Instituto Durmstrang
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[FP] Jung Myung Hee

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[FP] Jung Myung Hee

Mensagem por Jung Myung Hee em Seg Fev 27, 2017 11:51 pm

Jung Myung Hee
28 anos — Bruxa — Yoon Eun Hye

DADOS IMPORTANTES
Cargo desejado » Chefe do Departamento de Cooperação Internacional em Magia (França)

País atual » França

Habilidades » Nenhuma

DESCRICÕES
Descricão psicológica »
Diplomata e conciliadora, embora não deixe que todos saibam do fato. Isso vem do fato que a mesma é uma eximia observadora e não deixa o menor detalhe passar não importando qual o seja. Aprendeu devido a necessidade de se defender quando estava longe dos irmãos. Sendo poliglota devido aos negócios da família a morena aprendeu varias línguas, mesmo que não tenha crescido em Seoul sua terra natal é fluente em coreano. Tem um jeito leve e doce de ser, porém é muito teimosa e raramente volta atrás em uma decisão.

Biografía »
Filha de Jung Yoo Joon e Lee Ma Ri, é a terceira filha do casal. Seus pais uniram-se num casamento arranjado quando novos, as famílias tradicionais e endinheiradas queriam evitar problemas futuros. Nasceu em Seuol, durante os anos finais do mestrado de seus pais. Mudou-se para Vladvostok com dois anos de idade, por conta de uma incrível oferta de emprego para sua mãe. Durante seu terceiro aniversário, para casa de sua vó paterna, na noite seguinte ao seu aniversário um grupo de rebeldes que era contra o governo que seu avô exercia na cidade atacou. Durante o ataque Myung perdeu seu irmão mais novo e sua avó, depois disso a família traumatizada mudou-se de Seoul na expectativa de esquecer a miséria.

Já em Londres, a jovem viu sua mãe, cair doente. Sua família materna tinha uma grande tradição na medicina. Mesmo com todos os exames, tratamentos e aparatos que tinham a disposição Ma Ri morreu de câncer aos 30 anos de idade. Por conta disso cresceu em meio a seus irmãos, todos homens que sempre eram o orgulho da família. Seu pai Yoon não era alguém extremamente presente, mas fazia o possível pelos filhos.

Os anos iam passando e a garotinha que perdeu o pai aos seis, tornou-se uma adolescente tranquila e gentil. Tinha notas excelentes na escola e raramente trazia algum problema para casa. Sua revolta começou quando seus irmãos sempre recebiam coisas que ela nunca podia ter, coisas que ela desejava e lutava para conseguir e nunca chegavam a ela. No fundo não soube como se comportar ou agir, seu pai não queria que Myu fosse ainda mais parecida com a mãe e jogou isso na cara da filha. Por alguns dias ela sentiu-se triste e desconfortável, desapontada consigo mesma por não ser forte suficiente para encarar a situação que lhe pareceu tão estranha.

Seus irmãos cuidaram para que dali em diante ela ficasse mais calma e conseguisse lidar com a dor de ouvir as palavras cruéis de seu pai com certa facilidade. Um de seus irmãos mais velho, Yue não poupou esforços em achar meios alternativos para ajuda-la com tudo aquilo. Estar em Hogwarts e conviver com outras culturas deixava a jovem ainda mais semelhante a sra. Jung o que enlouquecia seu pai. Myung Hee adotou um nome ocidental, Ayla, que utilizava muitas vezes ao escrever romances para o mundo trouxa.

Contra gosto da família foi a faculdade a fim de estudar para um dia chegar a trabalhar para o ministério. Dedicava-se ao maximo, sempre lutando para ser a melhor aluna em tudo. Quando estava prestes a se formar seu pai a informou que em breve a casaria com um herdeiro de uma família rica. Bateu o pé e disse que não o faria nem amarrada, casamento de fachada que dera certo só o dos pais. Os dias em que ela discutia e brigava com o pai não eram poucos e por isso ela simplesmente passava pouco tempo em casa.

No dia de sua formatura teve a maior e mais intensa briga com seu pai, isso fez com que ela saísse de casa para sempre. O homem a magoou de forma profunda e ela o feriu com suas palavras, mesmo que nenhum dos dois quisesse faze-lo. Abandonou a casa de sua família, não querendo mais voltar para Londres nem que a amarrassem.

Segui para Paris, afim de recomeçar a vida e evitar o pai ou a própria família. Depois de atuar durante alguns anos na defensória publica, pegou um caso que um inocente foi julgado e executado o que a deixou inconsolável. Um amigo dela querendo apenas ajuda-la, a levou a um passeio onde conversaram e ele a ajudou a ver uma luz no final do túnel. Prestou exame para entrar na Seção de Cooperação Internacional onde atuaria ajudando e varias formas, varias pessoas. Há poucos meses a jovem começou a morar com os irmãos, onde todos os dia os mesmos cobravam que ela se casa-se logo. Ainda escreve romances sob seu pseudônimo, mas quase ninguém sabe disso.

TESTE DE AÇÃO

A morena acordou cedo naquele dia, tinha um compromisso inadiável com a Ministra do Japão que estava em missão na França, atrasos não seriam tolerados de maneira alguma. Haveria uma visita na sessão em que trabalhava, além do que o Ministro pedira que a mesma fosse para conversar sobre contas. Mal havia acordado e uma dor de cabeça já se iniciava.

-Lee Hoon, menos barulho. – um suspiro deslizou por seus lábios e ela encarou o mordomo que a pouco batia e agora abria a porta do quarto.

Levantou-se então, arrastando os pés e bocejando, parou em frente ao espelho, o reflexo mórbido lhe sorriu. Dentro do departamento raramente conseguiam deixa-la horas pensando numa saída, normalmente ela achava a resposta enquanto ouvia a explicação. Em seu quarto, a moça sacudiu a cabeça soltando o cabelo, não era preciso afundar-se em lembranças com tantas coisas a fazer e pouco tempo para cumprir. Faltava tempo e sobrava problemas, olhou pelo espelho e fez uma careta enorme.

-Hoon ...– murmurou abrindo a porta por inteiro para o mordomo entrar. -Seriamente você às vezes me assusta sendo tão animado pela manhã.

O mordomo fez uma bela careta e deixou as coisas necessárias para ela na bancada perto da banheira. A jovem foi pro banho e depois que se arrumou correu o máximo que conseguia. Pegou uma torrada na sala de jantar, enquanto ouvia os reclames de Yue e Guk para ela começar a comer direito. Ignorou as coisas ao redor e saiu correndo para dentro da lareira. Mas antes de sumir pode ver um brilho triste nos olhos de seu fiel amigo.

A Ministra do Japão chegaria em breve e a mesma queria visitar o antigo local de trabalho. Kazama Ryoko era a antiga responsável pelo departamento de cooperação até dois anos antes quando recebeu a proposta de presidir o ministério japonês. Myung havia assumido no lugar da mulher, que era uma das mais jovens a chegar no cargo mais alto dentro do parlamento asiático.

O Ministério estava anormalmente vazio, afinal, os chefes de departamento davam um jeito de descansar em suas casas em pleno feriado. Sendo honesta consigo mesmo a jovem dos Jung apenas via boa parte do Ministério como distantes. Oposto a boa parte de sua família ela não odiava o ministério, mas ainda ia se livrar do núcleo rebelde que morava na região e foram responsáveis pela morte de seu irmão. Seguiu para o primeiro andar, passou pela enorme guarda do ministério, revirando os olhos achando aquilo completamente ridículo.

Toda aquela vigilância e suspeita chegava a ser sufocante, lembrava a infância em que viva presa a seguranças no mundo trouxa graças a empresa do pai. Estar cercada de pessoas era algo que tirava a responsável pelo DCIM do sério. Por isso amava o seu setor, o silencio dele e o lado deserto de ficar ali.

Foi ali, em meio aos tijolos, que os dois pararam de caminhar de forma acelerada. Por mais que parece-se esquisito o quinto nível não era tão movimentado e nem muito procurado, eram raras as vezes que você encontraria ali agitado. A maioria dos funcionários estava em viagens ou congressos o que evitava acumulo de pessoas ali. Jung sugou o ar com força, massageou as têmporas e começou a fazer uma contagem pra se acalmar.

Kazama estava na frente da sala, a loira fez o tour com a mulher e sorriu de forma leve. Com cuidado passaram em cada uma das salas do departamento e por fim foram ao gabinete do Ministro. Houveram discussões sobre novos investimentos bem como uma rota de negócios muito boa para ambos os pais. Havia só um pequeno problema, até todos os negócios com os países asiáticos saírem eles teriam que apertar os cintos. Myung odiava de todos os modos, as visitas, porque aquilo há muito tempo significava “estamos pensando em cortar seu orçamento.” Respirou fundo e seguiu para sua sala, estava bem irritada com aquela frase. Era a quinta vez em menos de oito meses, ela não tinha mais o que cortar além de pessoal. O corte de pessoal seria uma burrice imensa pois causaria grandes problemas a imagem do Ministério. Só parou de resmungar e bufar ao ouvir o som da porta.

-Senhorita Dantes. -a jovem respirou fundo e olhou para o homem a sua frente. –Precisa falar comigo sobre algo?

O homem jogou um jornal com uma chamada preocupante. ”Ministro é visto em momentos íntimos com Embaixador Francês.” e uma careta tomou sua face. Depois de terminar de ler abriu a porta de sua sala e mandou que Lisbeth Dantes chamasse todos do setor para sua sala imediatamente. Assim que teve a resposta dos outros membros do setor expôs a situação delicada em que estavam, começou a ouvir as mais absurdas e ridículas soluções possíveis. E antes mesmo da maioria dos ministrais começarem a trabalhar ela já estava aos berros com um dos membros de sua equipe que em menos de dez minutos precisavam abafar aquele caso.

Seu corpo ainda estava ferido e exausto, seu abdômen estava dando indícios que em breve lhe traria problemas, quem mandou ela sair pra treinar luta com o irmão. Enquanto alguns de seus companheiros de equipe iam para outros setores mobilizar o judiciário para erradicar a noticia e ou iam para a sala de reunião do departamento conversar com o embaixador envolvido, a morena estava correndo com arquivos até o ministro e pedindo as assinaturas para retirar de circulação o jornal no país. O barulho do salto alto das mulheres do departamento e de berros em inglês, francês e grego eram audíveis para qualquer um que chegasse perto daquele andar. A loira estava louca para voltar pra casa, mas devido a falha de um dos embaixadores talvez não voltasse naquele dia. Próximo do horário de almoço pediu que a secretária providenciasse a comida para o pessoal do lugar e neste momento conseguiu contato com o diretor do jornal grego.

Myung Hee respirou muito fundo e voltou para o escritório para conversar em particular com o homem. Pegou todas as fotos que haviam sido enviadas a ela e percebeu que por mais que fosse levemente andrógino aquele não era seu embaixador, respirando fundo começou a falar com o homem que parecia se divertir com aquele caos que iria causar não só para a coreana quanto pra si mesmo. Depois de duas horas em contato com o homem, convenceu de que ele havia cometido um equivoco e conseguiu demonstrar para o mesmo que na foto não era o embaixador e que a pessoa que acompanhava o primeiro ministro grego era uma mulher. A loira comia em silencio analisando todos os documentos e analisando cada minúsculo pedaço da foto, em dado momento acabou rindo.

Quando o relógio alertou que eram nove horas da noite, juntou o pessoal na sala de reunião e contou que o final daquela história foi que o jornal admitiu o erro e já publicará uma nota pedindo desculpas. Porém a ministerial foi incapaz de esconder algo, não de seus colegas e até amigos. Ela sabia que não devia, mas contou aos colegas que a noticia era verdadeira e que eles deveriam calar-se e nunca mais tocar no assunto. Eram onze horas da noite e a ministerial estava exausta e apenas queria ir pra casa. Recolheu suas coisas e foi em direção a saída do local, enquanto saia via que apenas os membros da alta cúpula do ministério estavam lá ainda além dela e sua equipe.

Chegou em casa e seu corpo clamava ainda mais por sua cama. ”Lembrete para mim mesma: Nunca mais deixar que os embaixadores irem pra qualquer lugar sem lhes avisar das conseqüências.” Falava mentalmente, enquanto andava pela mansão, lembrando que tudo aquilo começou porque o embaixador na Grécia resolveu misturar trabalho com prazer num local onde não deveria faze-lo. E pra contornar a situação foi necessário muito tempo e paciência. Agora ela queria apenas se jogar na cama e esquecer que o mundo existia.

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Re: [FP] Jung Myung Hee

Mensagem por Agnessa G. D. Lavrov em Qua Mar 01, 2017 11:52 am

FICHA ACEITA


Creio e espero que fará um bom trabalho junto aos ministeriais da França. Bem vinda!


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