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Mensagem por Nerida Vulchanova em Qui Set 08, 2016 10:59 pm



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Vancouver foi eleita por duas vezes como sendo a melhor cidade do mundo para se viver. A cidade também foi escolhida como sede dos Jogos Olímpicos de Inverno, em 2010.Vancouver é ainda um dos principais destinos de estudantes brasileiros. A cidade conta com uma ótima infraestrutura, um excelente sistema de transporte e um dos melhores níveis de segurança do mundo.Vancouver oferece para seus visitantes belas praias, parques e montanhas. Destaque especial para as praias de Kitsilano e English Bay. Há também belos parques, com destaque para o Stanley Park, onde pode-se nadar, fazer caminhadas, jogar golfe ou mesmo ainda curtir um piquenique com vista para o mar. No inverno, a cidade oferece umas das melhores estações de esqui da América do Norte.
O comércio internacional é a principal fonte de renda de Vancouver. A cidade possui o porto mais movimentado do Canadá, sendo um dos principais portais do comércio pan-Pacífico da América do Norte.




* NERIDA VULCHANOVA *
FUNDADORA DO INSTITUTO DURMSTRANG - STAFF MASTER




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Re: Vancouver

Mensagem por Lee Seung Ho em Qua Jun 28, 2017 6:20 pm

Date

Lee não pisava no Canadá desde o dia que partiu da casa de sua família, passou quase um ano no lugar onde teve o pior trabalho da vida dele até reencontrar a irmã que havia fugido e ir viver com ela. Agora estava ali próximo ao café onde iniciou sua vida como acompanhante de luxo, se declarar como brinquedinho para a maioria deles era a maior das verdades Sentiu um arrepio tremendo subir pelo corpo dele, não sabia se era por conta das memorias dolorosas ou se tinha a ver com o fato dele em pleno inverno estar sem casaco.

Trabalhar como modelo poderia ser algo bem inconveniente, especialmente quando a revista para qual trabalhava resolvia tirar fotos sobre moda primavera/verão em pleno inverno. A roupa era moderna e discreta, algo que agradava o jovem, porém o frio estava tomando o corpo dele. Suspirou aliviado ao conseguir colocar um casaco e ficou pulando no lugar para poder se aquecer. Os outros membros da equipe riam, o rapaz não ligava muito e acabava fazendo piadas com a própria situação.

A sessão continuava, agora haviam trocado de coleção e finalmente o rapaz recebeu uma roupa quentinha. O mesmo escondeu o rosto na gola e fechou os olhos, o aegyo dele surgiu de forma natural e isso era um dos fatores que o fazia manter-se no emprego. A modelo feminina que estava na sessão com ele começou a tentar achar um jeito de conquista-lo e o tocava de forma mais ousada, aquilo o incomodava muito. Estava tentando afasta-la quando viu o Do Kyung Soo chegar, sentiu um olhar intenso dele sobre si. Tinha plena consciência que mais tarde o mais novo iria ficar bravo e com ciumes.

Não muito depois disso a sessão terminou e o moreno pode se trocar, aproveitou o momento para esconder os hematomas que o pai dele havia criada no pescoço dele na briga do dia anterior. Sorriu e foi na direção do menor, o abraçou e seguiu para um café longe dali que era alternativo e tranquilo. Havia escolhido encontrar Soo ali, por precisar se esconder do pai do outro e Vancouver não era um local com muito espaço para eles serem encontrados.

-Você vai mesmo ficar emburrado comigo, princesa? senta num lugar reservado do café, puxando o menor pra si. -Sabe que não quero nada com ela meu amor, só amo você...

Diz com os lábios colados no pescoço exposto do outro, beijando diversas vezes ali. Ninguém os incomodaria ali, não havia conhecidos ou amigos por perto, estavam sozinhos e tranquilos. Seung ficava um pouco chateado de não poder demonstrar amor ou carinho por Kyung em publico, mas entendia a posição do outro. Acaricia os cabelos dele e sorri, tocando a nuca do outro bem levemente e o puxa para um beijo suave e carinhoso. Só separou os lábios deles quando o ar se fez necessário e mesmo assim não afastou tanto do outro.

-Te amo tanto sabia? fala manhoso, acariciando as costas do outro. -Senti saudades.. Como foi com seus pais?

Pergunta preocupado, sabendo o quanto a família do outro era opressora e o pai do rapaz podia ser nojento. Soo tinha marcas de tristeza e falta de auto confiança por culpa da própria família que nunca deu carinho a ele, Ho sentia-se devastado por não ter chegado antes do outro se fechar tanto para o mundo.
◦◦◦





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Re: Vancouver

Mensagem por Bang Kyung Soo em Sex Jun 30, 2017 12:43 pm


VERDADES INCONTESTÁVEIS
Este feriado Kyung não teve como escapar, a visita à família nunca foi tão tensa e cheia de pontos negativos, seu pai estava mais impiedoso que nunca, e parecia ter deixado os negócios nas mãos de sócios para gastar seu temo com o único filho homem que tinha. Soo fingiu durante três dias ser o filho perfeito, proeminente gestor financeiro e futuro herdeiro da fortuna familiar, era obvio que seu pai via apenas o que queria ver, o que não tornava as mentiras tão difíceis. Foi surpreendido pela vista grossa do pai às manchas arroxeadas que agora estavam quase desaparecendo de seu pescoço, os chupões provocados pelo namorado eram o maior temor do jovem, mas foram completamente tolerados pelo pai, que gabava-se de finalmente ver o amadurecimento hormonal do filho.

Não que tenha ficado os três dias sem ouvir sermão religioso sobre não tocar em uma mulher antes do casamento, mesmo que com enormes ressalvas do próprio pai, garantindo compreender a dificuldade de tal controle para “homens viris como eles”. Kyung cuidou de suas mães e irmãs, convenceu o pai a revogar o castigo imposto a sua nova esposa, que havia acabado de perder um bebê, provando ao homem que cientificamente, o ocorrido não era culpa dela, mas das violações forçadas que recebeu do próprio esposo antes de ter ciência da gestação.

A situação o enojava de uma forma que a raiva cauterizava-se e enraizava-se cada vez de forma mais profunda, sentir o ar gélido do norte do Canadá o fez suspirar aliviado a cada passo que dava em direção ao local onde encontraria o namorado, onde finalmente poderia parar de mentir, disfarçar e mediar violências para ser ele mesmo. Para ser ela, a princesa do Seung, a namorada do garoto mais perfeito que existia. A rede flu não era de longe sua forma preferida de viajar, mas a mais segura quando ainda não tinha idade para aparatar, e não queria que seu pai soubesse seu paradeiro, ainda arrumava o cabelo quando entrou no local, dando de cara com uma cena que fez parte da raiva voltar a circular pelas suas veias.

Respirou fundo um par de vezes fritando a modelo com os olhos bem estreitos, sorriu para o namorado certo de que ele havia notado sua insatisfação, tentando disfarçar pelo menos a inveja que sentia daquela mulher, linda e certamente compatível com o gênero de seu corpo, algo que ele nunca seria. Pensou em tirar o casaco, mas a marca sobre o punho ficaria exposta, o que o fez mudar de ideia, talvez depois de um dia ou dois os resultados dos embates com o próprio pai sumissem, sem que Seung precisasse tomar ciência deles. Quando a sessão do maior se findou, recebeu seu abraço seguindo com ele para longe dali, em uma espécie de café onde até mesmo os ares pareciam mais tranquilos.

– Parece que cheguei a tempo de presenciar o ataque de uma fã, não é mesmo. – cocei minha própria nuca sentindo o tom enciumado de minhas palavras, e me arrependendo no mesmo instante de tê-las dito, estava tão inquieto por tudo que presenciei na casa de meus pais que até mesmo aquela ceninha ridícula da mulher parecia propositalmente pensada para me colocar em meu devido lugar. – Desculpe, confio em você, príncipe, mas não confio nadinha nos oportunistas que te cercam feito ratos. – o acompanha até um local reservado, miando baixo com os lábios do outro sobre seu pescoço, relaxando as mãos sobre seus ombros, deslizando os dedos suavemente pelo pescoço e nuca do maior, conforme o arrepio de seus beijos o percorriam.

Era de certa forma irritante ter de contentar-se com carinhos em locais escondidos como aquele, a saudade estalava em seu peito e sua boca parecia sedenta pela dele, de forma que não hesitou em corresponder o beijo gostoso do mais velho quanto este o tomou em seus braços, deixando toda falta que sentiu falar por si, enquanto o calor dos lábios do maior se espalhavam por todo seu corpo, deixando ambos ofegantes após algum tempo sem respirar apropriadamente. Franze a testa quando seus lábios são separados, respirando profundamente ainda de olhos bem fechados. – Te amo, garoto, não imagina o quanto. – ri segurando os cabelos dele, roçando os lábios com certo desejo por entre os dele sem muito controle sobre os próprios atos, sentindo as mãos do maior percorrendo suas costas. – Podemos não falar da minha família, príncipe? Não vamos estragar o clima.

Encaixa o rosto na curva do pescoço do mais velho, suspirando pesadamente com a pergunta, puxa a manga do casaco com a ponta dos dedos disfarçadamente, enquanto ainda tinha os braços em torno do pescoço dele, evitando que esta suba e revele as marcas que tinha ali. Mordisca a nuca do maior cheirando sua pele arrepiada, deixando a saudade se dissolver com a companhia daquele que dava sentido a sua existência, preocupado pois conhecia o mais velho o suficiente para saber que sua tentativa de torna-lo o foco da conversa era uma forma de esconder alguma coisa que certamente deixaria o menor completamente irritado.


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Re: Vancouver

Mensagem por Lee Seung Ho em Sex Jun 30, 2017 7:57 pm

Date

Lee adivinhou sem grandes problemas quanto o namorado ficaria irritado e frustrado com relação ao ciumes do namorado. Para o rapaz foi impossível conter o riso interno, o menor ficava lindo quando enciumado. No caminho ate o café, que era isolado dos barulhos da cidade, notou algo de errado no namorado. Ficou em silencio esperando para saber se o outro confessaria qualquer coisa com relação aquilo que via.

-Fã? Não apenas uma modelo abusada. Nada de novo sobre o céu. comenta dando de ombros, pouco se importando com a garota que nem ao menos lembrava como era, estava mais preocupado com o namorado. -Como te dizer para não sentir ciumes, se acho você a coisa mais fofa do mundo quando esta enciumado princesa?

Pergunta num tom leve, pouco antes de beija-lo e acariciar os cabelos do mesmo. A saudade, o amor e o carinho que nutria pelo mais novo permeavam o beijo que era calmo e gentil. O namoro deles era considerado por muitos como algo incerto, se fosse pelos pais de ambos nunca sequer teriam se abraçado. O namoro era um dos motivos da briga de Ho com seu pai o outro motivo era o dinheiro, que não tinha um grande valor para o mais velho.

Quando separaram o beijo devido a necessidade de ar, o pedido deles chegou e uma vez mais a sala onde estavam foi fechada. Uma das poucas vantagens de estar no mundo onde ele tinha alguma fama, era poder fechar-se num lugar sem que ninguém o atormentasse. A única tormenta era seu passado, o qual moreno ainda não conseguiu se livrar. Como na noite anterior quando o ex veio falar com ele, não foi algo agradável e menos ainda teve um bom resultado para ambos os envolvidos.

Quando o namorado o tocou e beijou o pescoço dele, Ho num ato de auto preservação encolheu-se. A pele arrepiada e uma leve cocegas ajudou a disfarçar o ato. Estando sozinhos, sem ninguém que conheciam e isolados no restaurante/café, o mais velho puxou o outro pro colo enquanto tomava um gole de seu cappuccino.

-Pelo que vejo foi bem ruim. Até porque ele te agrediu não é? Seung podia ser zen e tranquilo, não puxava brigas ou discutia, mas o jovem era perceptivo e tinha uma veia cruel que segurava com rédeas firmes. -Achou que eu não veria minha gatinha manhosa?

A voz calma, escondia o ódio e o olhar doce a raiva que tinha por não proteger o mais novo. Acaricia as costas dele com a ponta dos dedos, para em seguida beijar a clavícula e mordisca-la levemente.
◦◦◦





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Re: Vancouver

Mensagem por Bang Kyung Soo em Dom Jul 02, 2017 4:29 pm


VERDADES INCONTESTÁVEIS
Kyung realmente não saberia disfarçar o desgosto sempre que via o namorado cercado por toda aquela gente bonita. Sabia que era parte de seu trabalho estar naquele meio, e o quanto era inevitável que o mais velho atraísse olhares e a atenção dos outros, uma vez que sua beleza e seu sorriso não eram exatamente algo que se podia resistir. – Não tem graça, eu jamais saberei como é ver você com ciúme. – cruza os braços levemente emburrado, sentindo-se ainda menor com toda aquela constatação, nunca seria belo como o mais velho, e jamais atrairia olhares e investidas como o outro atraía, ainda que involuntariamente. Cedeu ao beijo do maior, retribuindo com carinho enquanto sentia amolecer completamente toda a dureza de seu coração, e todo aquele sentimento de inferioridade.

Acariciava as costas dele, miando com certo pesar pelo fim do beijo, descendo os lábios em silêncio pelo pescoço do maior, deixando ali beijos sutis, que fizeram o outro se encolher. – Príncipe, o que está acontecendo? – pergunta em tom compreensivo, sem oferecer resistência quando o maior o puxou para seu colo. – Meu pai não me agrediu, apenas... – ergue as mangas do casaco social, revelando as marcas que as cordas deixaram em seus pulsos. – Punição por ter supostamente tocado uma mulher antes do casamento, coisas da religião. – dá de ombros ainda sem saber se ser honesto era realmente o melhor caminho, não gostava de sentir o outro preocupado, mas odiava a sensação e ser o único a dizer absolutamente tudo, como em uma via de mão única.

– Não vai me contar, não é? – beija sua clavícula descendo um dos dedos pelo vão de sua camisa social, brincando com o botão que havia ali. – O que ele fez? Ele te... – a palavra era tão pesada que não conseguiu pronunciar, apenas fechou os dedos sobre o tecido suave da camisa do outro, roçando os lábios por ali enquanto sugava a pele de leve. – Ele machucou você, não foi? Mais do que fisicamente... – mordeu o lábio inferior sentindo o carinho do namorado em suas costas, se arrepiando com seus beijos e mordidas, tentando suprimir as lágrimas que beiravam seus olhos em um misto completo de raiva, dor e ciúmes, amenizados e contidos pelo tanto te amor e saudade que o preenchiam naquele momento.


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Re: Vancouver

Mensagem por Lee Seung Ho em Dom Jul 02, 2017 10:10 pm

Date

Seung achava que o namorado era fofo e encantador, acariciar a mão dele e ver o jeito fofo como o rosto do outro ficava ao estar contrariado era o que mais amava fazer. Sabia que o namorado tinha uma auto estima muito baixa, achando que era alguém que não atraia a atenção alheia. Aquilo era uma mentira, Ho tinha bastante ciumes do amado e por isso o cercava e beijava de forma tão possessiva.

-Não se engane... comenta dando selinhos logo apos terminar os beijos. -Tem ideia do quão possesso fico quando te olham na rua e ficam comendo você com os olhos e nem posso te beijar, para não termos problemas.

Acaricia o rosto dele com a ponta dos dedos, suspirando preocupado com o que o mesmo questiona. Não foi proposital encolher, mas o abuso estava muito recente e mesmo tentando era impossível para o rapaz ficar cem por cento no controle dos atos. O medo é irracional e incontrolável, o dono de fios descoloridos queria apenas poder engolir o medo e fazer o namorado feliz e ajuda-lo a esquecer o feriado. Punição era uma palavra complicada, saber que o namorado havia sofrido por culpa dele o deixou mais quebrado. Ajeitou o pequeno nos braços, afastando as mangas e beijando cada uma das marcas com cuidado e carinho.

-Me desculpe, se machucou por minha culpa... Seung dizia acariciando os braços dele, lembrando de como o menor ganhou marcas no final de semana anterior e isso o fez apertar a cintura alheia. -Prometo que não vou te marcar tanto, minha gatinha manhosa...

A voz calma, contrastava com as mãos firmes que apertavam a cintura e a coxa do mais novo. Uma sensação boa o invadiu, mas ela só durou ate pensar que precisava ser honesto com o menor. O problema é que ele não queria admitir pra si mesmo o quanto estava quebrado. Fechou os olhos com os toques do menor, aqueciam o coração dele e o faziam se questionar. Queria ser completamente honesto com o menor, mas não conseguia ser assim nem com ele mesmo. Resolveu contar, mas as lagrimas que surgiam nos olhos do amado o desesperaram.

-Me desculpe, não fui forte o suficiente. Depois de brigar com meu pai, ele apareceu e eu estava um pouco tonto e... Seung dizia com a voz embriagada pela dor que as lembranças traziam. -Me perdoe por não ter lutado mais, quando tudo começou as memorias vieram e eu fui inútil. Falou num fio de voz, imerso em decepção .-Minha princesa eu sou tão sujo para receber seu amor, me perdoe por favor.

Pedia enquanto acariciava as costas do namorado, buscando confortar o menor. Estava em desespero tendo em mente que havia falhado. Se mostrar tão quebrado, o moreno pensava que era melhor ficar firme e evitaria o ódio do outro. Ele temia que o ódio machucasse o amado, que a tristeza voltasse a tomar conta do outro. O desespero começou a toma-lo, Lee respirou fundo e jogou a cabeça pra trás buscando se reconstruir rapidamente e ajudar o outro.
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Re: Vancouver

Mensagem por Bang Kyung Soo em Qua Jul 05, 2017 4:28 pm


VERDADES INCONTESTÁVEIS
Kyung sentia um tipo de aperto no próprio peito que seria bem difícil descrever. O maior dizia um monte de coisas sem sentido, e junto destas, coisas que ele não queria acreditar. Ficou um longo tempo em silêncio, acariciando os detalhes do rosto dele, seus braços, suas mãos, se aninhando no colo do maior aproveitando-se da discrição do lugar. Não queria pensar nos problemas, nem nos eventos dolorosos que ambos tiveram em seus fins de semana. Não queria pensar em nada além de estar nos braços do homem que amava, e não querer sair dali nunca mais.

A vida era infelizmente, feita não só de gestos, mas também de palavras. Kyung precisava dar a ele respostas, devia isso ao maior, mesmo que não tivesse forças para encontrar as palavras. – Oppa. – murmurou baixinho sentindo-o beijar as marcas em seu pulso, que agora pareciam nada perto da dor que o maior certamente sentira. – Não se desculpe nunca mais por deixar seu amor impresso na minha pele, está me ouvindo? – sua voz adquiriu tons imperativos, ainda que seus lábios estivessem trêmulos. – Me marque, me chupe, me sugue, me morda, porque eu sou sua propriedade, e nada nem ninguém será capaz de mudar isso.

Ergue os olhos em direção aos dele, sentindo sua mão alcançar sua cintura, sua coxa, o que o fez arfar baixinho com o desejo que os gestos despertaram. Kyung continuou acariciando-o, pelo vão de sua camisa, beijando sua clavícula e mordiscando conforme a necessidade do calor de sua pele aumentava. – Não chore, meu príncipe... – Soo pediu já sentindo as próprias lágrimas transbordarem sem conseguir impedi-las. Estendeu as mãos às bochechas do maior limpando o rosto dele. – Obrigada por não mentir, obrigada por não omitir da sua namorada nem mesmo algo tão doloroso assim. – diz apenas antes de abraça-lo apertado o suficiente para seus braços doerem de tão tensionados, se pudesse, roubaria a dor do outro para si.

– Príncipe, eu... – respira fundo, tentando conter o tremor dos lábios e as lágrimas grossas que involuntariamente produzia. – Eu prometo, eu vou beijar, tocar, acariciar e imacular outra vez cada parte do seu corpo. Vou fazê-lo tantas vezes, que as memórias sobre meus toques, meus beijos e meus carinhos serão tantas que expulsarão todas as memórias que hoje te machucam. – soluça baixinho, enfiando uma das mãos em suas costas pelo vão da camisa em seu pescoço, arranhando a pele macia com o peito completamente estagnado de tanto pesar. – Só peço uma coisa, meu príncipe, jamais repita outra vez que é sujo, porque em todo este mundo não conheço alguém mais limpo e confiável que você, meu amor.

Então não conseguiu mais falar, chorava e soluçava copiosamente sobre o ombro do maior, apertando-o, beijando-o, mordendo sua pele, em gestos que beiravam o desespero por mostrar o quanto o amava, o quanto queria poder tomar todo aquele sofrimento para si e dar a ele um pouco de paz, um pouco de leveza. O amava mais que seu próprio ciúme, mais que seu próprio raciocínio. O amava mais que a si mesmo, e isso era algo tão raro, que Kyung sabia o quão precioso era seu Seung para si.


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Re: Vancouver

Mensagem por Lee Seung Ho em Qua Jul 05, 2017 8:30 pm

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O feriado que eles haviam passado longe tinha sido horrível para ambos por motivos distintos. Ficou de olhos fechados sentindo o toque suave e delicado do namorado sobre o rosto próprio rosto. Suspirou de forma a tentar esquecer toda a dor e problemas que não queriam abandonar o corpo dele. Envolveu os braços ao redor do namorado e pressionou a cintura do mesmo numa tentativa de aproximar mais os corpos e tocar o corpo do namorado melhor.

Aquela altura Ho não esperava que o namorado o respondesse ou dissesse algo com relação ao fato dele ser culpado por conta das atitudes do pai do mais novo. Quando pensou que o silêncio dominaria o lugar, ouviu o namorado falar algo enquanto ele beijava as marcas do mais jovem. Escutou cada palavra com atenção, aproveitando para tirar o cachecol do outro expor o pequeno roxo que havia ali. Ficou beijando e mordiscando o local, adorando sentir o cheiro docinho e agradável do mais novo.

-Sabem que fico preocupado com você meu pequeno, não quero lhe causar problemas... diz baixinho, roçando os labios na clavícula do mais novo.. -Vou faze-lo sempre minha gatinha manhosa, assim como te peço que faça o mesmo comigo.

Falou com voz baixinha próximo ao ouvido do outro, abre os olhos e beija o pescoço do mais novo, com vontade e depois chupa e mordisca o local deixando uma marca no lugar. Aperta a cintura do outro com vontade, ronronando de ao sentir o carinho e os beijos do outro que o faziam ficar cada vez mais necessitado. Os olhos ainda marejados e o rosto com marcas das lagrimas, era impossível segurar aquele sentimento de medo e ódio que o dominava. Ho senti os dedos leves de Soo, limparem as lagrimas dele. Relaxa em meio ao abraço apertado e protetor do outro, o rapaz de fios descoloridos sentia-se acolhido e feliz ali.

-Princesa eu agradeço tanto por te ter ao meu lado... responde com a voz meio rouca pelo choro. -Quando você me toca, beija ou me acaricia eu fico tão leve e distante que as vezes temo te machucar. fala baixinho, arrepiando com o toque das unhas do outro contra a própria pele. -Por isso eu sei que vai me ajudar a superar.. diz de forma pausada beijando e mordiscando as clavículas do namorado. -Mas não me culpar é algo difícil princesa, queria poder mudar o passado e apagar isso para me sentir digno de você.

Seung estava apaixonado pelo mais novo, bem como o cheiro e os carinhos de Kyung o deixavam viciado. Poder estar junto ao mais novo sem olhares feios para eles quando se beijavam, abraçam ou andavam de mãos dadas. A forma como o Kyung chorava e tocava o corpo de Seung o deixava enlouquecido, o choro do menor o enlouquecia. Puxou o namorado para colarem os corpos, limpando as lagrimas do menor com delicadeza. Quando o mais novo fica apenas fungando sem soltar uma lagrima se quer, o mais velho beija-o de forma apaixonada aproveitando o contato para tocar o corpo menor por baixo da camisa. Lee estava tentando não ultrapassar os limites, pois estavam em local publico, mas Do não estava facilitando as coisas.
◦◦◦




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Re: Vancouver

Mensagem por Bang Kyung Soo em Qua Jul 05, 2017 9:05 pm


VERDADES INCONTESTÁVEIS
Kyung adorava quando o maior recorria às marcas que ele mesmo havia provocado, era como um reconhecimento, aquelas marcas eram mais que simples marcas, eram a prova de sua entrega, a prova de que havia encontrado um lar, encontrado o amor, e perdido completamente os limites. Miou baixinho com os carinhos cada vez mais íntimos, tentando não lembrar que estavam em um local público, às vezes era bom burlar certas regras sociais, até porque a sociedade jamais os tratará com o mesmo olhar acolhedor com que trata os casais dito normoafetivos, cujas demonstrações públicas de carinho nunca são vistas de forma atravessada.

As palavras do maior eram agradáveis tanto no tom quanto no timbre, ouví-lo havia se tornado um vício inexplicável, uma necessidade absoluta para o mais novo. – Não foi culpa sua, não me causou problemas, de certa forma pude ver um vislumbre de orgulho nos olhos do meu pai que não vi desde que nasci. – riu da ironia daquilo, o pai se sentindo ridiculamente seguro da masculinidade do filho enquanto o próprio sentia-se uma verdadeira menina presa no corpo errado. – Sabe o que mais eu adoro que faça, príncipe? – pergunta retribuindo cada carinho, cada mordida, cada beijo, sugando de levinho sua pele cheirosa. – Adoro quando me chama no feminino. – confessa arranhando a nuca dele, deixando uma pequena marca de suas unhas no local. – Faz com que eu me sinta plena, meu amor.

Era difícil manter os pensamentos em ordem, impossível não chorar com todas as injustiças que o homem de sua vida ainda passava, mesmo depois de tudo, Kyung só queria tomar as dores do outro para si. Estava nitidamente arrepiado e atordoado com os carinhos que recebia, uma parte de si parecia exausto pelas lágrimas e pela dor, enquanto outra parte queria sumir com ele dali para algum lugar mais reservado, onde pudessem namorar em paz. – Príncipe, eu quero que saiba que sempre me terá, sempre serei sua e sempre o amarei. – sente o outro limpar suas lágrimas e aos pouquinhos o choro pesado vai dando lugar a soluços baixinhos e sentidos. – Eu estou aqui para te ajudar com isso, não tem que superar as coisas sozinho, não está sozinho nunca mais, entende? – beija o rosto úmido e salgado do maior, limpando melhor as lágrimas que ainda tinha ali.

– Escuta só mais uma vez o que eu vou te dizer, você é o homem mais digno e incrível do mundo inteiro, se tem alguém que precisa subir para alcançar seus pés, esse alguém sou eu, príncipe, e já te prometi que irei fazê-lo o mais breve possível, em todos os sentidos. – a forma possessiva com que foi beijado, puxado, abraçado e tocado o fez fechar os olhos e suspirar, se entregando aos carinhos, correspondendo ao beijo e tentando esvaziar os pensamentos de todas as coisas ruins, elas não eram dignas de compartilhar o tempo precioso que tinham juntos. Kyung era novo demais para entender limites, para segurar suas vontades, e quando estava junto do maior, os limites ficavam ainda mais gastos e apagados, porque ele não conseguia sentir que nada do que faziam pudesse ser impróprio ou inapropriado, para ele, aquilo era amor, e amor era algo bom, que não precisava ser contido.


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Re: Vancouver

Mensagem por Lee Seung Ho em Qui Jul 06, 2017 6:52 pm

Date

Lee sabia o quanto Kyung gostava de seus toques e carinhos, bem como sabia que não conseguia não marcar o mais novo. Os miadinhos do mais novo eram algo que deixavam o mais velho contente, pois eram uma maneira dele demonstrar que gostava. Sabia que não podiam fazer barulhos para não chamar a atenção alheia, para não terem problemas com a sociedade em geral. Estava acariciando os cabelos do menor quando o mesmo começou a falar, aperta as coxas do mais novo ao ouvir o riso irônico e triste do amado.

-Amor você ficou triste com o olhar do seu pai... diz baixinho, mordiscando a clavícula do menor aproveitando o momento para sentir o cheiro doce e agradável no outro, arrepiado com os carinhos do outro. -Voce sempre será minha princesa manhosa...

Ficando arrepiado com o toque das unhas dele na nuca, solta um leve ofego. Era difícil manter qualquer pensamento, linha de raciocínio ou ideias tendo o menor o tocando daquele jeito. Olhou o menor e ficou preocupado com o fato do olhar exausto e atordoado do menor que a pouco parou de chorar. Beijou a bochecha do pequeno, acariciando o rosto dele com a ponta dos dedos. Ho estava preocupado em como seu pequeno Soo poderia ser atingido pelas consequências do passado dele.

-Gatinha só de te ter me sinto completo... responde com o rosto escondido no pescoço dele. -Passei tanto tempo sozinho... fala baixinho, com algumas memorias passando por ele. -Sei que esta comigo, por te amar muito não quero que acabe sofrendo com a consequência de algo... diz preocupado, aproveitando a camisa levemente aberta do outro para beijar toda a pele exposta. -Quero cuidar de você, quero ser capaz de te proteger sempre anjo. Quando puder fazer isso serei digno de você, nunca pense que precisa subir tanto assim.

O beijava de forma possessiva, aproveitando para pressionar o corpo do outro contra o próprio. Subindo os dedos por dentro da blusa alheia, marcando a pele branquinha com os dedos. Seung sabia que precisava colocar limites e que não podia exigir que Kyung o parasse ou colocasse um limite devido a estarem em publico, mas isso era difícil devido a necessidade que tinha de poder tocar, sentir e amar o outro sem receberem olhares tortos ou algo assim. Foi se afastando e dando selinhos no namorado, quando ouviu o som de passos próximos a eles. O garçom deixou um bule de chá para o casal e saiu sem falar nada ou olhar torto, ao passo que Lee buscava colocar os pensamentos no lugar. Eles não podiam continuar naquele ritmo ou teriam problemas.
◦◦◦




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Re: Vancouver

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