Instituto Durmstrang
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[FP] Christoffer Hartzler

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[FP] Christoffer Hartzler

Mensagem por Christoffer Hartzler em Qua Dez 21, 2016 9:06 pm

CHRISTOFFER HARTZLER
39 ANOS — AURORES — BRUXO — COLIN FARRELL

DADOS IMPORTANTES
Cargo desejado » Auror.

País atual » Dinamarca,

Habilidades » Nenhuma, por enquanto.

DESCRICÕES
Descricão psicológica » Christoffer é um bruxo intrigante, desde pequeno sendo descrito como excepcional, inteligente e estrategista. O homem é alguém que, com o passar dos anos, adquiriu uma fama de insensível - vive sozinho, sem quaisquer tipo de relações que o façam alimentar emoções de qualquer tipo. Alguns o chamam de psicopata, um erro comum que se acostumou, pois apesar de não manter relacionamentos, o puro sangue possui seus desejos e ambições, como qualquer um. É alguém capaz de qualquer tipo de manipulação, sendo um ótimo ator quando preciso - despertando a simpatia de seus alvos até conseguir o que deseja. Quando jovem, se interessou ainda mais pela história da magia, despertando uma idolatria sem limites ao Bem maior. Não é desleixado, mantendo-se sempre ativo, calmo para montar estratégias sem brechas.

Biografía » Membro da família Hartzler, o bruxo é o terceiro filho de Augustus Hartzler VI, atual dono das indústrias da família. Como a maioria dos membros, nasceu em Copenhague, capital da Dinamarca. Sendo considerado um garoto astucioso, Christoffer ao atingir a idade correta, foi matriculado no Instituto Durmstrang - pois, além da localidade próxima, o pai idolatrava o colégio por manter a cultura de pureza de sangue -, sendo direcionado a casa Haus Feue, como tradição na família. De fato, a personalidade destemida, estrategista e agressiva fez jus a maioria dos alunos daquela casa. Ao acabar os estudos, o jovem procurou se inteirar sobre o negócio da família, dedicando sua vida - até os seus vinte e oito - as Indústrias Hartzler. Curiosamente, foi na mesma época que o puro-sangue conheceu quem viria a ser sua futura mulher, Maude. Longe de criar afeição pela mulher, o rapaz preocupou-se em manter a linhagem pura da família, tendo com elas dois filhos: Hans, o mais velho e Arya, a caçula. Após os vinte e nove, Christoffer voltou a alimentar cada vez mais seus interesses nas artes das trevas até que, por fim, foi convencido a se juntar aos comensais. Aquilo foi um fato que poderia lhe por em risco, visto que o bruxo havia conseguido uma vaga no departamento de aurores.

TESTE DE AÇÃO

O inverno russo estava, como sempre, rigoroso. Aqueles que se atreviam a sair do conforto de suas casas, principalmente a noite, deveriam tomar toda a cautela para não passarem um frio cruel. Mas, algumas celebridades russas aproveitariam o fato de que a época impediria qualquer movimentação da mídia - o antigo assessor do antigo ministro russo, dono da rede hoteleira mais famosa do país, marcou um evento para as personalidades próximas a ele. Christoffer, obviamente, não era uma delas. Pelo contrário, com o passar dos anos havia se tornado alguém mais recluso, que insistia em se manter a maior parte do tempo na velha mansão da família. Porém, aquele evento chamou-lhe a atenção pelo fato de que, envolto de tantos muggles, haveria um objeto mágico importante. Seus contatos lhe informaram que era a chave de um portal, vendido ao empresário não-mágico por um preço absurdamente baixo, se comparado ao verdadeiro valor desse item. Ele poderia, obviamente, deixá-la nas mãos do imundo - assim o plano de quebrar o sigilo seria realizado aos poucos -, mas um dos ministeriais estaria a caminho do evento, pronto para oferecer a quantia necessária para se apossar do item. Christoffer o convenceu de que poderia ir em seu lugar, afinal, não poderia deixar que saíssem um passo a frente. Vestiu-se para a ocasião, um traje social cobrido por um sobretudo preto. Os passos eram firmes até a saída de sua casa, quando pisou no chão coberto de neve, deu um impulso para cima e logo uma camada de fumaça negra o cobriu, em segundos o homem voava pelas nuvens.

Não demorou muito para que o auror encontrasse o lugar alvo, apesar dos céus conturbados e nuvens carregadas. O hotel era afastado da civilização, visando a harmonia com a natureza e descanso. Seus pés pousaram firme no solo coberto de neve, não haviam humanos a vista do lado de fora, apenas seus automóveis patéticos e falhos. Christoffer analisou o ambiente: ao seu lado esquerdo estava a entrada do hotel, vigiada por dois brutamontes, no lado direito havia uma fileira de carros sofisticados e que, pela garantia, não demonstraria falha no prazo de sete anos. O bruxo sabia que aderir ao método barulhento de agir lhe traria dor de cabeça e problemas no ministério, o que lhe traria problemas em seu plano central. O auror-comensal tomou sua varinha na mão, caminhando sorrateiramente até um dos carros e apontando-a para o motor.

Animus Novandi. — sussurrou com o intuito de fazer com que o automóvel ligasse. Magicamente, o motor 'gritou', os faróis se acenderam e, como esperado, o alarme soou. Hartzler escutou vozes curiosas e sombras de silhuetas enormes se aproximando, em seguida aparatou para a entrada do hotel. Como havia calculado, os dois estúpidos perderiam tempo tentando descobrir como o carro de última geração havia ligado sem as chaves, lhe dando tempo para adentrar o evento sem problema algum.

O saguão principal estava lotado de mesas e pessoas da alta sociedade, homens e mulheres vestidos de garçons passeavam por todos os lugares com bandejas de tira-gostos e bebidas. Christoffer ignorou as boas-vindas da muggle responsável pela recepção e procurou por uma mesa afastada e vazia, longe de todos aqueles não-mágicos. Sentou-se com tranquilidade e retirou do bolso um charuto, logo o 'saboreando' enquanto analisava a situação. Não eram qualquer tipo de celebridades, eram donos de marcas famosas, fornecedores e, no fundo, agiotas. Provavelmente tinham investido na construção dos novos hotéis. Então, o que o bruxou pôde confirmar era que o evento não passava de um leilão, visando repor os gastos dos investidores. Christoffer sorriu, baforando a fumaça e, finalmente, o dono de tudo aquilo deu a honra de sua presença no meio de todos.

Uma boa noite! É uma honra ter os senhores e as senhoras, todos juntos, nesse evento que preparei com todo carinho. E, claro, ele não aconteceria se não fosse por vocês todos... — enquanto as baboseiras eram ditas da boca pra fora, o feiticeiro observava bem a figura e a postura do homem. Era velho, Christoffer chutou uns setenta anos pra cima, os cabelos calvos brancos, um bigode que terminava em fiapos enrolados, da mesma cor. O corpo fazia jus a idade, caído, gordo, mas ainda assim coube perfeitamente em um traje smoking. Até ali, tudo padrão para um muggle. Porém, de relance, a visão do dinamarquês capturou um item diferente nas vestes do velho: uma chave, presa ao pouco pescoço. Como era um leilão, haviam itens valiosos ali para serem vendidos... como eram valiosos, precisariam de um lugar seguro para ficar. E provavelmente aquela era a chave. — espero que se deliciem com o cardápio e preparem os bolsos, porque o leilão vai começar em vinte minutos!

Terminou eufórico, após um longo e tedioso discurso, é incrível como o dinheiro faz com que te suportem. Em vinte minutos, se apossar da chave se tornaria difícil - um lado de Christoffer gostaria de agir por impulso, mostrar a todos os muggles que existe uma raça superior e sair dali vitorioso, porém, ele ainda tinha um emprego e uma farsa a preservar. Assim que se formou um aglomerado de pessoas em todo o saguão novamente, Hartzler se ergueu do lugar, mantendo os olhos focados nas ações do velho. Alguns abraços aqui e acolá, segundos de conversa jogada fora e, como o bruxo esperava, o dono do lugar se pôs a caminhar até os elevadores, seguido de dois seguranças. Parado em frente as duas portas, o dinamarquês observou até qual andar o homem iria, supondo ser o lugar onde estavam os itens a serem leiloados. Por fim, chegou ao último, tirando da cabeça de Christoffer de subir tudo aquilo pelas escadas. Ele adentrou um dos elevadores e, após se erguer, estranhou o fato de que aqueles eram muito mais lentos do que os do mundo bruxo. No último andar, se deparou com poucas opções de passagem: era um corredor curto, seguido de outro a qual se devia virar para adentrar e todos estavam ocupados apenas com quadros e pinturas. Havia apenas uma janela e uma única porta, porta essa protegida pelos dois seguranças. O auror bufou e caminhou prestes a virar o corredor até o outro, no entanto ao se deparar com os dois muggles, se viu obrigado a dar um passo pra trás e jogar as costas contra a parede - esbarrando em um jarro que, imediatamente, quebrou-se no chão.

"Mas o que é isso? Vá ver" "Deve ser o vento" as vozes dos dois homens ecoaram, causando um desconforto no bruxo maldito. Os passos de um deles estavam cada vez mais próximos, o que deu tempo para Hartz pensar apenas em uma coisa. Se esconderia numa das cortinas, esperando que o homem se aproximasse para fechar a janela e daria um jeito naquilo. E não deu outra.

Confundus! — murmurou, a varinha apontada na testa do brutamontes. A magia deu certo, deixando-o parado onde estava, como se estivesse drogado ou fosse um débil mental. Uma baba escorreu do canto da boca, deixando Christoffer enojado.

Depois daquilo, lidar com o outro restante seria fácil. O auror virou o corredor, surpreendendo o segurança restante, porém foi esperto o bastante para levantar as mãos em sinal de paz. O homem careca abaixou a arma, se aproximando em passos agressivos e perguntando onde estava seu parceiro. Assim que estavam próximos o bastante, Christoffer abaixou os braços e deixou que a varinha escorregasse da manga até sua mão, girando-a em um movimento rápido e proferindo o feitiço de petrificação. O muggle caiu duro contra a porta, causando um barulho que interrompeu o que quer que seu chefe estivesse fazendo no lado de dentro. Resmungando, o velho foi até a porta, abrindo-a e se deparando com o bruxo que não economizou forças em um soco certeiro no queixo do homem, que logo caiu também.

Teria que se lembrar de obliviar todos os três. Adentrou a sala, passando pelos não-mágicos caídos e focando a visão no que lhe chamasse a atenção. Para um bruxo, não seria difícil reconhecer um objeto mágico em um amontoado de itens trouxas, é como se fossem um imã. Ele se acalmava para não atear fogo em todos aqueles itens sem valor, mas tinha em mente que deveria ser discreto. Irônico pensar assim, após ter socado um homem. Por fim, se viu de frente a um armário com portas de vidros, protegiam uma coleção de objetos velhos e sem uso. Até ali, nada interessante, até que algo dourado reluziu na vitrine. Christoffer se virou, observando uma taça escondida entre outros itens, caminhando até ela e tendo cuidado para não tocá-la - poderia parar no fundo do oceano atlântico, esperava qualquer coisa de uma chave de portal. O ouro banhado reluzia de forma assustadoramente atraente, no centro era possível reconhecer o brasão de Haus Luft. Definitivamente, era aquilo o que ele procurava, mas não poderia demorar mais nenhum segundo. Algum dos três poderiam acordar e ele teria mais trabalho. Se apossou de um lenço achado numa mesa e, cautelosamente, pegou a taça. Como esperado, ainda estava no hotel. O velho acordava, murmurando palavras sem sentidos. Antes que pudesse se erguer, Hartzler forçou um pé contra o peito do muggle e, apontando a varinha contra seu rosto, o obliviou. Fez o  mesmo com os outros dois, assim que se viu livre do serviço, aparatou dali até a mansão de sua família.

As masmorras eram vazias, ninguém se atrevia a adentrá-las, a não ser os que já a conheciam. Christoffer ergueu as mangas da blusa e visualizou a taça parada em uma mesa de madeira podre. Apontou a varinha para o item mágico e conjurou:

Bombarda! — em segundos, uma explosão se formou no centro da taça, fazendo-a cair no chão. O bruxo percebeu que estava trincada e a magia se esvaía dela rapidamente.

Estava feito.

DARK WIZARD:
A seguir, narre uma das seguintes missões (a escolha da missão é sua). Todas elas serão analisadas da mesma forma: ortografia, coerencia, versatilidade nos feitiços usados e, é claro, a crueldade.

△ Missão 1 » Encontrar e Destruir: Você deve ir até o norte da Rússia, em um famoso hotel onde personalidades importantes vem e vão. A chave de portal, de acordo com o nosso informante, é uma taça banhada em ouro, com o brasão de Luft. Roube a chave de portal DISCRETAMENTE e então a destrua, dentro ou fora do hotel. A escolha é sua. Seja razoável!

△ Missão 2 » Assassinato: Você deve entrar furtivamente na casa de um auror, onde ele mora com sua esposa, e matar apenas ele, sem acordar sua parceira. Note que é uma casa bruxa e de um auror... Seja coerente e cauteloso.

△ Missão 3 » Duelo: Um auror detetive encontrou nosso esconderijo enquanto você estava vigiando. Antes que ele aparate, você o alcança e ambos param em uma floresta. Você não pode deixar que ele saia dali com vida! Narre tudo, desde a sua descoberta do auror, depois todo o duelo e então seu regresso ao esconderijo. Seja razoável no duelo!
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Re: [FP] Christoffer Hartzler

Mensagem por Amitiel H. Von' Rizzi em Sab Dez 24, 2016 1:22 pm

FICHA ACEITA


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AMITIEL HENDRIX VON' RIZZI

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Idade : 27

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Casa: Haus Feue
Habilidade: Meio Veela
Galeões: 146.983
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