tudo. É agitada, dinâmica, detesta depender de outras pessoas para fazer qualquer coisa e tende a se tornar mandona em situações de estresse.
Não vive de acordo com padrões e detesta que tentem lhe fazer viver segundo os mesmos. É extremamente generosa, determinada e sensível, embora tente esconder esse seu lado. É uma mulher hedonista e não faz questão de escondê-lo. Filha de uma família abastada, não faz a menor questão de lutar contra os benefícios trazidos por isso, embora deteste ser definida pelo dinheiro que possui. Tende a ser uma consumidora responsável, mas jamais se nega o luxo, especialmente se ele estiver perdido entre boas garrafas de bebida.
Biografía » Yael é filha de Mikael Negherborn, único herdeiro de um império de hotéis construído ao longo de décadas por sua avó,
Antonia. Mikael casou-se com Samila, uma arquiteta britânica, aos 23 anos. Quatro anos depois a menina veio ao mundo para ser a filha mais complicada do casal. Ao contrário do irmão mais velho, sempre responsável e calmo, Yael era elétrica, impulsiva e exigente, embora fosse sempre muito educada. Aos seis anos, quando sua irmã nasceu, a menina acabou se acalmando um pouco, embora não fosse nada muito significativo. Tendia a oscilar seu comportamento com a irmã e o faz ainda hoje. Por vezes era protetora e defensiva como Kian, outras era revoltosa com suas atitudes e tendia a excluí-la.
Sempre soube que era diferente daqueles com quem convivia, mas foi seu irmão quem lhe ajudou a entender sua sexualidade, dando-lhes os conselhos mais valiosos de sua vida. Nunca foi do tipo de ter melhores amigas e isso perdurou até a adolescência.  Não fez o tipo de aluna típica de Beauxbattons e matava todas as aulas que julgava fúteis, mas tendia a render pontos positivos para Sagesse. Embora não odiasse totalmente a escola, considerava seus enfoques muito antiquados e pouco úteis na maior parte do tempo.
No terceiro ano, conheceu Sasha. A loira derrubou-lhe um copo de suco de abóbora na cabeça ao tropeçar no corredor que se formava entre as mesas e Yael enfureceu-se com a novata. Briga apartada e ambas as meninas acabaram na detenção por um mês e por fim tornaram-se amigas, quatro anos e uma expulsão depois, namoradas. Assim que Yael se formou, perderam contato.
A jovem optou por manter-se no ramo da família em honra ao nome da bisavó, de modo que precisou mudar-se para Londres, continuando seus estudos na capital. Embora tenha sempre sido uma excelente gerente dentro dos negócios, suas peripécias na vida pessoal poderiam ter levado sua mãe à loucura. Sempre fora apaixonada por Sasha e após o término, seu lado hedônico aflorou. Yael não passava um fim de semana sequer sozinha ou sóbria.
Aos 24 anos, reencontra a mulher graças a uma exposição que Sasha faria em Londres. A jovem se hospedou em um dos hotéis da família, exatamente aquele pelo qual Yael era responsável. Pouco tempo depois reataram o namoro e se casaram. A medida que sua vida pessoal se acertava, a carreira ficava ainda melhor e alguns anos depois decidiram que trariam um filho ao mundo.
Fruto de uma inseminação, veio Savannah. Sendo ambas as famílias abastadas, as mulheres optaram por abandonar as profissões para se manterem mais próximas da menina até que ela pudesse frequentar a escola. Yael contratou um gestor para assumir seu lugar e se limitava a fazer reuniões mensais com o mesmo para se certificar que tudo estava como ela queria. Mal sabiam elas que o verdadeiro trabalho seria cuidar da pequena. No entanto, Yael ama à filha incondicionalmente e acredita que tanto ela quanto a esposa vieram ao mundo para lhe ensinar o real significado de felicidade.  
TESTE DE AÇÃO
Descrição » Estava sendo de um prazer indescritível retomar seu antigo posto. Não que o tempo em casa, integralmente cercada pela família, tenha sido ruim. Yael reconhece que foram tempos maravilhosos, mas cujo prazo vencera. A alma precisa ser alimentada por trabalho e socialização, acredita ela, e ambos não conseguem coexistir dentro da realidade confusa de sua vida pessoal. Sentia a necessidade de ter onde descarregar toda a sua energia e criatividade e, principalmente, precisava ver novos rostos, estabelecer novas relações, retomar as rédeas de sua vida e de seus negócios.
Seu antigo escritório fora completamente reformado a pedido de seu pai, o que considerava uma agradável surpresa. O cômodo agora lhe causava uma estranha sensação de acolhimento da qual não se lembrava. Encarou a foto da filha no colo de Sasha ao se aproximar da mesa, sorrindo de canto. Algum dia aprenderia como explicar ao mundo o quanto é possível amar alguém de maneira tão altruísta a ponto de desistir de todos os seus sonhos para vê-la mais um pouco.
Abriu os arquivos, puxando uma pasta com o rótulo "FINANCEIRO". Mesmo afastada, estava sempre checando estes mesmos dados para se certificar de que uma pessoa de fora nos negócios de seu hotel não mudasse a ética e honestidade da empresa. Passou e repassou mil vezes todos os dados da ficha, em busca de qualquer furo imaginável, embora soubesse que era impossível que algo do gênero passasse por sua inspeção. Charles era de sua lista de confiança, mas também sabia que se houvesse algo em sua gestão que a incomodasse, ela cairia matando. Agora que seus pais tinham deixado o encargo de gerir tudo isso aos filhos, fazia questão de honrar o nome que sua família levou tanto tempo para construir.
Um problema com algumas camareiras não displicentes lhe perturbava o sono a alguns dias, então assim que se viu livre, pediu à secretária que as encontrasse, chamando também a responsável pela área. Pouco tempo depois, as três mulheres estavam sentadas nas cadeiras, de frente para ela.
Yael as observou de cima a baixo, analisando-as. A mais nova, cujo crachá apontava o nome Cécile, parecia ter deixado a escola a pouco tempo. tinha a postura de quem admitia a derrota antes mesmo da tentativa, cabelos tão negros quanto a noite e olhos pretos sem viço. Sentiu os cabelos do braço arrepiarem ao notar as unhas pretas de pó e umidade da jovem. A menina encarava o chão em silêncio, como quem previa a bronca.
Ao lado da mesma, sentava-se uma senhora, por volta de seus trinta e poucos anos, cujos olhos azuis pareciam que poderiam se tornar brancos à menor oscilação da luz. Seus cabelos castanho claro eram perfeitamente alinhados em um coque no alto da cabeça e Yael pensou em quão proveitosa poderia ser se ela tivesse a mesma dedicação com seu trabalho quanto tinha com as madeixas.
A outra eram velha conhecida da morena. Camily era a senhora de 40 anos mais jovial que alguém poderia conhecer. Era enérgica e organizada e sua semelhança com a patroa a levou ao encargo de coordenar o setor de limpeza, mesmo não possuindo qualquer diploma além da formação em Hogwarts.  
- Eu chamei as três de uma vez porque o que eu vou falar pra uma, vale pra todas. Eu não quero saber a "justificativa" para eu ter tanta reclamação quanto ao serviço de quarto de vocês duas, então eu vou ser bem clara: eu faço questão de ser extremamente justa nos pagamentos de vocês, quanto a cumprir seus direitos e tornar o ambiente de trabalho de vocês o mais agradável e protegido possível.  -  A mulher senta sobre a mesa, com os braços escorando o corpo. - Mas eu também tenho um compromisso a honrar com cada cliente e pra isso acontecer vocês precisam honrar o compromisso de vocês comigo. Essa vai ser a primeira e única advertência porque quem me conhece sabe que eu não falo duas vezes, então fiquem bem atentas: Ou vocês duas cumprem com as suas funções, o que inclui limpar até mesmo os lugares que nem todo mundo vê, mas que estão sujos, ou vocês saem e dão oportunidade para alguém mais interessado! - A mulher esbraveja, se referindo às reclamações constantes de sujeiras encontradas embaixo da cama, nos cantos das paredes ou atrás de portas. - E tem mais, eu quero ver a higiene pessoal de vocês ser impecável, porque pra começo de conversa não se limpa nada sendo sujo. Se eu quisesse ver sujeira pelo hotel, contratava um punhado de porcos. - Yael estava simplesmente furiosa com essa história, uma vez que a reclamação não era de um ou dois clientes, mas de vários ao longo do mês. - Camily, ou você cuida melhor do seu setor ou vamos ter que conversar sério quanto a isso. Você sabe que eu não admito o descaso! Quando uma delas faz besteira, a sujeira respinga em você, pense nisso! - A discussão levou cerca de meia hora e Yael observou transtornada enquanto as duas saiam. Não estava convencida de que as tinha afetado, mas uma coisa era verdade: era seu único aviso.
Yael era de fato muito justa e generosa com seus funcionários e sempre fora aberta para ouvir qualquer pedido. Aqueles que tinham problemas pessoais de qualquer gênero que afetassem seu desempenho tinham sempre as portas de sua sala abertas para uma conversa franca, mas considerava imperdoável que não dessem valor ao ambiente e a seu próprio trabalho. Uma coisa era perder em desempenho, outra era sequer se esforçar para fazê-lo.
Algumas horas depois, mais calma e após um satisfatório horário de almoço, a morena entrou em uma reunião com a equipe de marketing, financeiro e um grupo de engenheiros e arquitetos contratados. A mulher planejava uma reforma no edifício, para transformá-lo em um ambiente moderno e luxuoso. Ainda havia muito de seus pais no local, logo é inegável que boa parte da decoração já estava, no mínimo, antiquada, deixando um ar de castelo mágico que em nada lhe agradava. Para esta nova fase, nada melhor do que uma nova campanha de divulgação e queria que tudo fosse perfeito.
A escolha das melhores maquetes e o planejamento das campanhas tomou as horas restantes de seu dia e ainda era preciso buscar Savannah na escola para que jantassem juntas, como pediu a esposa. Assim sendo deixou o escritório e liberou sua secretária, uma vez que não havia porque ficar ali se ela mesma não estaria. - Violet, você pode ir. Eu estou saindo para buscar Savannah e não volto hoje, mas se puder chegar um pouco mais cedo amanhã, tenho uma reunião importante com o pessoal do RH às 8h e gostaria que estivesse presente. - Sorriu diante da confirmação da mulher e deixou o local, aparatando na escola. Encontra facilmente os cabelos loiros da pequena, mas franze o cenho ao vez a expressão da professora. - Qual foi a da vez?   


Última edição por Yael L. N. Piffirman em Qua Jul 26, 2017 4:59 pm, editado 1 vez(es)


— she was like a storm,
silenced by her own thunder, a lullaby lost in the hum of summer flies, a comet swalloed willingly by her mother sun, so afraid of her own terrible light that she rather turned to dust pretending to be no more than a sigh of silver dying silently, but a storm is never able to undo
Do not wait for it.
Idade : 32

Localização : Londres

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Mensagem por Godric Gryffindor em Qua Jul 26, 2017 12:59 pm
APROVADA


"Bold Gryffindor, from wild moor."
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