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[FP] Sven Süskind

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[FP] Sven Süskind

Mensagem por Sven Süskind em Qua Abr 19, 2017 12:01 pm

SVEN SÜSKIND
28 — IRMANDADE DAS TREVAS — BRUXO — MICHAEL FASSBENDER

DADOS IMPORTANTES
Cargo desejado » Comensal

País atual » Alemanha.

Habilidades » Nenhuma, por enquanto.

DESCRICÕES
Descricão psicológica » Sven é carismático e prestativo, embora viva em silêncio. Cresceu sendo ensinado a odiar os que não são puros, e a tratá-los como escória. A morte seria liberdade, para eles. Não oferece perigo, exceto se for diretamente confrontado, ou que ofereçam ameaça à sua irmã. Cresceu tendo ela como sua única companhia confiável, e sua mente se distorce contra tudo e todos. Até os próprios pais, se estivessem vivos. É isento de remorso pelo que faz, e capaz de ir do companherismo até o ódio mortal em fração de segundo.

Biografía » Sven é filho de comensais. Desde pequeno foi instruído sobre os trouxas, e sobre o quão importante é proteger o sangue puro. Cresceu sendo educado pelos pais nisso, que colecionavam cadáveres em sua própria casa, algo descoberto por sua irmã mais nova, Clarice. Após um tempo, ambos foram descobertos e levados para Nurmengard. Sven e Clarice foram movidos para um orfanato. Lá, o dom latente dela, Necromancia, aflorou. Sven havia sido o protetor de Clarice, até então. Da época que ainda morava com os pais, ele quem cuidava dela, e tentava afastar seus demônios. Ao menos na hora do sono. Sven, no orfanato, sempre era o problemático dos dois. Em partes por sua adolescência rebelde, e em partes para atrair a atenção para si. Não era raro ver Clarice tendo pequenos surtos, e ser um delinquente, ou até fazer algo prejudicial ao orfanato fazia com que o foco das freiras e das más línguas ficasse nele, quase sempre. Clarice foi adotada, o que aparentemente havia quebrado um elo que não deveria ser rompido. Eram irmãos, e tinham um ao outro, apenas. A família que a adotou era francesa, o que o fez ter um rancor especial por franceses. Aos quinze anos, Sven foi adotado por uma família alemã. Faziam parte da irmandade das trevas, antigos conhecidos de seu pai. Ao serem contatados pelo filho sobre a forma que Sven pensava, e em seu ligeiro potencial para duelo e administração, se interessaram pelo rapaz. Recebeu o treinamento e afeto que seus pais não puderam dar, e cada vez mais, Sven trilhava o caminho dos pais. Limpar o mundo bruxo, e estabelecer seu poder sobre os inferiores. Após mais alguns anos de preparo, reencontrou sua irmã. Não havia perdido o contato com ela em nenhum momento, mas agora eram livres, para poderem se encontrar sempre que quisessem. Quando seus pais adotivos o julgaram apto, entrou na Irmandade das Trevas. Sven sonha com a supremacia bruxa, e para isso, está disposto a se tornar um dos braços fieis da Lady.

TESTE DE AÇÃO

A Lua brilhava grande no céu, como um olho acusador procurando por pecadores. Sven dormia em seu quarto, sereno. O braço desnudo sobre o lençol deixava à mostra a marca negra. A luz da Lua entrava pela janela, onde as cortinas escuras balançavam suavemente. Sven teve um dia corrido, embora as atividades da Irmandade estivessem quase congeladas. Devido ao fato de que a Lady teve que se ausentar, por algumas semanas. Com o tempo, começavam a dizer que ela havia fugido, ou estava morta. Mas Sven sabia que não era isso. Nada se consegue no impulso, tudo deveria ser muito bem calculado.

Como se estivesse viva, a marca começou a sibilar em seu pulso, e junto disso veio o ardor. Sven acordou. Seus olhos cansados, antigos, encarando o teto no escuro. Conhecia aquela sensação. Conhecia muito bem. Afastou o lençou e se sentou, pegando sua varinha que ficava debaixo do travesseiro.

— Lumus.

A ponta da varinha brilhou sobre a marca, que se mexia. Era macabra, e um prenúncio de morte e escuridão. Mas para Sven, aquilo significava poder e responsabilidade. A promessa silenciosa de um novo mundo. Minutos depois, Sven terminava de ajeitar a manga do sobretudo escuro, enquanto saía de casa e desaparatou. Aparatou em um cemitério. A neblina densa envolvia o local, e a atmosfera era pesada. Sabia o que aquilo significava. A máscara foi posta e Sven começou a andar. Via um vulto ou outro na névoa, e sabia quem eram.

O círculo estava quase formado quando o comensal chegou no centro do cemitério. Ali havia uma enorme estátua de um anjo, apontando para o céu. A excitação era maior que a queimação que sentiu mais cedo. Minutos de espera, e então ela aparatou no centro. Mais silêncio. Ela usava roupas negras, e sua máscara deixava apenas seus olhos expostos. Brilhavam na lua, e Sven se perguntou quantas vidas eles já viram deixar os olhos das vítimas. Não poucos, para estar ali. A Lady apontou a varinha para o alto, e no mesmo instante, a marca negra brilhou no céu. A Irmandade das Trevas acordara.

Todavia, antes de começarem a agir, precisavam amarrar umas pontas soltas que ficaram na ausência dela. Sven, por ter um rosto menos conhecido na sociedade bruxa, havia sido escolhido para uma tarefa relativamente simples. Acabar com uma chave de portal. A informação era de que estava em um restaurante famoso. Não seria difícil. Esteve ali uma semana antes do furto, e conseguira um fio de cabelo de alguém que trabalhava lá. O funcionário estava inconsciente, escondido no beco ao lado. Com o efeito da poção polissuco, se passou por ele, e entrou no restaurante sem problemas. Andou pelo local empurrando uma mesa com rodas, onde havia algumas garrafas e uma bandeja com uma coberta metálica. Dentro dessa bandeja, havia uma taça semelhante à chave, mas bem desgastada pelo feitiço Denigro. Ao localizar a taça, traçou seu objetivo. Olhou em volta, vendo todos que estavam jantando, e saiu pelo corredor. No andar de cima, entrou na despensa e se trancou. Apontou a varinha para os mantimentos.

Incendio.

O fogo começou a se alastrar, e Sven apontou a varinha para o alto.

Fumos.

Agora ele tinha um início de incêndio convincente. Abriu a porta, checando se não havia ninguém por perto, e pegou a bandeja na mão. Saiu da despensa e apontou a varinha para dentro dela.

Bombarda.

A despensa explodiu, e Sven se protegeu dos destroços, começando a correr dali, e soltando mais explosões no corredor. Desceu as escadas, fingindo desespero.

— O andar superior explodiu! Todos para fora, corre risco de desabar!

Os clientes, que tinham visto o teto rachar devido a consecutivas explosões, começaram a correr. Ele aproveitou esse tempo para destampar a bandeja, e apontou a varinha para a taça.

Wingardium Leviosa.

A taça flutuou, indo até a bandeja. Colocou a taça estragada no lugar, apontou a varinha para esse local e começou a lançar mais feitiços incendiários, que se alastraram rapidamente. Com cautela, entrou no restaurante, saindo pela porta dos fundos. A missão tinha sido para que fosse discreto, mas quem não perceberia que uma chave de portal fora roubada? Com o prédio em chamas, e a taça avariada, poderiam até achar que fora um incêndio criminoso, mas a taça não teria sido roubada, apenas vítima das chamas. Caminhou até o empregado desacordado e apontou a varinha para ele.

Fumos.

E a fumaça envolveu o garçom, impregnando em sua roupa. Tinham que acreditar que ele estava lá dentro, no momento da explosão. E em seguida:

Rennervate.

O homem começou a acordar lentamente, e foi atingido por um Obliviate. Não se lembraria do que aconteceu, e quando começou a se levantar, tossindo, Sven já tinha desaparatado. Aparatou em um lugar distante, no meio de uma floresta. Colocou a bandeja no chão e retirou a tampa de cima, apontando para a taça.

Bombarda.

A taça explodiu, e Sven juntou os pedaços que sobraram, e mais uma vez, apontou a varinha.

Denigro

E repetiu o feitiço, até que os restos se tornaram poeira. E findando sua missão, desaparatou dali.
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Re: [FP] Sven Süskind

Mensagem por O Cajado em Qua Abr 19, 2017 1:44 pm

Aceito, bem vindo


O CAJADO
Eu sou um cajado vibrador
.........
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