Instituto Durmstrang
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Rose Granger-Weasley

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Rose Granger-Weasley

Mensagem por Beatrice Völkers Marduk em Seg Abr 10, 2017 12:49 pm

Características Físicas


Fruto do mais puro e lindo amor, entre Ronald e Hermione, Rose nasceu com os cabelinhos avermelhados e os olhos azuis do pai, mas para a surpresa de toda a família, Rose herdou os belos cachos de sua mãe, quando cresceu deu vestígios de que também herdaria o belo corpo da mãe, esguio e com as curvas certas nos devidos lugares. Rose por sua vez faz o possível para manter a forte semelhança que tem com sua mãe quando mais nova e para o orgulho de seu pai, também herdou o cérebro da mãe, sendo assim tão inteligente quanto a mais velha.

Características Psicológicas


É uma garota alegre e acima de tudo muito confiante de si mesma, mas sempre mantendo os pés bem firmes no chão, Rose é muito fiel aos amigos, e tem uma amizade muito forte com seu primo Alvo, até porque ambos possuem quase a mesma idade. A ruivinha sabe muito bem onde é seu lugar em todos os quesitos, Rose não se deixar intimidar facilmente lembrando muito sua mãe ao se enfiar em confusões parecidas com as que seus pais se metiam quando tinham sua idade. Rose sabe o quanto seu irmão gosta de ser imprudente e muitas vezes, não só para protegê-lo, mas também por saber que muitas das vezes se trata de travessuras junto com os primos, acaba por se juntar e acaba levando boas broncas também.

História (Origem)


01. Porque escolheu esse Cannon? Pelo simples e maravilhoso fato de amar Rony e Hermione, mas muito mais a Hermione, sem falar que Rose é praticamente sua mãe com quando era mais nova.
02. Porque acha que deve assumi-lo? Por ter uma enorme paixão pela família Weasley, sem falar que acredito que tenho o que é necessário para dar vida a maravilhosa Rose Jane Granger Weasley, pois vejo um pouco de mim na personagem.
03. Quanto tempo tem disponível? Total no período da tarde e noite durante a semana, e aos finais de semana..
04. Apresente um post de pelo menos 15 linhas de como agiria interpretando o Cannon escolhido.

- Porque ele tem sempre que fazer brincadeira estúpidas? - perguntava para Church, seu gato que estava deitado em seu colo. - Ele sempre mexe nas minhas coisas e deixa tudo bagunçado, mas eu vou pegar o Hugo de jeito, ele vai ver só. - eram as primeiras férias de Rose depois de um ano inteiro em Hogwarts. Ela tinha chegado fazia três dias e pela manhã saiu com sua mãe, quando voltou seu quarto estava bagunçado, seu malão aberto e seus livro bagunçados. Claro que ela fez questão de arrumar tudo, mas sentiu falta do livro de feitiço e deduziu que seu irmão havia pego para fazer sabe deus o que, já que o menino ainda não tinha uma varinha. - Espero que ele quebre algo e mamãe o coloque de castigo, assim vai aprender a não mexer no que não é dele. - A primogênita nem tinha fechado a boca depois de falar e um barulho veio do corredor, o barulho de algo quebrando. O gato em seu colo arranhou as suas pernas ao se assustar e sair correndo. Rose levantou-se e correu para o corredor indo para o quarto do mais novo. - Hugo! - exclamou ao ver a janela do menino quebrada e o mesmo com uma varinha em mãos. - Quem te deu essa varin.... Espera, ela é do papai! - Aproximou-se do mais novo e puxou a varinha com força da mão dele, estava preste para dar mais de uma das suas bronca e ser a irmã mandona como sempre, mas Hermione e Rony pareceram. Hugo estava espantado encarando seus pais e ficou mais assustado quando a mãe o pegou nos braços, afastando o mesmo da irmã e dos cacos. Hermione encarava Rose severamente, afinal, a menina estava com uma varinha em mãos, a varinha do pai e o vidro do quarto do menino estava quebrada. - Rose Jane Granger Weasley, o que pensa que está fazendo com isso em mãos? - pergunto a mais velha enquanto colocava Hugo sobre a cama. O garoto não disse nada, apenas olhava do pai para a mãe e da mãe para a irmã.  - Eu só peguei porr…- foi interrompida pela voz do caçula. - Ela queria me azarar, disse que iria fazer isso porque mexi nas coisas dela. - claro que ela não queria levar uma enorme bronca, então tentou se livrar antes mesmo que a irmã pudesse falar algo, porém sua mãe sabia os filhos que tinham. - Quieto, Hugo, Rose que vai dizer. - falou firme para o garoto e encarou a mais velha. - Meu quarto estava uma bagunça quando cheguei e eu tive que arrumar tudo, porque alguém mexeu nas minhas coisas. - lançou seu olhar mandão para o pequeno e voltou a olhar para a sua mãe. - E eu dei falta do meu livro de feitiços, mas como a minha varinha estava no malão, eu não me preocupei em vir atrás do Hugo para pegar, pois a gente poderia acabar brigando, mãe. - a mais velha não precisou falar mais nada, pois seus pais lançaram o olhar para o jovenzinho. Ela não iria dedurar o irmão, eles poderiam ter resolvido tudo em um acordo entre eles, mas só porque ele tentou jogar a culpa para cima dela, ela fez questão de deixar a verdade aparecer. - Fofoqueira.. - murmurou Hugo e cruzou os braços enquanto a bronca começava. - Mas vai demorar para eu ir para a escola ainda, eu só queria ver como é usar a varinha.. - tentou se explicar mais nada adiantou. A ruiva mais nova pegou o livro e saiu do quarto, deixando seus pais e o irmão se entenderem sozinhos.

- Ele vai ficar de castigo por uma semana se depender da mamãe.. - suspirou enquanto colocava o livro do seu primeiro ano na prateleira de seu quarto. - Eu podia não o ajudar com isso, mas provavelmente ela vai proibir ele de ir para a casa da vovó e ele e a Lilian são tão unidos e não vai ser a mesma coisa  de ir para lá sem ele. - falava sozinha e se jogou de costas sobre a sua cama e encarou o teto. - Hugo, Hugo, Hugo, você só sabe aprontar. - A ruiva costumava a falar muito sozinha, quando estava pensando, quando estava estudando e quando estava com seu animalzinho de estimação. Virou de lado sobre o colchão e encarou o felino que estava na poltrona. - Church, acha que devo convencer a mãe a deixar ele ir para a Toca? - acabou por tombar a cabeça de lado esperando o felino dar algum sinal. Um sorriso singelo tomou conta de seus lábios ao escutar o miado na mesma hora que sua mãe dá duas batidinhas no batente da porta. - Pode entrar sim! - respondeu a pergunta que fora feita para ela e se sentou, cruzando as pernas que nem índio e estudou a expressão de sua mãe. - Não, ele não sumiu com nada meu, apenas tinha pegado o livro… Não bateram nele, né? - perguntou com uma sobrancelha arqueada e um suspiro de alívio escapou de seus lábios ao escutar a resposta e encolheu os ombros ao escutar o castigo que ele tinha recebido. - Mãe.. - começou com uma voz baixa, pois sabia que não seria uma tarefa fácil. - Não faz isso com ele, sabe como o Hugo é, ele é curioso. - foi interrompida por Hermione. - Mas mamãe, ele nem vai para Hogwarts no próximo ano, fazer isso com ele, não deixar ele ir pra casa da vovó só vai deixar ele triste, deixa ele ir e só limita os horários dele poder brincar lá… - tentou achar uma outra alternativa de como ele pudesse ficar de castigo sem ser proibido de ir para a Toca. Assim como sua mãe, Rose tinha uma inteligência e esperteza para conseguir achar soluções para as coisas. - Pode fazer ele ajudar a arrumar os jardins, diminuir as horas dele brincar com nossos primos, fazer ele arrumar todas as camas, ajuda na limpeza da casa, o que acha? Por favor, eu fiquei um ano inteiro longe de você, quero passar as férias com você e se ele não for para a Toca alguém vai ter que ficar aqui em casa com ele e eu não quero ficar longe da senhora e do papai! - a pequena era insistente, Hermione só a puxou e lhe deu um abraço de urso. - O que eu faço com você, minha pequena espertinha? - perguntou num tom de brincadeira e beijou o topo de sua cabeça. - Só por você vou fazer isso, mas ele só vai saber disso quando for o dia de irmos para a Toca, enquanto isso ele vai ficar achando que não vai. - conversava com sua filha. Mal a mãe sabia que o pestinha estava escondido ao lado da porta escutando tudo. Ele tombou a cabeça para o lado para poder espiar dentro do quarto de sua irmã, deu de cara com Rose que olhava para a porta. Ela viu o rosto úmido do irmão, mais o sorriso que o pequeno dava para ela foi uma coisa que nenhum obrigada faria ela ter orgulho de ser a irmã mais velha. Hugo movimentou os lábios falando um “Te amo” sem emitir som e voltou para o seu quarto, deixando a mãe e a irmã sozinha.

05. Texto aqui, aqui deve conter a trama narrada. Suas origens e como foi possível. Seja coerente.

Era a primeira gestação de Hermione, ela estava preocupada e Rony estava exagerado com os cuidados com ela, o que a estava deixando mais incomodada, afinal, seu marido estava lhe tratando como se fosse uma boneca de porcelana. A mãe de Rony passava segurança nas conversas com Hermione e não tinha porque ela se preocupar, afinal, Molly tinha tido sete filhos, era experiente nessas coisas e então Granger não estava se preocupando para os cuidados exagerados do marido. Sua mão acariciava a grande barriga de nove meses enquanto balançava em uma cadeira de balanço em frente a lareira que só não estava acesa por ser de tarde. Mione conversava com sua filha quando sentiu um liquido escorrer pela suas pernas. - Ronald, chegou a hora. - alertou o marido que estava cochilando no sofá. A menina mostrava que não daria trabalho desde os meses de gestação. A sua mãe pode fazer tudo sem problemas e a menina não causou contrações quando tinha decidido nascer. Ele segurou a sua esposa com cuidado e aparatou para o Hospital St.  Mungus.

Foi encaminhada para a sala de parto, Ronald ficou na sala de espera andando de um lado para o outro. Já tinha mandado berradores para Harry e para a sua mãe. Não demorou muito e a família estava reunida na sala de espera com ele, todos mandando vibrações para mais uma Weasley que estava para chegar. - Você vai fazer uma vala no chão, Ronald Bílius Weasley! - Molly o puxa e força o mesmo a sentar. - Se acalma, vai dar tudo certo, sua mulher está bem. - sentou perto do filho e passou a aguardar junto com o restante do pessoal. Depois de vinte minutos o medibruxo foi em direção a ele. - Quem é o marido da senhora Granger? - perguntou encarando os homens na sala e Rony quase pulou ao se levantar. - Sou eu, ela está bem? E o Bebê? - o homem de jaleco riu. - Sim, mãe e filha estão bem, meus parabéns, você é o pai de uma linda menina. Daqui a pouco a enfermeira o leva para vê-las, com licença. - o doutor se foi, tinha mais casos para atender. - Viram, eu sou pai de uma princesa! - falou orgulhoso e então deu um murro de leve no braço de Harry. - Meu menino vai chegar também Potter, e eu tenho uma menina, você não! - os dois começaram a  se provocar.

- Ela tem os meus cabelos. - sussurrou assim que adentrou o quarto e viu mãe e filha juntas. A menina estava quietinha com os olhos azuis abertos, estava a encarar a mãe, mas ao escutar a voz do pai, ela direcionou seus olhos para ele. Um sorriso banguela foi dado para ele quando o mesmo tentou chamar a sua atenção da forma mais boba possível. - Ela é linda, meu amor. - Hermione falava com os olhos marejados. - Sim, linda como você. - respondeu Rony e lhe deu um beijo na testa. - Nossa pequena princesa. - sorriu e com cuidado pegou a pequena nos braços, levando até o vidro para que o resto pudesse vê-la, ainda era muito nova para que todos pudessem ter contato, mas puderam se contentar de ter o primeiro contato dessa forma. A menina era tão calma, não chorava, não resmungava, mas seus olhinhos se movimentando, mostrando que era espertinha.

[...]

Dois anos se passaram desde a tarde de outono que a pequena Rose resolverá chegar na vida de seus pais. A pequena estava engatinhando no chão da sala quando seu pai chegou do trabalho junto com sua mãe. A pequena ficava com sua avó quando seus pais estavam trabalhando. - Olha quem chegou Rosinha... - falou a avó babona, fazendo-a então olhar para os lados e ver o pai. Ela se levantou com tanta pressa que caiu, levando um susto, fazendo Rony a pegar rapidamente. A menina passou seus pequenos braços em volta do pescoço dele e apoiou o queixo em seu ombro, seu olhar era fixo na mãe. - Papai está aqui, amorzinho. - disse ele lhe afagando as costas. - Paaaaaa…. Paaai.. - ela disse arrastando, era a primeira palavra que a menina pronunciou, fazendo o ruivo se derreter em lágrimas e todas as mulheres presentes na sala se emocionarem.
WEASLEY, Rose GrangerÉ muito bom saber que herdamos as melhores qualidades de nossos pais.
14 anos (quarto ano, Hogwarts) Londres Livro Ebba Zingmark

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Re: Rose Granger-Weasley

Mensagem por Rowena Ravenclaw em Ter Abr 11, 2017 3:44 am

FICHA APROVADA.
As informações da conta foram enviadas via MP.


Rowena Ravenclaw
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