Instituto Durmstrang
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[FP] Phryne Löhnhoff Einloft

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[FP] Phryne Löhnhoff Einloft

Mensagem por Phryne Löhnhoff Einloft em Qua Nov 30, 2016 3:59 pm

Phryne Löhnhoff Einloft
17 Anos — Bruxo das Trevas (Comensal) — Bruxa — Chou Tzuyu

DADOS IMPORTANTES
Cargo desejado » Bruxa das Trevas, Comensal da Morte.

País atual » Rússia.

Habilidades » Ainda não.

DESCRICÕES
Descricão psicológica »
A jovem poderia ser facilmente descrita como confusa, se assim fosse observada durante o colegial. Sempre parecendo inofensiva e rodeada de livros. Entretanto sempre houve muito mais do que isso em Phryne, aquilo era apenas uma fachada delicadamente construída. Havia o desejo profundo que a vingança se realizasse contra aqueles que erraram ou prejudicaram. Um desejo absoluto, assim como uma lealdade e teimosia invejável.

Phryne é focada em seus objetivos acima de tudo e tanta esconder os defeitos presentes em todos humanos: é dotada do medo do fracasso, assim como o medo que torne tudo perdido. Ainda que não hesite e pareça corajosa ao se lançar pomposa contra os inimigos, afinal ela sabe fingir.
Biografía »
Phryne nunca foi uma criança fácil. Desde muito jovem a menina era inquieta e com tendências a cometer crueldades, além de provocar acidentes inexplicáveis até para uma criança bruxa. O que havia levado seus pais – bruxos providentes da Rússia, com genes chineses que desde sempre estiveram estampados nas feições da jovem menina – a deixarem em um lar completamente aleatório, apagando a memória da criança, de até então seis anos, de maneira porca. Afinal pareciam estar repletos de medo, como se temesse que a garota visse a mata-los com um piscar de olhos. Medo que não era fruto da imaginação infantil de Phryne, afinal havia os reencontrado anos depois.

Naturalmente o resto da infância da jovem havia sido norteado pelo caos, visto que a família que havia a aceitado possuía apenas um bruxo. Um homem que acreditava que Phryne havia entrado em seu caminho como um presente dos Deuses, tratando-a como se fosse uma espécie de criatura espetacular. Coisa que provocava ciúmes na esposa do bruxo, que tratava a jovem com desdém e ódio, sempre atrapalhando a manipulação da criança na luta para obter o que desejava – até então doces e roupas bonitas. Bastou então para que a carta de Durmstrang chegasse para que tal homem entrasse em extasse, como se Phryne fosse um presente completo. Coisa que ela não se importava, até que completou quinze anos.

Evidentemente, até tal idade, as ideologias da jovem – que havia sido selecionada para casa de Haus Wasser – estivessem formadas. Diante das ideias formadas desde a infância de que existiam bruxos que mereciam morrer, assim como os trouxas. Naquele verão que passou em casa, Phryne concluiu que a sociedade precisava se limpada.
TESTE DE AÇÃO
Descrição »
Phryne rodopiou os olhos pelo cômodo, pela oitava vez durante aquele minuto – havia contado, como de costume – estudando a decoração decadente sem deixar vestígios de nojo serem perceptíveis em suas feições, mesmo que nenhuma outra feição além da indiferente fosse agraciada pelo rosto bonito. Ao menos não eram exibidos o repertorio vasto de expressões quando estava longe de seus objetivos ou não estivesse a pôr em pratica alguma parte do plano que eram obrigatórias as habilidades de manipulação. O que, notavelmente, não era o caso naquele instante. Visto que a jovem estava com o corpo despido, sendo agraciado por um banho que julgava ser merecido.

Ainda que houvesse se dado ao luxo de conjurar diversas regalias para tornar o processo mais agradável. Sendo perceptível todo o desprezo que a jovem nutria por tal lugar que estava ocupando. Não que se tratasse do local mais inóspito do planeta, longe disso. Era um hotel qualificado como de cinco estrelas pelos trouxas, numa cobertura onde Phryne possuía uma vista privilegiada – ainda que não compactuasse com tal denominação – da cidade movimentava e repleta de caos. O cheiro no local a incomodava de uma maneira absurda e a deixava inquieta, entretanto não iria contraria um pedido da Lady das Trevas. Estava ali com um objetivo e iria cumpri-lo, entretanto lhe sobrava a espera.

E, enfim, a asiática passou as unhas pela tatuagem que tomava parte interna do antebraço, sorrindo ao tocar na caveira envolta pela cobra como se estivesse a receber uma descarga de adrenalina em mescla com a felicidade, tratava-se de um sorriso estranho, no mínimo. Cheio de dentes, como se a loucura estivesse brincando com a mente da jovem. Entretanto que se passava em seus pensamentos permeavam distantes de loucura. Recordava-se do dia em que havia finalmente se juntado aos Comensais da Morte, após anos ansiando para tornar-se uma seguidora da Lady das Trevas e honrar a ideologia que permeava aquele grupo. Phryne sentia o mais próximo da felicidade, sentia que o mundo se tornaria um lugar melhor, livre de trouxas ou bruxos corrompidos pela maldição da sociedade.

De imediato o sorriso da jovem se desfez ao constar que haviam batido na porta da suíte que ocupava, erguendo-se de imediato e fazendo uso de magia para parecesse uma completa, tediosa e normal adolescente trouxa. Phryne sabia quem era.

Ela encaixou a varinha entre a calça apertada que trajava e os sapatos, prevendo o que aconteceria assim que abrisse a porta, ainda que a situação a enjoasse por completo. Precisava fazer aquilo, a Lady das Trevas confiava nela. E, aparentemente, esses foram os pensamentos que a incentivaram, já que imediatamente abriu a porta, abandonando a expressão indiferente e assumindo feições de animação e nervosismo. Segurou a porta com as duas mãos a entreabrindo ainda mais de maneira torta, como havia planejado, sussurrando um tímido “Entre” para o rapaz que a encarava como se estivesse a observar o próprio sol.

- Minah! – O jovem de cabelos louros e olhos claros, apenas um ano mais velho que a própria Phryne, a chamou pelo nome falso e completamente asiático com o qual havia se hospedado no hotel, fingindo ser uma jovem estrela em busca do sucesso. Algo patético.

Entretanto havia funcionado de imediato, visto que o filho do primeiro ministro dos trouxas havia se interessado pela bruxa assim que a viu lutando para carregar as malas para dentro do elevador. E, há longos dois meses, a asiática vinha trabalhando uma espécie de relação entre ambos, aproveitando-se das jovens ricas que habitavam o hotel para lhes fazer perguntas – após um pouco de magia, notavelmente – sobre suas vidas estupidas, como forma de construir uma história consistente.

Daquela vez Phryne era uma jovem moça vinda da Coreia do Sul que sonhava em se tornar uma atriz com reconhecimento mundial, o motivo a qual a levara ao leste da Europa. Naturalmente ainda estava de viagem marcada para os Estados Unidos, mas havia desmarcado seus compromissos pois estava apaixonada. Uma história ridícula. Sinceramente, Phryne se questionava o quão estupida a humanidade ainda se tornaria com a ausência de magia.

Obviamente o rapaz pensava diferente da jovem Minah, já que havia feito diversas investidas para tentar leva-la para a cama. Todas contidas com o impecável autocontrole da bruxa, que diversas vezes sentiu vontade de assassinar o rapaz. Entretanto, agora ela já havia retirado todas as informações necessárias do trouxa e precisava seguir para a última parte do plano: mata-lo. Mas para isso era necessário que estivessem sozinhos e que fosse algo silencioso – uma completa pena, visto que, sinceramente, Phryne desejava lhe cortar algumas partes do corpo como forma de vingança. Naturalmente o rapaz havia aceitado, prometendo que a visitaria aquela noite, coisa que cumpriu com fervor.

Phryne sorriu para o jovem antes de trancar a porta, assumindo um tom avermelhado nas bochechas antes de aproximar-se o suficiente para beija-lo nos lábios. Bastou, no entanto, que alcançassem a cama para que a bruxa retirasse a varinha da calça se afastando alguns milímetros do jovem antes de que uma luz esverdeada iluminasse a feição de ambos, provavelmente ele nunca saberia o que ocorreu, visto que morreu com uma expressão duvidosa no rosto. Phryne não deu atenção ao cadáver, prendendo os cabelos enquanto conjurava feitiços afim de limpar o quarto de qualquer vestígio de DNA. Abandonando as malas vazias para trás, assim que aparatou para uma ruela vazia em tal horário da noite. Escondendo-se em um beco vazio e transfigurando as próprias feições e corpo ao normal. A jovem que saiu do beco tinha cabelos escuros e esverdeados, olhos puxados e redondos e um rosto em formato de coração. Parecia uma adolescente como qualquer outra, apenas parecia.

△ Missão 2 »
O horizonte já brilhava alaranjado quando as primeiras silhuetas da cidade ganharam forma, negras, num contraste harmonioso e agradável aos olhos – ao menos na visão daqueles que observavam a paisagem após um dia de trabalho, diferente dos dois bruxos que estavam enroscados, próximos a uma mureta. Como se fossem criminosos, o que de fato eram. Entretanto, aos olhos dos habitantes de tal bairro predominantemente trouxa, tratava-se apenas de mais um casal adolescente com hormônios a flor da pele. Previsivelmente diversos homens haviam gritado incentivos e eventualmente a bruxa se via cada vez mais pressionada contra o concreto, coisa que parecia lhe provocar determinada ira. Porém apenas demonstrava o desagrado através das feições – que estavam parcialmente escondidas no pescoço do homem mais velho.

Que naquele momento estava com o rosto transfigurado, lhe conferindo a aparência de alguém de idade similar a jovem bruxa. Era evidente o quão incômoda aquela situação era, ao menos para a adolescente que recém havia completado dezessete anos e, agora, estava a realizar a sua primeira missão como Comensal da Morte. Com o antebraço ainda formigando pela marca recente com o símbolo que há muito fizera fama entre a comunidade bruxa. Definitivamente havia determinado orgulho permeando os pensamentos da jovem, entretanto sabia que deveria completar o que lhe fora proposto caso quisesse realmente fazer parte do grupo que tanto admirava desde terna idade. Mas não conseguia evitar que seus pensamentos vagueassem pelo campo da insegurança, se questionando se a decisão de se juntar a tal agrupamento, sem qualquer tipo de experiência, não fora fruto da ambição, combinada com a efervescência de sensações de aprisionamento e descontentamento com seu estado atual. Sabia que não seria de grande utilidade aos comparsas caso não melhorasse.

Naquele momento uma determinação perpassou pelos pensamentos da jovem, diante do fato que considerava de extrema importância: ela aprendia rápido.

- Você está rígida, Einloft. – O comensal comentou, fazendo com que a bruxa fechasse os olhos, enfiando o rosto ainda mais próximo ao pescoço do homem, definitivamente abandonando os pensamentos anteriores. Pressionando a varinha contra o estomago alheio em um aviso de que se mantivesse calado. – Ok, já entendi, docinho.

A resposta foi o bastante para arrancar um rosnado, nada amistoso, de Phryne, que se tornava ainda mais irritada à medida que os minutos avançavam. Entretanto, ao que que tudo indicava, aqueles minutos de tortura chegariam ao fim em poucos segundos. Visto que o alvo de ambos – precisamente o alvo de Phryne – havia aparecido na lateral da casa, em meio aos arbustos. Imediatamente os olhos dos comensais foram fechados e pela primeira vez naquele dia, Einloft permitiu ser beijada pelo seu acompanhante. Coisa que apenas serviu para retirar a atenção de Kern Dechkraiwal de ambos, visto que o auror de meia idade pareceu se constranger ao observa-los, pigarreando e logo entrando em casa. Fazendo mais barulho do que realmente era necessário. Patético.

Bastou que mais um minuto se passasse para que ambos se afastassem, caminhando em direção a uma pequena praça adornada de brinquedos trouxas, com os dedos enlaçados, como se fossem um casal de fato. O desagrado não estava mais presente nas feições de Phryne, notavelmente a mulher sabia quando era necessário colocar mascaras.

- Abaffiato! – A Einloft brandiu em um sussurro, sacolejando a varinha em um movimento mínimo, ao enfiar a mão livre dentro do casaco que trajava. Sentia-se ridícula em tais vestimentas trouxas, porém aquele era seu dever e aquela quantidade de bolsos deveriam ser uteis para algo.

Em seguida rodopiou os olhos pelo local vazio, como se pudesse encontrar quaisquer vestígios de fantasmas a olho nu. Entretanto sabia que o feitiço conjurado lhe daria determinada privacidade com o comensal que havia comprado. Afinal, de certo que, com tão pouca idade e ausência de experiência, Phryne acabaria entrando na baixa expectativa de vida dos comensais precipitados. A missão que havia recebi era perigosa para alguém como ela, mas o que a movia era saber o que tal auror havia feito para entrar na lista daqueles que deveriam ser eliminados, para o bem maior da sociedade bruxa. A adolescente sorriu, ocupando uma das cadeiras de balanço. Sequer ouvindo o que seu comparsa estava a sussurrar, o plano que ambos havia arquitetar havia sido discutido com um mês de antecedência e Phryne sabia que seu papel seria apenas deixar a velho comensal desarmar todos os perigos e seguir rumo ao quarto do auror. Afinal sabiam como tal sistema de segurança funcionava. A confiança da jovem comensal estava alta, mesmo que depois tivesse que pagar o comensal ao seu lado, uma dívida que poderia lhe custar a vida.
-x-

Já passada da meia noite quando, em meio as sombras que bruxuleavam pelos jardins, dois bruxos pareciam mesclar-se a escuridão avançando cada vez mais, aproveitando-se da mesma. Estavam colados na parede que os separava do interior da casa, aproveitando-se do tempo que detinham após as primeiras – e mais fáceis – barreiras terem sido desativadas.

- Muro Saeptaking! – O bruxo conjurou o feitiço ausente de lampejo ao apontar para a porta da frente, enquanto Phryne analisava os jardins, logo lembrando-se de algo importante.

- Aparato Repellio!

De imediato o bruxo a encarou, como se estivesse orgulhoso dos pensamentos da menina. Afinal a bruxa não havia se formado como a mais inteligente do seu ano a troco de nada. Seu raciocínio era tudo o que possuía de mais importante. Não tardando para que a porta fosse ao chão. Ambos seguiam ritmo de trabalho que poderia ser descrito como impecável, afinal a bruxa mantinha-se a dez passos atrás do homem – que desarmava as armadilhas –, restando o trabalho de checar se não havia nenhuma magia de reconstituição em tal casa. Algo que pudesse os prender no local.

-x-

Após determinado número de horas, checando as magias deixadas em cada cômodo da residência, haviam final chegado ao quarto do casal. Onde ambos pareciam dormir com tranquilidades. Naquele momento um encantamento havia sido conjurado pelo bruxo, no intuito de que não fossem ouvidos, naturalmente. E, sem hesitação a asiática tomou a frente, apontando a varinha primeiro para a esposa do homem: - Estupore!

Ela sussurrou, não tardando a se aproximar do auror, contemplando o rosto com determinado desgosto. Aquele havia sido o rosto do homem que havia sido o responsável por não punir seus colegas de profissão como deveria. Phryne sorriu e, sem delongas, conjurou o feitiço necessário: - Avada Kedavra!

A luz esverdeada iluminou o quarto, entretanto o homem sequer moveu-se – e não o mais faria pela eternidade. Fazendo com que, imediatamente, Phryne guardasse a varinha dentro das vestes escuras. Caminhando para fora no quarto e sendo seguida pelo comensal mais velho. Ambos se afastaram da casa, caminhando pela rua deserta e úmida. Desparecendo com um estalo ao virarem uma esquina.
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Re: [FP] Phryne Löhnhoff Einloft

Mensagem por Antonieta Marlovisk em Sex Dez 02, 2016 3:05 pm

FICHA ACEITA


Ficha aceita. O recebimento de sua marca negra deve ser postada no esconderijo dos comensais.




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