Instituto Durmstrang
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[FP] Klaus H. Wolfstadt

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[FP] Klaus H. Wolfstadt

Mensagem por Klaus H. Wolfstadt em Dom Nov 27, 2016 10:49 pm

KLAUS HARTZLER WOLFSTADT
DEZENOVE — DEPARTAMENTO DE EXECUÇÃO DE LEIS DA MAGIA — BRUXO — TOM ODELL

DADOS IMPORTANTES
Cargo desejado » Seção de Controle do Mau Uso dos Artefatos dos Trouxas

País atual » Rússia

Habilidades » Nenhuma

DESCRIÇÕES
Descrição psicológica » Desde mais novo fui um garoto tranquilo, devo te herdado a fala mansa de meu pai, pois mamãe era rígida em sua maioria.  Filho único de uma mulher solteira, e não, eu não cresci na base do nescau com leite.  Com poucos amigos e um gato chamado Louie não tenho nada de interessante que tenha influenciado em meu caráter de forma direta.  Pelo o contrario, talvez as travessuras e puxões de orelha da diretora da escola que frequentava fossem alguma forma de chamar a atenção de primeiros, segundos e terceiros.
Mamãe quase não vivia em casa, ela era modelo – ou um tipo de atriz se assim você preferir – e estava sempre viajando para lugares onde eu, uma criança, não poderia ir.
Solitário não me descreve, afinal tinha Louie, mais o sentimento de vazio sim existia comigo. Fui uma criança simplista, brincava com os colegas, arrumava confusões, tinha paixões platônicas. O lado racional sempre falava nessas horas, talvez o medo de ser diferente ou apenas minha falta de aceitação particular, é importante se amar acima de tudo.


Biografia » No ano de 2001 eu nasci, olá mundo se prepare pra minha pessoa. Marie, minha mãe, me criou desde que me entendo por gente. Lembro que eu sempre a perguntava sobre meu pai, quem ele era, onde estava, por que nunca nos visitava, por que eu não o conhecia, por que ele tinha nos abandonado. Marie dizia que eu não era muito parecido com ele devido a meus cabelos loiros, olhos azuis e pele bem clara – acho que esse último deve ser resultado do clima gélido de Hamburgo, onde nasci.
Era 2012 quando meu mundo tinha virado cento e oitenta graus, numa tarde de sábado uma coruja estava na janela de nossa casa, Marie havia se apressado para pegar a carta. Ela se sentou na cadeira perto da lareira e me chamou num pedido mudo, naquela noite Marie finalmente falou de meu pai e o que aquela carta significava. De primeiro lembro que havia ficado sem ação e ate achei que minha mãe estava pregando algum tipo de peça em mim. Quero dizer, magia realmente existia ou seria apenas ciência que o mundo moderno não sabia controlar? Menino de pouca fé, foi o que ela disse pra mim. Marie também me alertou sobre coisas relacionadas a bruxos mestiços, como a sociedade mágica – ou parte dela – nos trata devido a esse pequeno "defeito" por assim dizer.
Durmstrang era um lugar incrível – principalmente para uma pessoa como eu – fui selecionado para a casa de Haus Luft cujo lema era algo relacionado aos justos e qualquer outra coisa que eu não lembro. Os primeiros anos foram comuns, como qualquer outra escola trouxa que eu já tenha frequentado antes, porém no inverno de meu quinto ano recebi uma carta que relatava a morte de Marie, aquele ano fora um dos piores que já tinha vivido até então. A morte de minha única família me abalou com o decorrer dos meses seguintes, foi nesse período que me aproximei de uma paixão que nutria com um colega da Land das aulas de Poções, é engraçado o que o cheiro de uma poção de Amortentia pode fazer com você. A sensação da neve derretendo na mão, o aroma do café recém-feito e um perfume amadeirado, mais doce.
Desilusões amorosas a parte, meus anos seguintes em Durmstrang foram relativamente pacatos. Passava horas e horas na biblioteca com livros de astronomia – matéria que me destaquei no quinto ano, vale ressaltar – uma antiga paixão que nutria devido ao filme O Rei Leão lançado nos cinemas do mundo trouxa, onde segundo Mufasa os reis do passado se tornavam estrelas e observavam os jovens reis durante da noite.
Após os sete anos de estudos tinha decidido que iria trabalhar no Departamento de Execução da Magia, sendo mais especifico, em algo relacionado ao mundo não-bruxo. Nada melhor do que um mestiço para explicar a utilidade de um patinho de borracha, certo?



TESTE DE AÇÃO
Descrição » Era só mais um dia comum na seção dos artefatos trouxas, um liquidificador estava flutuando enquanto fazia uma vitaminada de frutas vermelhas sob minha cabeça e uma máquina de lavar batia roupa do outro canto da sala, dava pra ouvir bem o barulho dela se chocando contra a frágil parede do pequeno cubículo onde eu trabalhava.
O local não era muito aconchegante devido ao mofo das paredes, espaço apertado (graças a Merlin que não sou claustrofóbico) e ser localizado ao lado do armário de vassouras (que era uma movimentação constante que me faz perder o foco às vezes). Mas com o tempo você acaba se acostumando com todos esses contras, os prós são simples: estudar os trouxas.
(Se é que você queria chamar isso de prós).
Um fast-food passou por mim e resolvi pegá-lo, a hora do almoço já se aproximava mesmo, naquela hora estava me concentrando para poder rearquivar antigos estudos e também acrescentar mais informações, o trabalho estava evoluindo e isso é um bom sinal! Os trouxas são criaturas fascinantes, se você os olhar com olhos e mente aberta, claro.
Ouvi a porta ser batida duas vezes e logo aberta.
- Senhor Wolfstadt, temos novas papeladas e mais duas coisas estranhas para o senhor da uma olhada. – ouvi a voz dizer, eu não consegui ver quem era devido à pilha de papéis e brinquedos de crianças trouxas ao meu redor.
- Deixa do lado dessa máquina que está se batendo, por favor. – pedi.
A porta foi batida mais uma vez, a pessoa deve ter ido embora.
- Papelada nova e objetos estranhos venham, por favor. – logo vi que tipo de objeto estranho a voz tinha dito se tratava de um mp3 e uma máquina de café. Um aparelho que os trouxas usam para ouvir a sua música e bom, fazer café.
A cafeteira não parava de esguichar pó pelo o local e se não desse um jeito nisso todos os relatórios novos e velhos estariam perdidos, peguei minha varinha e apontei para a cafeteira enlouquecida.
- Petrificus totalus! – sorri quando vi que a cafeteira finalmente tinha parado, um suspiro aliviado saiu por meus lábios, agora é a vez do mp3.
O aparelho musical não parecia ter problema algum, acho que algum bruxo desavisado deva ter o encontrado e achado estranho o suficiente levando ao ponto de trazê-lo até aqui.
Dei de ombros e me sentei mais uma vez em minha cadeira ligando o mp3. Estava tocando alguma música que eu não conhecia e aquilo não me atrapalhou, pelo o contrario, consegui terminar metade de uma enorme pilha de papéis sobre como funciona um carro trouxa.


Última edição por Klaus H. Wolfstadt em Seg Nov 28, 2016 3:33 pm, editado 1 vez(es)


The Hartzler bastard
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Re: [FP] Klaus H. Wolfstadt

Mensagem por Amitiel H. Von' Rizzi em Seg Nov 28, 2016 9:40 am

FICHA ACEITA


Ficha aceita. Gostei do toque de humor em sua escrita. Foi muito bem visto aos meus olhos, justamente pela escolha do departamento.




AMITIEL HENDRIX VON' RIZZI

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