Instituto Durmstrang
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[FP] Gus Hartzler VIII

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[FP] Gus Hartzler VIII

Mensagem por Gus Hartzler VIII em Dom Dez 18, 2016 4:55 am

AUGUSTUS HARTZLER VIII
VINTE E CINCO — BRUXO DAS TREVAS — BRUXO — GALE HAROLD

DADOS IMPORTANTES
Cargo desejado » Mercenário.

País atual » Dinamarca.

Habilidades » Nenhum.

DESCRICÕES
Descricão psicológica » Um pedaço de merda sem coração que fode com qualquer um que queira, sem consciência ou remorso. Talvez esta seja uma forma de me definir em uma única frase. Contudo, apesar de agir de maneira sarcástica e arrogante 99% do tempo, eu me importo com os outros e todos aqueles 'blá, blá, blá' sobre família e ética moral que todos seguem e obrigam a seguirem, não, é sério! Eu me importo, mas a maioria dos bruxos pensam que não ou encaram minhas ações e pensamentos de maneira deturpada — ora, o que posso fazer? Não penso da mesma forma que vocês, e qual é, nem ajo de forma tão errônea assim, só saio um pouco dos trilhos! Aliás, sempre fui assim desde jovem. Nunca me importei com o que os outros diziam sobre mim e nem escondi meus pensamentos, ninguém — até mesmo das "autoridades". Sempre impulsivo e fazendo minhas... como posso chama-las? Peripécias? De maneira mais teatral possível, sempre sendo o centro das atenções por onde passo. As pessoas sempre ficam presas entre me amar e odiar, modéstias a parte mas é o que faço de melhor devido a minha honestidade brutal. Nunca deixo de me colocar em primeiro lugar e é quase impossível alguém entrar em minha vida, mas uma vez que elas estão (vamos falar a verdade por aqui) me torno extremamente possessivo e protetivo sobre elas, um exemplo disto é a minha irmãzinha Sophie, protejo ela de qualquer um e até enfrento meus pais para proteger a honra dela. Grande parte do que ajudou a me tornar o que sou e a trabalhar nesta área foi a falta dela a meu lado logo nos meus primeiros anos após Durmstrang... bem, ninguém pode comprovar isto — nem eu mesmo sou capaz de admitir que é possível adentrar em meu... coração.


Biografía » Nascido primogênito de Augustus VII, herdei o nome daquele que criou uma das maiores empresas de entretenimento no mundo bruxo e trouxa, e como é de se esperar do primogênito de uma família — e claro de um herdeiro de Augustus Hartzler I —, nasci puro e com o peso enorme de uma responsabilidade sobre meus ombros na qual nem me questionaram. Desde o meu nascimento fui motivo de orgulho entre meus familiares. O primeiro neto de Gus VI nascera menino, e ainda por cima filho de Gus VII! Muito foi depositado sobre mim no momento seguinte que sai de minha mãe. Eu deveria levar o legado dos Hartzler para outro nível, dar orgulho e fazer feitos mais grandiosos que meus antecessores.
Meus poderes apareceram antes mesmo de eu ter aprendido a falar, quando criança minha mãe vivia repetindo (para mim e terceiros) a história de quando meus poderes se manifestaram — o que chegou a encher a porra do meu saco na adolescência... sempre a mesma velha história. Foi quando ela estava na cozinha preparando algo do qual não me recordo, e então vários objetos começaram a voar ao meu redor enquanto eu me sujava em papinha de bebê. Segundo ela, foi o dia mais feliz de sua vida.
E então, quando eu tinha dois anos minha mãe informou que estava grávida, que eu ganharia um irmãozinho ou uma irmãzinha, aquela notícia havia me alegrado completamente, todo dia eu perguntava se era hoje que a criança viria. Até que ela veio. Uma garotinha rosada e gordinha, a adorei no segundo em que pus os olhos nela e jurei protege-la de qualquer coisa e qualquer um.
Nossos pais começaram a se decepcionar com ela quando seus poderes ainda não haviam se manifestado, éramos uma família antiga de puro-sangues, não era agora, depois de oito gerações, que teriam um aborto presente na família. Mesmo com apenas seis anos eu defendia ela de nossos pais, dizia que eles estavam todos errados e que ela seria uma grande bruxa e daria tanto orgulho para a família quanto eu, afirmava a eles que os poderes dela logo se manifestariam... e uns momentos depois lá estava ela maravilhada com os mesmos.
Quem me conhece agora não faz ideia de como fui uma criança boa e dedicada...
Tinha apenas seis anos quando dei-me conta do que dependia de mim, eu era apenas uma criança na qual eles enfiaram um enorme peso e responsabilidade sobre as costas sem se importar com o que poderia ocorrer, apenas acreditando que eu iria trazer mais grandeza para o nome Hartzler.
Desde então, eu já tinha o dever de proteger minha irmã de nossos próprios pais... Uma criança! De seis anos... e mesmo assim eles não se importavam, apenas queriam saber da maldita grandeza na qual nascemos destinado a dar. No natal daquele mesmo ano eles me deram livros de feitiços diversos, livros de história da magia e derivados livros didático-bruxo... eles queriam que eu me adiantasse nos estudos antes mesmo de adentrar no Instituto Durmstrang.
Então, invés de passar minha infância brincando como qualquer outra criança — sendo bruxa ou trouxa —, passei minha juventude com o rosto enfiado em livros e praticando feitiços simples, mas é claro, sempre tentando praticar uns avançados no qual sempre davam errado.
***
Foi em 2006 que entrei na Durmstrang. E maldito seja, tentei várias formas trazer desgosto mas era como se a grandeza me perseguisse.
Haus Feue, mais um Gus Hartzler nesta casa, e a família inteira vibrava.
Meus primeiros dois anos no Instituto se passaram sem a companhia de minha irmã. Fui bem recebido desde o primeiro ano, com apenas onze anos as pessoas me amavam e queriam estar por perto de mim. Sempre desafiando os outros, nunca perdendo uma disputa ou me abaixando para alguém. Quando Sophie iniciou no Instituto (também selecionada para Haus Feue como uma boa Hartzler), todos já faziam ideia de que ela era minha irmã, logo a respeitavam e tomavam cuidado ao direcionar uma palavra para ela e sobre ela. Uma vez ou outra ela andava comigo e com aqueles que se consideravam meus amigos, aprontando confusões... contudo ela ainda tinha seu próprio grupinho de amigos e eu a deixava livre para fazer sua própria marca. Já vivíamos sobre a sombra dos Hartzler, não iria permitir que ela vivesse na minha.
Apesar de ser considerado, pelo corpo docente e minhas vítimas, um incompetente promíscuo que não fazia nada além de bagunçar e agourar outros alunos, eu ainda continuava a enfiar minha cara nos livros de feitiços e me escondia na biblioteca para fugir daqueles que me perseguiam. Sophie era a única que sabia disso, de vez enquanto nos encontrávamos na biblioteca para estudar alguma matéria ou saíamos escondidos para treinar alguns feitiços.
(...)
Meus anos no Instituto ocorreram assim, festejando, fodendo com tudo que se movia, sendo o centro das atenções e perturbando alguns imbecis, além, é claro, de escutar Soph tagarelando e demonstrando sua paixão por animagia.
Nas férias de verão que passava em casa, tinha como passatempo aprimorar meus feitiços e aprender alguns que o Instituto não nos ensinava.
Após terminar meus estudos sai de casa e perdi contatos com meus familiares (mesmo assim recebendo algumas cartas de Soph, a quais nunca respondi). Alguns bobos diriam que passei meus primeiros anos livres a procura de mim mesmo, mas eu digo: eu estava fodendo mesmo — em todos os sentidos. Estava cansado de ouvir os "você pode fazer melhor", "você é melhor que isso", "você é melhor que eles", "você, você, você". Estava cansado do peso que colocaram em meus ombros desde que nasci, ora eu sou um Gus Hartzler.
Os dois anos após Durmstrang, em resumo, se passaram em bares Bruxos e Trouxas. Nessa época o mundo bruxo estava passando por diversos ataques de radicais em diversos países, e no ano seguinte os Comensais da Morte estavam se fortalecendo. Eu, que nunca concordei muito com as crenças do governo ou de minha família e sempre tive um interesse por feitiços proibidos antigos, além de que eu nunca fui o bom moço da história. Comecei assim um treinamento para me juntar a eles, logo participando de vários ataques que passaram a ocorrer em 2016 e nos anos conseguintes.

TESTE DE AÇÃO
Descrição » "É simples", eles falaram, "não vai levar mais de uma hora", eles disseram, "é por um bom preço", eles lembraram. Mas sobre o que eles deveriam saber? Que o mundo é uma grande bola redonda, que o céu e o mar são azuis e que a morte é inevitável? Hmm... nah, eles não devem nem fazer ideia do último citado. E então, eu me pergunto: "como a Milady pode ter serventes tão inúteis quanto aqueles e vem até mim duvidando de minha lealdade?" Aposto um saco de galeões de ouros que aqueles projéteis de minions a abandonaria por uma simples promessa de um cházinho com a rainha da Inglaterra.
De qualquer forma, devo concordar com ela, nem eu acredito em uma palavra sequer que sai de minha boca. Bem, melhor provar de alguma forma então, e por mais dinheiro e reconhecimento em troca, não posso negar. Como é que aquele ditado trouxa diz? A vida não vale a pena se não há riscos? Quem arrisca não petisca? Tanto faz...
Não há porque mentir aqui, certo?
Não passei nem um mês estudando a rotina de minha vítima — não achei que fosse necessário —, minha missão era apenas mata-lo, poderia eu segui-lo ao sair (ou voltar) de casa e ataca-lo com um simples e escandaloso Avada Kedavra? Sim! Contudo, a Milady havia especificado de que não queria nada que chamasse atenção de terceiros ou alarmasse o Ministério em questões de segundos, então o sensato a fazer foi colher informações sobre a rotina de Philip Montesser e suas relações com a vizinhança em que vivia. Logo no meu primeiro dia de investigação, lá estava ele discutindo com a mulher (infelizmente eles fizeram as pazes) ao voltar do trabalho, no segundo não havia resíduos do que ocorrera na noite anterior, eles se beijaram na porta de casa e seguiram caminhos distintos, ele andava pela rua e dava bom dia para todos que estavam no caminho — um sujeito simpático demais, devo informar —, e então ele seguia seu caminho direto para o Ministério (onde eu não podia adentrar). E assim continuou os dias seguintes, além da vez em que ele saiu de casa em uma madrugada na qual ocorrera algum incidente e a prisão de um bruxo das trevas, os dias costumavam passar iguais uns aos outros. Apesar de ter sido pouco, aqueles breves cinco dias e meio me deram bastante conhecimento sobre ele e as pessoas que o cercavam. Para ser exato, havia um pequeno bruxo com cerca de oito anos, morava três casas a esquerda da de Philip, ele era um grande fã do Auror, se exaltava toda vez que via o homem de quarenta e poucos anos, perguntando como havia sido seu dia no combate contra as artes das trevas — ah... mal sabia o jovem bruxo.... É importante também acrescentar, que o jovem era bastante querido de Philip, sempre visitando a casa dos pais do menino e o presenteando com artefatos.
Para ser sincero, de início meu plano não incluía nenhum menininho, mas o que eu poderia fazer? Era uma ótima oportunidade aquela que havia sido entregue para mim.
Então na tarde antes do assassinato lancei a maldição Imperio sobre o menino enquanto ele passava por uma esquina, o ordenei que continuasse seu dia normalmente, entretanto que quando fosse duas e meia da manhã, que ele fosse me encontrar na frente da casa do Auror Philip, juntamente com algum artefato cortante que Montesser o havia presenteado.
Assim foi feito.
O garoto estava em minha frente, esperando por ordens. Todavia, antes de me dirigir a ele, no outro lado da rua onde nos encontrávamos escondidos pelas sombras, lancei Muro Saeptaking sobre a casa, protegendo a mim (e um tanto que o garoto também, ora, eu sou uma boa pessoa! Ha ha) sobre qualquer alarmamento e contra encantamento que a casa poderia dar quando recebesse algum feitiço de agouro ou das trevas. Torci os dedos para que desse certo, tantos anos de práticas tentando quebrar os encantamentos da casa de minha própria família (com êxito, devo informar) deveria surtir efeito em algo — principalmente agora, em uma missão importante no qual me encontrava.
"Vá até lá. Bata na porta e reze para todos os magos antigos que seja ele que abra a maldita porta... apenas sorria, ele deve estar sonolento, cansado pelo dia agitado no ministério. Deixe o resto comigo", foi o que eu disse, pegando a adaga (o artefato que ganhara do Auror) dele logo em seguida. E assim foi feito.
O homem gordo que era Philip atendera a porta como o desejado, pude ver o pequeno sorriso em seu rosto e leves rastros de preocupação. Ele disso algo que não escutei (e sinceramente, eu não dava a mínima para o que poderia ter saído de sua boca), meu trabalho deveria ser terminado logo.
"Felix Lembrancis", foi o feitiço que joguei sobre o confuso Auror, logo seguido de Cegare Momento. Assim sai das sombras, chegando até ele que estava bobo perdido em suas memórias. E lá estávamos nós, Philip ainda dentro de casa, enquanto o garoto e eu nos encontrávamos bem em cima de seu tapete de boas-vindas. Naquele momento não se era mais necessário feitiço algum.
Utilizando a adaga que o menino havia me entregado, cortei a garganta do Auror e a enfiei em seu coração deixando-a lá. Voltei-me ao jovem e bruxo sussurrei em seu ouvido "Brinque com ele", segundos depois o garoto enfiava facadas no corpo de seu herói.
(...)
Chequei o pulso do homem para ter certeza.
Morto.
Meu trabalho havia sido completado. Dirigindo-me ao jovem bruxo, coberto de sangue e culpado de um crime que não havia cometido, tirei-o do Imperio e o obliviei em seguida, tirando qualquer requisito de alguma lembrança sobre os acontecimentos passados. Por fim, o garoto que se encontrava inconsciente, foi estuporado.
Após limpar qualquer rastro que me incriminasse, aparatei, fugindo dali.
(...)
Na manhã seguinte, o assassinato do Auror pelo jovem fã havia percorrido o país inteiro, assustando muitos e convocando uma investigação rigorosa já que o garoto não cooperava e afirmava não lembrar de nada. Muitos não sabiam explicar o que havia acontecido, e as investigações apenas apontavam para um único culpado: o jovem bruxo. Enquanto isso, Milady teve o que desejava — assim como eu.



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Re: [FP] Gus Hartzler VIII

Mensagem por Antonieta Marlovisk em Seg Dez 19, 2016 5:47 pm

FICHA ACEITA


Ficha aceita. Bem vindo ao grupo, o recebimento de sua marca negra é opcional, podendo ser postada no esconderijo ou em algum estabelecimento clandestino.




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