Instituto Durmstrang
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Maycon Smith [Professor de Runas Antigas]

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Maycon Smith [Professor de Runas Antigas]

Mensagem por Maycon Smith em Seg Fev 20, 2017 2:48 am

Maycon Smith
31 — Corpo Docente —Bruxo — Matthew Bomer

DADOS IMPORTANTES
Cargo desejado » Professor de Runas Antigas

País atual » Inglaterra

Habilidades » Legilimência e Oclumência

DESCRICÕES
Descricão psicológica » Por trás dos sorrisos falsos e palavras polidas, sua cabeça funciona em uma frequência totalmente diferente do que os seus bons modos aparentam. A conversa mansa é o disfarce perfeito para que ninguém desconfie dos seus pensamento sádicos e dominantes. Smith é claramente um cara que sente prazer em ver os outros sofrerem. Que aprecia testar os limites morais que as pessoas se impõem. E escapar disso é um prazer lentamente apreciado, como uma boa taça de vinho em uma tarde fria de outono. Afinal, algo só é crime quando se for pego, não é? E que melhor maneira de esconder um lobo com pele de cordeiro do que no meio do rebanho mais vulnerável de todos? As jovens mentes bruxas, prontas para serem moldadas para o caminho certo. Tudo que eles precisam é de um tutor lhes sussurrando os caminhos a se seguir.

Biografía » Maycon cresceu em mais uma das muitas famílias normais e exemplares que enxiam mundo bruxo. Seus pais, dois perfeitos funcionários do Ministério da Magia, sempre se orgulharam de estampar o brasão dos Smiths em suas roupas e tapeçarias, afinal, esse era o simbolo que os lembrava do seu sangue puro e herança cultural que eles carregavam por séculos. Nobres. Belos. E cumpridores do que a sociedade esperava deles. Isso era o que ele sempre acreditou, até poucos messes antes de receber sua carta de Hogwarts e sentar para ter uma conversa longa com seu pai, que mudaria seu modo de ver o mundo. O que antes pareciam pequenos atritos entre bruxos, agora fazia sentido. Finalmente ele compreendia porque seus pais torciam o nariz para alguns dos outros bruxos que passavam por eles nas ruas apertadas e tortas do Beco Diagonal. Os pequenos sussurros que corriam pelos salões de festas nas noites em que eram promovidos jantares em sua mansão. O mundo bruxo era separado por classes invisíveis aos olhos infantis. E que a partir daquela noite ele conseguiria compreender e ver com clareza. Agora ele sabia quem estava abaixo dele. Os sangues ruins. Os mestiços. Seu pai estava lhe alertando para o que ele encontraria em Hogwarts. Uma bagunça cultural. Era preciso saber com quem se misturar ou não. E ele se lembrou daquilo durante todos os anos que frequentou o castelo. Tomando todo o cuidado do mundo para nunca deixar transparecer suas opiniões. Os babacas estavam poluindo seu mundo e a sociedade os recebia de braços abertos, sem deixar que os nobres e puros dessem uma palavra a respeito daquilo. Patético. Seu pai, como um bom homem que era, fazia sua parte como comensal da morte para manter a comunidade bruxa mais limpa, e ele só não seguiu seus passos, porque não gostava da ideia de ter que ser subordinado a alguém. Faria seu papel discretamente e sozinho. Tinha decidido, logo quando se formou, com notas perfeitas e adorado por todos os professores e colegas de classe - incluindo os sujos, que falsamente manteve por perto durante todos aqueles anos- que sua melhor forma de ajudar, seria educando as jovens mentes. Como professor, ele poderia cautelosamente influenciar seus meninos para o caminho certo. Mostrar a superioridade de sangue sem parecer segregar ninguém e levantar questionamentos sobre onde cada um pertencia naquele mundo. Ele sabia que teria que ser discreto, ardiloso, e muitíssimo cuidadoso com suas palavras. Mas isso só tornaria as coisas ainda mais emocionantes. E ele daria orgulho aos seus finados pais mesmo sem se juntar ao famoso grupo de seguidores daquele que não se deve ser nomeado.

TESTE DE AÇÃO
Descrição » Era um ótimo dia para lecionar. Smith estava com um humor incrivelmente bom naquela manhã. Seu despertador havia tocado um minuto depois que ele tinha acordado. Seu café ainda estava quente em sua mão. O sol brilhava forte no pátio gramado que cercava o castelo e as crianças corriam apressadas para suas salas de aulas antes que o sinal as impedisse de participar das disciplinas.
- Bom dia Srta. Evans. - Ele sorriu para uma pequena garota que passou apressada, quase derrubando os livros em cima dele.- Vá com calma e não corra pela escola, sim? * ele bagunçou algumas mexas dos cabelos da garota, com um sorriso suave no rosto antes de continuar o seu caminho. Teria que lavar aquela mão mais tarde. Por Merlin. Se sujar com uma mestiça logo no inicio do dia poderia estragar o seu humor se não fosse pela cena mais adiante.
Um garoto de cabelos espetados sussurrava palavras de ódio para uma sangue ruim encurralada entre os seus braços. Ele sabia o que era aquilo. Já havia feito o mesmo algumas dezena de vezes quando era adolescente, mas nunca tinha mostrado o seu rosto. Aqueles meninos tinham tanto a aprender.
Ele se aproximou depressa, com uma expressão dura no rosto.
-Sr. Adams! - o garoto se afastou alguns passos da sua vitima assustada.- O que pensa que está fazendo? - ele se aproximou da garota com falso ar de preocupação e tirou um delicado lenço do bolso, estendendo em direção a ela.- Você está bem, Srta? - ele esperou a sangue ruim terminar com seus soluços irritantes, e limpar o rosto para continuar.- Não chore por isso, sim? O choro de uma bela dama pode acabar com o dia de um cavaleiro logo pela manhã. - Ele deu seu melhor sorriso gelante em direção a menina, a fazendo sorrir timidamente em resposta.- Vá para a sua aula. Eu cuido do Sr. Adams daqui para frente. - Ele alinhou a coluna, se virando para o garoto enquanto a menina desaparecia depressa pelos corredores da escola.
- Eu posso...!
- Sr. Adams. O que você fez é completamente errado. - A metodologia era amadora e mal aplicada.-
- Eu não queria...!
- Pare de se lamentar um momento, sim? -ele sorriu ao ver o garoto ficar tenso. Estava claro que ele temia ser expulso.- Eu não vou te castigar, criança. Mas eu não posso defender alunos que não sejam exemplares, ouviu bem? - ele bagunçou os cabelos do aluno.- Se qualquer professor for te repreender, tenha certeza de que você terá boas ações para faze-los duvidar de quão ruim suas intenções eram, entendeu? - ele deu um breve sorriso antes de entrar na sala em que sua turma o estava esperando. Só teria que torcer para que o Sr. Adams não fosse burro o bastante para não entender o que ele estava tentando ensinar para ele com aquelas palavras.- Bom dia turma. - ele sorriu largamente ao ver os jovens se levantarem quando ele depositou os livros sobre a pesada mesa de mogno que estava na frente da sala.- Peguem seus livros de Runas, vamos começar pelo básico hoje, está bem? Aposto que vocês estão ansiosos por isso, já que tiveram que esperar quatro anos para experimentar as maravilhas do mundo das Runas antigas! -ele riu baixinho ao perceber algumas reviradas de olhos.- Ou no minimo sem opção porque já que vocês tinham que escolher alguma coisa, não é?! Eu sei, eu sei.. Mas prometo tentar fazer isso o menos doloroso possível para vocês, combinado!?
Ele deu um passo a frente, para mais perto dos alunos.
-Alguém sabe me dizer o que são runas antigas? - ele sorriu ao perceber a troca de olhares desesperados entre os rostinhos infantis.- Isso não é nenhuma avaliação, senhores. Só quero saber o quanto vocês sabem. Mas podemos ir do inicio. - ele deu meia volta e começou a desenhar o conhecido alfabeto rúnico no quadro negro.- Essas belíssimas letras que eu desenhei são as runas antigas que vocês tanto ouviram falar durante esses anos na escola. Elas lembram aquelas pedras pré-históricas, símbolos pictóricos gravados pelos antigos, que não conheciam a escrita, não é? Sua aparição estabelece-se há muitos séculos atrás. Muito antes do que a humanidade consegue se recordar. É ligada ao povo germânico, que antes mesmo de sua escrita já praticava essa Arte Divinatória, através dos símbolos nas rochas. Vamos agradecer a Merlin por termos pergaminho e tinta nesse século, não é? - Ele sorriu, dando a volta em sua mesa e se apoiando contra ela, encarando as jovens mentes. Conseguia reconhecer alguns deles. Afinal, os sangues ruins se destacavam na multidão. Teria muito trabalho para fazer ali naquele ano. Mas agora precisava enfiar um pouco de conhecimento dentro daquelas cabecinhas ocas.
Diz a lenda dos Vikings que o Deus Odin, o Deus da sabedoria, da magia, da poesia e da guerra, reconheceu as runas através do seu sacrifício na árvore sagrada, Yggdrasil, localizada em Asgard, onde ficavam os Deuses Vikings.
Essa é a parte mística que vem sido contada através de gerações. Mas ninguém sabe dizer até onde é um conto, e até onde é verdade. Como disse, as runas são tão antigas quanto o conceito da humanidade. Mas a partir de certo ponto, temos sim relatos e registros históricos.
Por volta de 250 a 150 a.C., uma tribo germânica teve o senso fonético, que ficou conhecido como FUTHARK, devido às seis primeiras runas: F-U-TH-A-R-K. Através deste processo, teria sido criada a escrita alfabética, partindo de um modelo encontrado no Norte da Itália.
E a partir destes grifos, surgiram as Runas, cujo significado é “coisa secreta”. Seus praticantes eram conhecidos como “praticantes de Rumenal”, que sacudiam a bolsa que continham as pedrinhas e espalhavam-nas no chão, interpretando seus significados, através de seus símbolos invertidos ou não.
Foi por volta de 117 d.C., que as runas chegaram ao Ocidente, trazidas pelas mãos de emissários, aventureiros e comerciantes, que propagaram este método utilizando madeira, metal ou até mesmo couro. Muitas vezes, desenhavam seus símbolos com sangue de animais sacrificados. -Ele suspirou, observando enquanto os jovens se apressavam para registrar tudo aquilo que ele tinha falado.- Tenham calma e anotem devagar. Tudo isso está escrito nos livros de vocês da página 35 a 40. -Ao fundo, o sinal gritou alto através das paredes da escola, fazendo as portas se abrirem e o burburinho dos corredores crescerem exponencialmente. Aquela aula havia transcorrido mais depressa do que havia imaginado.- Na próxima aula irei contar a versão nórdica do surgimento das runas, então venham preparados. Leiam alguma coisa. - ele levantou a voz para sobrepor ao barulho das cadeiras se arrastando e os alunos fugindo apressados.- Como sou bonzinho, vocês vão escapar sem dever de casa dessa vez. Mas saiba que essa será a primeira e última vez que irão ouvir essas palavras, entenderam? - ele balançou a cabeça, com um sorriso curto ao ver as crianças desaparecendo depressa através da porta aberta para o meio da multidão de alunos que enchiam os corredores. Lecionar era de certa forma gratificante. Mas não poderia perder seu foco. Ele se sentou tranquilamente em sua cadeira. Agora era só esperar pela próxima turma...!


DARK WIZARD:
A seguir, narre uma das seguintes missões (a escolha da missão é sua). Todas elas serão analisadas da mesma forma: ortografia, coerencia, versatilidade nos feitiços usados e, é claro, a crueldade.

△ Missão 1 » Encontrar e Destruir: Você deve ir até o norte da Rússia, em um famoso hotel onde personalidades importantes vem e vão. A chave de portal, de acordo com o nosso informante, é uma taça banhada em ouro, com o brasão de Luft. Roube a chave de portal DISCRETAMENTE e então a destrua, dentro ou fora do hotel. A escolha é sua. Seja razoável!

△ Missão 2 » Assassinato: Você deve entrar furtivamente na casa de um auror, onde ele mora com sua esposa, e matar apenas ele, sem acordar sua parceira. Note que é uma casa bruxa e de um auror... Seja coerente e cauteloso.

△ Missão 3 » Duelo: Um auror detetive encontrou nosso esconderijo enquanto você estava vigiando. Antes que ele aparate, você o alcança e ambos param em uma floresta. Você não pode deixar que ele saia dali com vida! Narre tudo, desde a sua descoberta do auror, depois todo o duelo e então seu regresso ao esconderijo. Seja razoável no duelo!
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Re: Maycon Smith [Professor de Runas Antigas]

Mensagem por Agnessa G. D. Lavrov em Qua Fev 22, 2017 6:06 pm

FICHA ACEITA


Creio que será uma boa adição ao corpo docente de Hogwarts. Muito bem vindo!





AGNESSA DELACROIX LAVROV


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Galeões: 342.793
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