Instituto Durmstrang
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[FP] Kim YoungJae

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[FP] Kim YoungJae

Mensagem por Kim Youngjae em Sab Jan 28, 2017 12:42 pm

Kim Youngjae
23 — DEPARTAMENTO DE CRIATURAS MÁGICAS — BRUXO— CHA EUNWOO

DADOS IMPORTANTES
Cargo desejado » Departamento de Criaturas Magicas : Seção de feras e espíritos
País atual » França

Habilidades » Telecinético

DESCRIÇÕES
Descrição psicológica » O jovem Kim é uma pessoal fácil de conviver, é simpático e interativo, possui uma língua afiada para insultos sugestivos quando provocado, sua vida é focada em seu crescimento profissional, não é aberto emocionalmente. Sempre metódico e transparente com seus pensamentos e ações. Odeia ficar em segundo lugar, ou não ser bem-sucedido em qualquer situação.

Biografia » Data: 01/12/1993, 2 minutos e 21 segundos após o nascimento de Sunyoung, seu irmão gêmeo vem ao mundo. Filho de pai trouxa e mãe bruxa, houve um pequeno drama na família na época, pois sua mãe os queria longe do mundo mágico, enquanto seus avós era de uma família puro-sangue e não aceitaram tal insulto novamente, pois a primeira filha do casal já estavam sendo criada no mundo trouxa, por isso para continuar com o legado bruxo na família um dos gêmeos ficou sobre a tutela de seus avós. Youngjae foi criado em Paris, seus primeiros anos foram como de uma criança normal, histórias para dormir sobre trasgos e dragões. Tudo mudou quando Youngjae começava a compreender e falar com seus avós, aos 5 anos Youngjae já conseguia ler livros básicos sobre o estudo da magia, seus avós eram rigorosos, como ainda não tinha idade para ingressar na escola, passava todo seu tempo livre estudando. Com 8 anos cuidar do jardim, arrumar a biblioteca, ajudar na cozinha, além de sempre estar perfeitamente vestido e com cabelo penteado, ajudaram Youngjae a desenvolver uma personalidade metódica e disciplinada, tinha aulas de piano em suas horas vagas, além de continuar seus estudos em casa sem atrasos, foi apresentado a sua irmã mais velha que ocasionalmente fazia visitas e isso despertou seu interesse pela família. Youngjae perguntou sobre seus pais certa vez, e seus avós explicaram a situação, parte do acordo implica que aos 10 anos eles o fariam uma visita, com sua irmã , a notícia teve um pouco de impacto no jovem, mas ele tinha que demonstrar compostura. Com 10 anos Youngjae já estava tão preparado sobre conhecimento mágico como qualquer formando em seu segundo ano de estudo, estava a poucos meses de ingressar em seu primeiro ano letivo, quando seus avós finalmente mencionam sobre seus pais, respirando fundo, Youngjae se preparava para conhece-los, mas o que estava pro vir não era tão agradável quanto esperado. Seus pais tiveram um acidente no trabalho, nada muito detalhado foi informado ao jovem, sua irmã se mudaria para Paris o mais breve possível com seu irmão de 4 anos de idade; aquilo foi um pouco demais para Youngjae naquele momento, trancou-se em seu quarto por alguns dias antes de seus irmãos chegarem, imerso em seus pensamentos. Sunyoung também tinha a mesma idade, por isso foram para a escola juntos, Youngjae não fez muitos amigos, era focado em suas notas, ajudava sua irmã nos estudos, afinal ela foi criada longe deste mundo e estava perdida. Em seu quinto ano descobriu um distúrbio de múltipla personalidade em sua irmã, mas aquilo não o incomodou muito, neste mesmo ano já tinha um plano de carreira no Ministério da magia Britânico. Terminar seus estudo não foi uma tarefa difícil. Ao voltar para casa teve algumas surpresas, com sua irmã querer voltar a vida de trouxa, por sorte a falta de aprovação de nossos avós foram o suficiente para convence-la. Fui aceito como estagiário no Ministério da magia Britânico, SunYoung e eu viajamos para Londres, onde ela foi aceita no profeta diário. Me recordei que ela participou da revista de fofocas da escola, aquele emprego serviria bem para ela. Enquanto à mim, estava indo para o Departamento de Criaturas Mágicas. Fui um estagiário exemplar, pegar café, arrumar papelada de forma impecável, estavam todos muito satisfeitos com meu trabalho metódico, até ouvi certa vez Helena, minha chefe, falar sobre meu trabalho. Atender clientes, fazer trabalho de escritório, era apenas um passo para ser agente de campo, que era meu objetivo principal.

TESTE DE AÇÃO
Descrição » Era mais um dia no Departamento de Criaturas Magicas, estava de roupas formais, cabelo penteado, parei um pouco antes no hall central, lá tinha uma sala de descanso onde pude pegar uma bandeja de prata, uma xícara de prata e uma chaleira ainda quente com café novo e para acompanhamento alguns biscoitos. Desci para a sala da supervisora de estágio, a senhorita Havengar, era uma senhora de cabelos brancos, olhos pretos, pele clara e enrugada e com um humor amargo, responsável pela Seção de Feras e espíritos. Ao entrar em sua sala, passando pela porta de madeira que abri com a mão direita equilibrando a bandeja de prata na esquerda, a vista costumeira de papeis desorganizados, provavelmente de seu trabalho mais recente, a estante de livros à direita apenas para referencias dificeis de memorizar, algumas gaiolas vazias decorando o teto da sala perto do candelabro que fornecia luminosidade.
-Bom dia, Senhora Havengar.
Falei deixando a bandeja em sua mesa de madeira com papeis livros aberto e algo que parecia ectoplasma em um pote, logo servindo o café e dispondo os biscoscoitos.
-Finalmente meu café, estou precisando ficar acordada, não tenho uma noite decente de sono à 30 anos.
Começou a reclamar enquanto afastada a papelada abrindo espaço, antes de tomar o café me lança um olhar analista.
-Este café está...
-Café morno com canela e creme.
Concluí enquanto ela saboreava seu café exatamente como gostava.
-Você precisa ficar aí?
Falou a senhora Havengar descendo um pouco a xícara e olhando-me.
-Ainda preciso da papelada assinada sobre o caso do Poltergeist que assustou os trouxas na casa abandonada em Filling-Street.
Revirando os olhos, a senhora que ainda estava  com a xícara na mão, apontou para uma pasta com papeis no canto da mesa.
-Malditos programas de TV trouxa, vão à casas mal assombradas procurando fantasmas, quando acham fazem um escândalo.
Peguei os papeis e logo saí da sala para minha mesa, logo ao lado da porta da sala da senhora Havengar, era uma mesa baixa de madeira escura, a cadeira tinha um rangido estranho que eu não conseguia me livrar, estava perfeitamente organizada, cartas empilhadas, agenda aberta no dia de hoje no centro da mesa, pergaminhos em branco na gaveta, tinteiro fechado no canto direito com uma pena deitada logo ao lado. Basicamente meu trabalho era organizar os casos, por urgência, entrega-los à senhora Havengar para que os analise, depois que ela decide o que fazer, ela faz uma ordem de apreensão, obliviamento de trouxas que viram criaturas mágicas, ou qualquer outra coisa que caia sobre sua jurisdição. meu trabalho é levar as ordem dela para que cheguem à quem as executa, devidamente assinada e dentro dos padrões do ministério.
Em todo esse tempo, nunca vi a senhora Havengar em missões de campo, o que era comum em outros departamentos. Um jovem muito apressado chega em minha mesa, estava despenteado, suas vestes estavam um pouco sujas, claramente recebeu minha reprovação imediatamente. Apressadamente logo disparou á falar.
-Preciso falar com a Senhora Havengar.
-Tem hora marcada?
Falei imediatamente, olhando sério para ele.
-É uma emergência, sou um dos aurores que estava investigando o contrabando ilegal de criaturas, achamos o fornecedor, mas um explosivim gigante saiu de controle em Basildon, conseguimos isolá-lo em uma área longe da cidade, mas temos problemas em captura-lo.
Antes de retrucar a Senhora Havengar sai da sala abrindo a porta rapidamente, já vestindo um capuz roxo, andando em direção ao jovem com quem falava.
-Não fique aí parado estagiário.
Acompanhamos o Auror até a rede flú, de lá para Basildon. Aparatamos até a área do incidente, para ver a cena triste de 3 aurores atacando um Explosivim, com suas piças gigantes, com sua carapaça espelhada repelindo os feitiços que incontrolavelmente disparavam pelo ar em diversas cores.
-Nenhum feitiço funciona, tem algo que podemos usar?
Perguntou os aurores aproximando-se de nós, já cansados e sujos.
-Eu nunca vi um explosivim desse tamanho, deve ter quase 2 metros, o que em nome de Merlin essa contrabandista deu pra essa coisa comer?
Retrucou a Senhora Havengar, apontou para mim e logo continuou.
-Sabe como lutar ou essa varinha é só decoração?
Acenei positivamente e logo ela começou a andar na direção do explosivim fazendo bico.
-Deixem que alguém competente vai cuidar disso.
A senhora Havengar estava realmente irritada com alguma coisa, embora eu não entendesse ainda. Enquanto isso o Explosivim continuava descontrolado, batendo em arvores, soltando guinchos e balançando sua calda para todos os lados.
-Estudou sobre eles, você cria a brecha, eu finalizo. Agora!
Gritou a idosa, saquei minha varinha mirando nos pés da criatura.
-Vermilion!
Pulando para trás o Explosivim evitou o lampejo vermelho que abriu um buraco no chão e levantou poeira.
-Você é vesgo por acaso? Obscuro!
Uma fumaça negra sai da varinha dela, logo voa em direção ao Explosivim, cobrindo seu corpo com um véu, enquanto ele lutava contra o tecido disparei novamente.
-Vermilion!
O lampejo aperta a para dianteira da criatura que a levanta, atingindo-o em sua parte de baixo, com um feitiço estupefaça não-verbal a Senhora Havengar acaba de me surpreender, a criatura cambaleai e cai no chão.
-Estupore!
Garantindo que a criatura não acordasse, a Senhora Havengar já se aproximava dele, de longe eu continuava intrigado. Os aurores se aproximam dela, que agora segurava algo que parecia um espinho, do tamanho de um punho fechado e com gosma saindo dele.
-Não se ataca um Explosivim sem que ele revide senhores Aurores! Que absurdo!
Agora ficara claro o motivo de sua irritação, o explosivim estava com dor, um dos aurores provavelmente o atacou durante a apreensão do contrabandista. Depois de conjurar um Enjaulius na criatura, a senhora Havengar estava indo embora.
-Coloque esse explosivim sobre custódia da minha seção, essa incidente vai cair no meu relatório!
Disparou ela para os aurores enquanto ia embora. De volta a sua sala, enquanto preparava a papelada do incidente de hoje ela me chama.
-O relatório do incidente está pronto Senhora?
Apontando para a mesa, que estranhamente estava quase vazia, a Senhora Havengar levanta de sua cadeira e me entrega mais uma pilha de papeis.
-Sabe estagiário, eu estou aqui à muito tempo, sonhei com uma aposentadoria tranquila, nunca sentirei falta deste trabalho.
Ela levantou-se com uma maleta em mãos, ainda vestindo sua capa roxa, seu rosto estava mal-humorado como sempre, um homem entra na sala apresado já interrompendo.
-Um ninho de Diabretes foi encontrado por trouxas, como devemos prosseguir com a situação?
A Senhora Hvengar que estava parada na minha frente olhou para o rapaz que a olhava e respondeu.
-Por quê pergunta a mim? Deveria perguntar à ele.
Fez um leve aceno com a cabeça antes de continuar seu caminho para fora da sala, fechando a porta com um rangido.
-Senhor?
Despertando-me logo agi de forma séria novamente e falei.
-Um feitiço imobilizante simples nos diabretes para controlar a situação, obliviem os trouxas e moveremos o ninho para uma área diferente, farei meu relatório sobre a situação e enviarei para a chefe do departamento.
Me deixando sozinho na sala, olhei em volta e em passos curtos sentei na cadeira da Senhora havengar, que agora era minha, bati com o dedos na mesa ouvindo o estalo da madeira, abri as gavetas vazias que logo estariam preenchidas e na ultima gaveta esquerda tinha uma pequena faca e nomes rabiscados na madeira, Lumérios, Ágata, muitos nomes e um deles era Havengar. Peguei a faca e logo entalhei "Kim" de forma um pouco torta, fechei a gaveta e olhei para cima, apreciando o momento que eu tanto tinha aguardado.
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Re: [FP] Kim YoungJae

Mensagem por Amitiel H. Von' Rizzi em Ter Jan 31, 2017 11:16 am

Ficha aceita, bem vindo


AMITIEL HENDRIX VON' RIZZI

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