Instituto Durmstrang
É necessário estar cadastrado para ver as informações contidas no forum. Lembre-se de usar nome e sobrenome se quiser ter a conta ativada, não ativaremos nomes comuns utilizados por Hacker. Exemplo: "Barum" "Hakye" e por ai vai. Bem vindos.

Las Vegas

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Las Vegas

Mensagem por Nerida Vulchanova em Dom Set 04, 2016 3:42 pm



Las Vegas



Las Vegas é a cidade mais populosa e mais densamente povoada do estado americano de Nevada. Localiza-se no sul do estado, no Condado de Clark, do qual a cidade é sede. Foi fundada em 1905, porém, tornou-se oficialmente uma cidade em 1911. Las Vegas é famosa por seus casinos. Na Las Vegas Boulevard, mais conhecida como Strip, se encontram os casinos mais imponentes do mundo como o Bellagio, Caesars Palace, Excalibur, Luxor, Mandalay Bay, MGM Grand, Monte Carlo, New York, New York, Paris, Stratosphere, The Venetian, Treasure Island, entre muitos outros.




* NERIDA VULCHANOVA *
FUNDADORA DO INSTITUTO DURMSTRANG - STAFF MASTER




BULGARIA LADY
INSTITUTO DURMSTRANG
-----------------------

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Las Vegas

Mensagem por Kurt S. Staley em Dom Nov 27, 2016 10:01 pm


AVISO IMPORTANTE: O post a seguir contem cenas fortes e linguagem inapropriada. Caso você tenha um problema com isso, caia fora ou me processe, either way I don't give a shit.

Las Vegas foi o último lugar que eu resolvi tirar umas férias, antes de voltar a andar sem rumo mundo afora buscando um duelo. Era incrível como trouxas achavam que a sorte realmente podia fazê-los vencer alguma coisa. Aquele dinheiro de papel, constantemente molhado pela umidade do bolso, ou rasgado em vários pontos pelo desleixo. Pra que alguém iria querer aquele troço? Eu preferia evitar aquilo, mas arranjar brigas com eles era tão interessante!
Eu nem lembro o nome do cassino onde estava, mas era algo bem grande. A música era provavelmente algo do cantor trouxa Drake, quase certeza que era Own It. Mulheres com roupas sexys e vulgares dançavam por entre os homens, e os caras tentavam ganhar dinheiro por aí, usando de seus truques e blefes sujos. Eu me encontrava sentado na mesa de poker, entre um cara de chapéu de cowboy e outro com um terno branco e óculos escuros. Ninguém falava muito, apenas quando era necessário. Naquele caso, eu estava perdendo pela terceira rodada seguida, para o cara do chapéu, que já juntava no mínimo uns 2.000 dólares.
- Srta. Hepburn, você está fora.
A garota, que estava sentada de frente pra mim, balançou a cabeça, olhando para a mesa como se procurasse suas fichas, que no total eram 1000 dólares quando ela tinha entrado, e agora existia apenas pó. Ela parecia confusa.
Sim, provavelmente por causa da azaração que eu tinha lançado por debaixo da mesa... Sim, provável.
But anyway, back to the game. O "dealer" voltou a distribuir as cartas de forma ágil, como se cada movimento seu fosse uma dança exibicionista. Olhei mais atentamente para a mesa. Fora os carinhas dos meus lados, tinham mais dois jogadores, que estavam ao lado da garota que acabara de se levantar. Três pessoas já tinham sido eliminadas...
Acho que já tava na hora de brincar um pouquinho. Olhei as cartas. Um Ás de Espadas e um 4 de Paus. Sem esboçar reação, olhei calmamente para os outros competidores. O de chapéuzinho deu um leve sorriso, quase imperceptível. De propósito, me ajeitei na cadeira, fazendo questão de jogar o corpo um pouco na sua direção. A invasão de espaço fez com que ele me olhasse, e o contato visual era tudo que eu precisava. Bastou mentalizar a fórmula "Legilimens" e de repente a mente dele estava completamente aberta pra mim. Dois Ás'es. Filho da pu**.
- Subo 100 dólares. - A voz rouca dele estava cheia de confiança, um pouco demais até.
Um por um, os competidores foram saindo da rodada, notando a leve confiança na voz do sortudo, mas eu resolvi que iria além.
- Subo 500 dólares.
- Check.
O sorriso no rosto do velho era indescritível. Algo fez minha espinha se arrepiar lentamente, e aquele alerta não era algo que eu esperava. Meu corpo, já acostumado a sinais de magia, sentiu alguma coisa. E sutilmente a ligação mental se desfez. Ele escondeu a mão, mas não tão rápido que eu não pudesse ver uma varinha.
Tão rápido quanto eu tinha me sentado ali, me levantei com um sorriso calmo.
- Eu desisto. Se me dão licença, cavalheiros. - Lançando um sorriso maníaco para o cowboy, deixei as fichas na mesa e fui para a saída do cassino.
Mas a noite não estava acabada ainda...

(...)

Algumas horas depois, o cowboy saía do cassino, abraçado com duas garotas, uma de cada lado. Uma garrafa de whisky era segurada por uma das garotas, que beijava seu pescoço de forma sensual.
Soltei um sorriso que ninguém veria, já que eu me encontrava coberto pelas sombras de um beco, olhando atentamente enquanto ele entrava num carro de última geração com ambas as garotas e largavam pela rua, até o final dela.
Eu nem precisava segui-lo a pé, e seria estupido faze-lo. Girei o corpo com graça, mentalizando o topo do prédio no final da rua e num instante apareci no local mentalizado, vendo o carro ir até o fim de outra rua. Ele planejava ter uma longa noite de sexo e bebidas e drogas com aquelas garotas, depois de um grande sucesso no cassino com trouxas.
Mas aquele era o meu final. Velhote maldito não iria pegar meu papel naquela peça.

(...)

Continuam lendo? Não tem nada melhor pra fazer? SPOILER ALERT: AS CENAS A SEGUIR SÃO UM TANTO QUANTO FORTES. SE VOCÊ NÃO TEM ESTÔMAGO FORTE, GET THE F*CK OUTTA HERE!
Anyway, passamos mais algumas horas. O cenário é o seguinte: estamos num quarto de motel. As duas garotas estão amarradas, completamente nuas, sentadas em cadeiras. Suas maquiagens estão borradas com as lágrimas que descem de seus olhos, mas elas não emitem som algum por causa da mordaça em suas bocas, improvisada com um lençol.
Do outro lado, o velhote, só de cueca e seu chapéu (sim, eu coloquei o chapéu nele porque fica mais "macho"), também amarrado a uma cadeira. Ele ainda não tinha acordado, mas eu estava prestes a mudar isso.
- Enervate. - Sussurrei, apontando a varinha para a testa dele.
Pouco a pouco, o homem foi acordando, piscando os olhos lentamente e gemendo baixo, como se tivesse tomado uma pancada forte na cabeça.
- Mas o que... Onde...
- Vamos acordando, bela adormecida?
O homem finalmente levantou a cabeça para me olhar, piscou algumas vezes e então arregalou os olhos.
- Mas que merda...
- Olha a boca na frente das madames! - Dei um tapa na cara do velho, que estralou e ecoou pelo quarto inteiro. - Sem falar palavrão na frente de mulheres, por**! Mas que falta de respeito, oras...
Olhei para as garotas, que me olhavam com os olhos prestes a saltar das órbitas (nah, not really).
- Perdoem nosso amiguinho, garotas... - Voltei a olhar para o velho. - Ele não está acostumado a lidar com trouxas, não é mesmo senhor Warren?
- Vá pro inferno...
Agarrei o cabelo do velho com violência, puxando-o pra trás.
- Eu já estive lá. Lugar muito agradável, inclusive. Por isso vou te dar uma passagem só de ida pra lá, seu nojento de merda.
Soltei o homem e caminhei para o meio do quarto, abrindo os braços como um político na hora da declaração em eventos importantes.
- Um bruxo! Sangue puro como o senhor, trabalhador do Ministério da Magia! Se misturando com esses porcos imundos! - Apontei para as garotas. - É por causa de vermes como você que nossa sociedade está tão podre, senhor Warren. Bruxos que gostam de fod** com trouxas, que ficam em cassinos para encher a bunda com dinheiro trouxa e comprar hotéis caros, como se isso valesse muito!
- SOCORRO!
- ISSO, GRITA SEU ANIMAL! - Um soco acompanhou o grito, bem na boca do homem, fazendo a cadeira tombar para o lado junto com ele. - UM BRUXO PEDINDO AJUDA! - Agachei-me ao lado do homem, tocando com o dedo indicador o sangue que saía da boca dele. - Ninguém pode te ouvir, James. NINGUÉM. Grite o quanto quiser, seu merdinha, mas ninguém vai vir te salvar. Você é todo... Meu. MAS ANTES, nós vamos brincar um pouquinho com elas. Era isso que estava fazendo, certo?
As meninas começaram a gritar do outro lado, tentando se soltar de forma desesperada.
- Olha pra elas, James. Patéticas... Usando de força e lágrimas para se soltar de um nó simples... Seria mais fácil se usassem... - Apanhei a varinha dele, que tinha guardado no bolso. - Uma varinha! Não acha?
O homem só murmurava coisas sem sentidos, então não vou descrever aqui. De qualquer forma, levantei a cadeira dele novamente, puxando o cabelo dele outra vez para que ele olhasse para elas, do outro lado do quarto.
- São gostosas, não acha? Hmm... Você tem bom gosto, Warren... Muito bom gosto. - Soltei uma risadinha no ouvido dele, depois deixei que a língua saísse de minha boca e a ponta roçasse o pescoço do homem, que soltou um grito de desespero e susto. - Seu gosto é de puro medo. - Cuspi no chão. - Nojento. Mas não se preocupe, não vou matar você ainda. Nós vamos assistir uma inovação do pornô lésbico. O que acha?
- O... O que...?
- ORA, CADÊ SUA IMAGINAÇÃO, JAMES? - Com um aceno da varinha, as mordaças pularam pra fora da boca das garotas, que começaram a gritar de forma aguda. - ISSO, GRITA MESMO, CONTINUA GRITANDO. OH NÃO, ALGUÉM ME SALVE, SOCORRO! SOCORRO!
Minha risada histérica e maníaca se sobrepôs aos gritos das garotas, que pararam e ficaram me olhando com terror nos olhos.
- Obrigado. Agora, meninas, se não se importam, vou soltar vocês. Ok? Só precisam me dizer a palavrinha mágica...
As outras duas olharam-se com medo, antes que uma delas me respondesse.
- Por favor...?
- Não, não essa... Qual é a palavra... AH SIM. Imperio. - Assim que pronunciei a fórmula, o feitiço foi na direção de uma delas. A outra se preparou para gritar, mas repeti o feitiço, apontando agora na direção dela. As duas imediatamente ficaram com os olhos embaçados, me olhando. - Ótimo, isso. Agora, quero que girem os pulsos no sentido horário e anti-horário, ao mesmo tempo que puxam os braços pra cima, até se soltarem.
Assim que ambas estavam soltas com o macete passado, olhei para James, que observava a tudo com espanto.
- Calma, o filme tá só começando. Garotas... Quero que se beijem agora. E COLOQUEM EMOÇÃO, FAZENDO FAVOR.
Como se fossem robôs, as duas viraram-se de frente uma para a outra e começaram a beijar-se, de forma um pouco monótona, mas compreensível frente á maldição que enfrentavam. Depois de alguns minutos de silêncio, olhei para o bruxo outra vez.
- E então, tá gost... - Olhei para baixo de forma distraída e vi uma cena não muito agradável acontecendo na direção das pernas dele. - WARREN, WHAT THE FUC* DUDE? Na minha frente? É MELHOR DESENGATILHAR ISSO AGORA ANTES QUE EU CORTE FORA, SEU PERVERTIDO DESGRAÇADO!
O homem me olhou aterrorizado, balbuciando desculpas.
- Eu vou ajudar você, oras. Garotas, parem. - Assim que elas pararam, eu me levantei e me joguei na cama. - Agora, eu quero que vocês se comam. - Olhei para James, com o mesmo sorriso maníaco. - Literalmente. Só parem quando estiverem mortas.
For the sake of sanidade mental de vocês, pularei a parte do sangue... Mas posso dizer que as primeiras mordidas foram realmente intensas...

(...)

O sol brilhava do lado de fora da janela. No canto do quarto, o bruxo chorava de forma copiosa e cansada, olhando fixamente para a pilha de carne destroçada na sua frente, ossos expostos em alguns pontos. Continuei olhando ele por alguns minutos, um sorriso de canto preenchendo minha boca.
- Bom, caro amigo, foi ótimo ver esse filme com você, mas tá quase na hora de eu meter o pé na estrada outra vez... Em outras palavras, você morre e eu sigo meu caminho.
- Por que...?
- O que disse?
- Por que eu...?
Com uma risada histérica, me aproximei dele, girando a varinha roubada nos dedos.
- Porque você blefou. Eu achei que você estava jogando como um trouxa qualquer, mas na verdade você estava roubando com a sua magia. E isso, caro Warren... Sou só eu que posso fazer. - Coloquei a varinha na testa dele e sussurrei. - Imperio.
Os olhos do homem ficaram embaçados, assim como os das garotas anteriormente, ao mesmo tempo que eu desamarrava as pernas e braços dele.
- Warren. Tá vendo aquela janela? Vê o sol nascendo? É claro que vê, estamos no 10º andar...
Respirei fundo, olhando o quarto e então a janela.
- Eu quero que você pule. De cabeça. Agora.
O homem se levantou, desviando dos corpos destroçados e indo na direção da janela. Ele a abriu e por um segundo parou, como se fosse reagir. Ele então tomou distância, e correu. E pulou.
O baque lá embaixo foi alto o suficiente para chegar no 10º andar, assim como os gritos de surpresa dos transeuntes la embaixo. Com cuidado, joguei a varinha dele na cama, deixando a madeira inútil bem no meio do móvel enquanto tirava a minha própria do bolso, mentalizando outro lugar bem longe dali e desaparatando imediatamente.
Fora uma noite divertida.
avatar
Adultos

Localização : Everywhere...

Registro Bruxo
Casa:
Habilidade: Oclumência, legilimência
Galeões: 200
Contato
Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum