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[FP] Renée Ewart Collingwood

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[FP] Renée Ewart Collingwood

Mensagem por Renée Ewart Collingwood em Dom Abr 02, 2017 9:51 pm

RENÉE EWART COLLINGWOOD
24 ANOS — MINISTÉRIO DA MAGIA BRITÂNICA — BRUXO — ALEJANDRA ALONSO

DADOS IMPORTANTES
Cargo desejado » Chefe de Departamento de Criaturas Mágicas.

País atual » Londres.

Habilidades » Nenhuma.

DESCRICÕES

Descricão psicológica »
Diferentemente do irmão mais novo, Renée pode ser descrita como uma pessoa extraordinariamente prática. Dona de um sorriso presunçoso – característica presente em todo sonserino que se preze – é dona de uma percepção impecável. Tem um espírito de liderança nato, de forma a se comunicar da maneira mais clara possível. Herdou de Octavius um senso de justiça impecável que a torna indiferente em muitos conflitos que considera desnecessários. Alguns a classificam como uma pessoa extrovertida e de fácil convívio justamente por se tratar de alguém brincalhona demais para alguém que ocupa um cargo que demanda tanta responsabilidade. No entanto é mais do que óbvia sua falta de paciência quando sente-se desafiada ou mesmo desacatada de qualquer forma que seja, chegando a tornar-se uma verdadeiramente áspera e frígida.

Biografía »
Mais uma descendente de Octavius Collingwood, um bruxo sangue puro que ficou conhecido por ter a habilidade de se transformar numa pantera, foi introduzida a Animagia em seu segundo ano em Hogwarts por Oliver, seu primo mais velho, ainda que com o passar dos anos acabasse desistindo de se tornar uma animaga. Cresceu sob os cuidados do primo, vez que os pais sempre foram ausentes em sua vida, e desta maneira teve de aprender a se virar sozinha mesmo contra sua vontade. Em seus tempos de estudante era a sonserina que mais se destacava por suas notas impecáveis. Qualquer um que não a conhecesse poderia confundi-la com a mais uma da estereotipada Corvinal e seus alunos de raciocínios tão elevados. Com suas notas nos N.I.E.M’s muito provavelmente conseguiria um alto cargo como Auror, no entanto parte de si abominava tamanha responsabilidade que traria para si caso se submetesse a tornar-se mais um deles. Sua vocação em lidar com assuntos relacionados a criaturas mágicas surgiu logo em seu terceiro ano em Hogwarts, principalmente quando ainda estudava a teoria da animagia, apesar de só o explorar em meados do quinto ano. Desde então tinha em sua mente o desejo de ingressar em tal departamento quando acabasse seus estudos. Dito e feito; começando como estagiária na sessão de feras e espíritos aos dezenove anos, permaneceu em dada função até o final de seus vinte e três anos quando foi convidada a assumir o cargo de Chefe de departamento – mesmo que tal função batesse de frente com sua falta de afinidade com responsabilidades –.

TESTE DE AÇÃO
O vento frio de inverno a fazia estremecer; talvez o tempo que passou de “férias” na América do Sul houvesse a deixado tanto quanto desacostumada ao clima britânico. Erguia ainda mais a gola de seu sobretudo, encolhendo o pescoço o máximo possível até que se sentisse um pouco menos desconfortável em estar longe de casa naquele horário da manhã. As passadas eram firmes, o queixo erguido apenas sustentava o ar superior que sempre trazia consigo. Assim que atingiu o subsolo não tardou em fechar os olhos e aparatar até o saguão principal do Ministério da Magia. Acabava cumprimentando vários bruxos que cruzavam seu caminho, tanto com um meio sorriso característico de si como até mesmo breves movimentos por parte da cabeça. Por vezes até desviava de um ou dois envelopes voadores que insistiam flutuar próximos de si. Seria uma atitude masoquista dizer que sentia falta de todo o caos cotidiano? Muito provável que sim, principalmente se tratando de um local onde definitivamente tudo poderia acontecer.

Ao menos se ausentar um pouco da parte mais burocrática não apenas havia lhe dado a oportunidade de expandir os seus horizontes como também aumentar consideravelmente a quantidade de criaturas mágicas que estariam definitivamente registradas em seus catálogos e relatórios. Quando o elevador finalmente a entregou em seu destino situado no nível quatro, foi questão de minutos para que a bruxa estivesse interagindo com parte de sua equipe. A ex-sonserina limpou a garganta como forma de chamar a atenção de todos os presentes, utilizando de sua varinha para aumentar o volume de sua voz assim que a ponta da mesma encostou em sua garganta. — Eu espero que tenham se divertido um pouco sem a minha ilustre presença. — Seus olhos claros vagavam sobre cada rosto dali a medida um sorriso divertido tornando-se cada vez mais nítido nos lábios da mulher. — É conhecimento de todos daqui, creio eu, que eu acabei me ausentando algumas semanas dos meus ofícios graças a uma pesquisa de campo. O que eu quero dizer com tudo isso é que agora que eu regressei as coisas têm a tendência de se tornarem mais divertida. Agora a pergunta que eu espero que algum de vocês respondam é: Como? — E assim ergueu as sobrancelhas após o questionamento, passando a andar vagarosamente em frente aos subordinados, cada um deles. — Então, eu só espero que vocês saibam que eu não mordo. — Sorriu com o canto dos lábios, finalmente retornando a varinha ao coldre presente numa de suas coxas, para que em seguida se desfizesse de seu sobretudo quando o corpo se acostumou com a temperatura do local. — Já que ninguém teve a coragem ou cara de pau suficiente para me responder, eu vos respondo caros coleguinhas de trabalho. Resumidamente, eu trouxe comigo uma grande variedade de nomes que devem estar chegando em seus respectivos gabinetes. Quero tudo catalogado e arquivado até o fim da semana. E sim, eu vou vistoriar tudo simplesmente porque eu me dei ao trabalho de encantar cada uma das folhas, se alguém negligenciar algum dado pode se considerar em problemas. Ao trabalho. — Bateu a palma das mãos, dispersando todos dali.

Para alguém no auge dos vinte e quatro anos que passou grande parte da vida cuidando de si mesma e de um irmão mais novo problemático sem a ajuda de terceiros, coordenar o setor de criaturas mágicas não era tão difícil quanto parecia como quando recebeu o convite de um de seus superiores há meses atrás. A prodígio, o diamante Collingwood, como alguns a chamavam. É claro que junto a isso surgia uma série de problemas, como por exemplo mal ter tempo de ser uma bruxa normal de sua idade. Sair e se embebedar por aí? Fora de sua rotina por tempo indeterminado – provavelmente até que perdesse a paciência de passar seus dias enfurnada em seu departamento –. Sem contar todas as vezes que algum funcionário mais antigo – não apenas em tempo de serviço como também em idade – a desobedecia e/ou desafiava. Com o passar do tempo, é claro, sua paciência sofreu um acréscimo descomunal ao tratar de tais assuntos citados. Estava caminhando em direção a sua mesa quando uma secretária a alertou sobre a presença de um estagiário novo. — Ah sim, tinha até me esquecido disso. Conseguiu meu café? — Respondeu-a simpática, recebendo prontamente uma embalagem trouxa cuja continha o seu café favorito. — Starbucks? Boa. Sabia que em boa parte da América do Sul eles não têm um desses? Mas também, o clima beira o inferno. — Comentava ocasional como sempre, dando de ombros antes de girar sobre os calcanhares e se encaminhar ao seu setor.

Logo que se fez presente não demorou a perceber a imagem de um jovem de fios escuros que por um momento a fez lembrar de seu irmão mais novo. Com quantos anos deveria estar atualmente? Quatorze, se não lhe falhasse a memória. — Bom dia, você deve ser o estagiário, certo? — Tentava soar o mais informal possível; lembrava-se de uma das primeiras entrevistas que fizera na vida e como tudo aquilo a respeito de formalidades a irritava profundamente. Jamais gostaria de assustar ainda mais o bruxo mais jovem. — Boa tarde, Senhora Collingwood. — Ele disse num tom de voz, causando na ex-sonserina um erguer por parte de uma das sobrancelhas. — Senhora? Você deve ser no máximo uns... Cinco anos mais novo que eu, por favor. — Riu nasalmente, tomando um bom gole de seu café antes de repousa-lo sobre a mesa de carvalho. — Accio pena. — Agitou a varinha de forma desleixada, a pena vindo de encontro a si. — Eu não vou perguntar o seu nome agora justamente porque não vou me lembrar dele, então eu sugiro que você estude muito bem cada uma de nossas subdivisões e quando souber o que mais gostaria de vivenciar melhor você volte até mim e eu vou resignar alguém a ser o seu “tutor” digamos assim. — Comunicava-se com o rapaz sem retirar os olhos de uma pilha de papéis, iniciando uma verdadeira batalha interna até que descobrisse qual deles iria assinar primeiro. — Sim senhorita Collingwood. — O outro limitou-se a dizer, agora mais próximo à saída. Antes que ele se retirasse dali, mais uma assistente acabou os interrompendo. — Senhorita, eu receio que nós estejamos passando por um período de infestação de Bandinhos. Há relatos de que alguns trouxas começaram a desconfiar enquanto outros já começaram a espalhar rumores sobre acontecimentos estranhos. O que nós - — a bruxa ergueu o indicador como um sinal silencioso para que a outra, em grosso modo, calasse a boca. Em seguida respirou fundo, levantando-se de sua cadeira para se apoiar na beirada de sua mesa. — Comunique o departamento de acidentes mágicos, explique o ocorrido nesses casos excepcionais e me encontre dois membros da subdivisão de pragas pra me acompanharem. Eu resolvo isso. — Sequer esperou por alguma resposta e já se despedia do estagiário. A observou de relance sobre o ombro, sorrindo travessa ao ter o cenho ligeiramente travesso — O que foi? Sabe que eu odeio essa parte de contratos e similares. — riu brevemente, desaparatando dali.
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Localização : Londres

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Casa: Sonserina
Habilidade:
Galeões: 800
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Re: [FP] Renée Ewart Collingwood

Mensagem por Rowena Ravenclaw em Ter Abr 04, 2017 1:23 am

Ficha aprovada.


Rowena Ravenclaw
RAVENCLAW PRIDE • FUNDADORA • <3

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